Posts com a Tag ‘Tratamento de água’

Entrevista concedida pelos engenheiros Fábio Rahmeier (OZ Engenharia) e Eduardo Bellanca (LLBC) ao programa Cidadania da TVE sobre métodos e soluções ecológicas para o tratamento de água. A instalação da OZ engenharia em parceria com a LLBC empregou tecnologias de membranas de microfiltração, ozônio e osmose reversa, para transformar a água do Arroio Dilúvio contaminada com esgoto, em água potável. Todo o sistema funciona com a energia fotovoltaica gerada por uma árvore solar.

 

Evento semana da água 2013 – OZ Engenharia, transformando esgoto em água potável.

No dia 11 de outubro de 2013 a OZ engenharia de ozônio realizou a exposição do Sistema Conceitual de Tratamento de Água – Transformando Esgoto em Água Potável com Sustentabilidade. O evento fazia parte da Programação Oficial da XX Semana Interamericana da Água e XIII Semana Estadual da Água, promovida pela ABES-RS, que nesta Edição tinha como tema Cuidar do arroio é proteger a água.

Árvore solar utilizada para iluminar e gerar energia no evento

Dentro desta temática está o Projeto Dilúvio Azul, que prevê ações de mobilização e conscientização nas diversas comunidades localizadas na bacia do Arroio Dilúvio. Um dos pontos de maior visibilidade desse projeto foi a iluminação das fachadas dos prédios localizados ao longo da avenida Ipiranga com focos de luz AZUL.

A instalação da OZ engenharia empregou tecnologias de membranas de microfiltração, ozônio e osmose reversa, para transformar a água do Arroio Dilúvio contaminada com esgoto, em água potável. Todo o sistema funciona com a energia fotovoltaica gerada por uma árvore solar. A exposição estará iluminada por protótipos de poste de iluminação urbana inteligente e ficará exposta até o dia 18 de outubro, no turno da tarde no Tecnopuc.

Em 2013 a Semana da Água tem significado especial: são duas décadas de uma das maiores ações de mobilização da sociedade gaúcha, sendo vista em nível internacional como referência, modelo e exemplo de defesa da água.

Como funciona o sistema da OZ Engenharia:

A água do Dilúvio foi captada através de uma bomba submersa (3.000 l/dia) e enviada para um tanque onde passaou por membranas de micro filtração. Após esta etapa, a água foi desinfetada com o uso de um gerador de Ozônio, um dos oxidantes mais potentes que existe. Já nesta etapa, apesar de ainda não ser potável, a água sai desodorizada e filtrada podendo ser utilizada em casos como irrigação de jardins ou limpeza de calçadas. No próximo e último passo, o restante da água passou por um sistema de osmose reversa que tornou esta água potável, e pronta para consumo, numa produção de 15 l/h.

A promoção do evento ficou sob a responsabilidade da OZ Indústria de Equipamentos Geradores de Ozônio Ltda com apoio da PUCRS, TECNOPUC, LLBC, Diacqua, Conecte, JDMMARP, César Tecnología, PRESYS e FGPmaisL – Fórum Gaúcho de Produção mais Limpa.

Para que a instalação conceitual fosse realizada contamos com o patrocínio das empresas:
TRACTEBEL Energia S.A., ECOVIX – Engevix Construções Oceânicas S/A, CMPC Celulose Rio Grandense e SINDIQUIM.

Funcionamento do sistema no link: http://www.ozengenharia.com.br/eventos/

 

Muito se tem falado sobre a liberação de plantas resistentes ao uso do agente laranja em nossas plantações, pensando nisso o Blog da OZ Engenharia de Ozônio, resolveu fazer uma pesquisa sobre o assunto e as reais consequências e vantagens do uso desse agente (e se é realmente ele que será usado). Para isso vamos entender um pouco o contexto da sua criação.

Guerra do Vietnã

A Guerra do Vietnã foi um conflito armado que começou no ano de 1959 e terminou em 1975. As batalhas ocorreram nos territórios do Vietnã do Norte, Vietnã do Sul, Laos e Camboja. Esta guerra pode ser enquadrada no contexto histórico da Guerra Fria. O Vietnã havia sido colônia francesa e no final da Guerra da Indochina (1946-1954) foi dividido em dois países. O Vietnã do Norte era, comandado por Ho Chi Minh, possuindo orientação comunista pró União Soviética. O Vietnã do Sul, uma ditadura militar, passou a ser aliado dos Estados Unidos e, portanto, com um sistema capitalista.

A Guerra do Vietnã foi a primeira a utilizar helicópteros.

Os EUA passaram a colaborar com o Vietnã do Sul enviando armas, dinheiro e conselheiros militares.

Tudo isso fez com que surgissem os movimentos de oposição: Frente Nacional de Libertação (apoiados pelo Vietnã do Norte) juntamente com o seu exército Vietcongue.

Apoiados pelos americanos e suas armas poderosas os sul-vietnamitas atacaram por 10 anos o norte.
Porém, depois que algumas embarcações americanas foram bombardeadas no Golfo de Tonquim, o presidente Lindon B. Johnson ordenou bombardeios de represália contra o Vietnã do Norte. Esse fato marcou a entrada dos EUA na guerra (1965). Os soldados norte-americanos sofreram num território marcado por florestas tropicais fechadas e grande quantidade de chuvas. Os vietcongues utilizaram táticas de guerrilha, enquanto os norte-americanos empenharam-se no uso de armamentos modernos, helicópteros e outros recursos, entre eles o agente laranja e o napalm. O final dessa guerra a maioria conhece, sem apoio popular e com derrotas seguidas, o governo norte-americano aceita o Acordo de Paris, que previa o cessar-fogo, em 1973. Em 1975, ocorre a retirada total das tropas norte-americanas. É a vitória do Vietnã do Norte. O conflito deixou mais de 1 milhão de mortos (civis e militares) e o dobro de mutilados e feridos. A guerra destruiu casas e provocou prejuízos econômicos e arrasou campos agrícolas, com o uso do tão famoso Agente Laranja.

Agente Laranja

Agente laranja é uma mistura de dois herbicidas: o 2,4-D e o 2,4,5-T, recebeu esse nome  por causa de uma faixa laranja na embalagem. Por questões de negligência e pressa para utilização, durante a Guerra do Vietnã, foi produzido com inadequada purificação, apresentando teores elevados de um subproduto cancerígeno da síntese do 2,4,5-T: a dioxina tetraclorodibenzo- dioxina. Este resíduo não é normalmente encontrado nos produtos comerciais que incluem estes dois ingredientes, mas marcou para sempre o nome do Agente Laranja, cujo uso deixou sequelas terríveis na população daquele país e nos próprios soldados norte-americanos.

No período de 1961 a 1971, as tropas americanas aspergiram 80 milhões de litros de herbicidas, que continham 400 quilogramas de dioxina sobre o território vietnamita, de acordo com estatísticas oficiais.

Esse desfolhantes destruiram o habitat natural, deixaram 4,8 milhões de pessoas expostas ao agente laranja e provocaram enfermidades irreversíveis, sobretudo malformações congênitas, câncer e síndromes neurológicas em crianças, mulheres e homens do país.

Aproximadamente 50 anos depois do uso dessa arma química o Conselho Mundial da Paz (CMP) lança campanha para condenação dos Estados Unidos, pela destruição de  florestas e por ter vitimado milhões de pessoas (estima-se que pelo menos três milhões de vietnamitas vivam com sequelas). Além disso, mais de 25% das florestas foram atingidas – cerca de três milhões de hectares-,  chegando a contaminar o solo e lençóis freáticos. Em 2009, foi detectado que nível da substância na região estava de 300 a 400 vezes acima do limite tolerável.

Contexto Atual Agente Laranja

O herbicida 2,4-D que compõe o agente laranja é utilizado a mais de meio século em nossas lavouras. De acordo com informações publicadas em sites especializados, plantas com resistência ao herbicida podem ser liberadas geneticamente para uso em nossas plantações, de acordo com esses dados, os herbicidas à base de glifosato, anunciados em anos anteriores como solução definitiva contra pragas na agricultura, já não exercem a mesma eficácia sobre plantas daninhas. Como resultado, as espécies invasoras ocupam lavouras e resistem à pulverização, prejudicando ou até inviabilizando safras inteiras. Uma solução apresentada propõe o plantio de variedades transgênicas de soja e milho resistentes a um defensivo mais agressivo, o 2,4-D (ácido diclorofenoxiacético).

Atualmente em análise na Comissão Nacional de Biotecnologia (CTNBio), órgão vinculado ao Ministério de Ciência e Tecnologia, a solicitação caminha para a liberação. Mas a medida gera controvérsias: enquanto uma força-tarefa capitaneada pelo setor agroquímico defende a aprovação, alguns pesquisadores a condenam por fomentar o uso de um produto que imporia riscos à saúde humana.

A preocupação quanto à liberação de variedades resistentes ao 2,4-D aumenta na medida em que a agressividade do herbicida não se restringe às pragas que combate. Enquanto o glifosato e o glufosinato de amônio, que dominam o mercado brasileiro de defensivos, ocupam a faixa verde na Classificação Toxicológica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o 2,4-D está no ápice do risco: faixa vermelha – extremamente tóxico.

O uso indiscriminado desse herbicida concomitantemente com o não tramamento dos resíduos agrícolas pode gerar um contaminação ainda maior dos nossos solos, rios, animais, plantas e lençóis freáticos.

Preservar a diversidade e a integridade do patrimônio genético do País e fiscalizar as entidades dedicadas à pesquisa e manipulação de material genético At. 225 CF/88

Esse parágrafo da nossa constituição não está sendo respeitado, pois a fiscalização e punição de infratores está cada vez mais amarrada por regras e leis burocráticas e sem poder de ação, devemos repensar o modo como estamos tratando nossa terra, se ações corretas não forem feitas, nada mais nos restará, além da triste imagem das matas devastadas na guerra do vietnã.

Não confunda com Napalm

Napalm sendo utilizado na guerra do Vietnã

Pesquisando sobre o uso do agente laranja encontrei muitas informações confundindo a ação dele com o Napalm, o Napalm  é um conjunto de líquidos inflamáveis à base de gasolina gelificada, utilizados como armamento militar. O napalm é na realidade o agente espessante de tais líquidos, que quando misturado com gasolina a transforma num gel pegajoso e incendiário.

O napalm foi usado em lança-chamas e bombas incendiárias pelos Estados Unidos e nações aliadas, para aumentar a eficiência dos líquidos inflamáveis. A substância é formulada para queimar a uma taxa específica e aderir aos materiais. O napalm é misturado com a gasolina gélida (ou gelatinosa) em diferentes proporções para alcançar este objetivo.

Diversos lançadores foram desenvolvidos para seu uso, culminando nas armas lança-chamas utilizadas para atacar os exércitos vietnamitas no fim da década de 1960. Também foi usado contra cidades e vilarejos de civis posteriormente.

Na Segunda Guerra Mundial, as Forças aliadas bombardearam cidades do Japão com bombas incendiárias feitas com napalm. Este tipo de armamento foi usado também pelas Forças armadas dos Estados Unidos contra guerrilhas comunistas na Guerra civil grega, na Coreia, por ocasião da Guerra da Coréia e no Vietnã, Laos e Camboja, durante a Guerra do Vietnã. O governo do México também utilizou napalm em 1960 contra guerrilha de Guerrero. Há notícias, também, de ter sido utilizado por Portugal nas antigas colônias de África, na chamada Guerra Colonial (1961-1974), mais notadamente em Moçambique.
Um outro efeito do napalm em bombas, consiste na desoxigenação do ar envolvente e aumento da concentração de Monóxido de Carbono os quais provocam asfixia. Uma outra utilização do napalm na Guerra do Vietnã consistiu na rápida abertura de clareiras para a aterrissagem de helicópteros.

A menina que simboliza a guerra

A famosa foto com as crianças correndo, fugindo do local onde sua aldeia havia sido atacada por um bombardeio de Napalm, virou símbolo de uma guerra covarde e injusta, mostrando a dor de inocentes e o poder bélico de quem prefere matar à distância.
A foto foi feita no dia 08 de junho de 1972 pelo fotógrafo da agência Associated Press, Huynh Cong Ut, que posteriormente recebeu o prêmio Pulitzer pela imagem.
A menina da foto chama-se Phan Thi Kim Phúc e sua história é descrita com mais detalhes na matéria após a imagem símbolo e algumas imagens coloridas da ocasião.
Que este dia e esta imagem fiquem sempre na mente de todos, pois é importante que algo desse porte nunca volte a ocorrer novamente.
O Destino da menina
Ela se transformou no símbolo da Guerra do Vietnã. A foto da menina queimada, fugindo nua após seu vilarejo ser devastado pelos americanos, correu o mundo. Hoje, Phan Thi Kim Phuc ainda carrega as marcas do bombardeio, mas se esforça para superar o trauma. “Estive no inferno e percebi que, se mantivesse o ódio, nunca sairia dele”, disse a vietnamita em uma entrevista.
Phan conta que jamais esquecerá o dia 8 de junho de 1972. “Estávamos em casa e, de repente, começamos a ver nossa vila sendo atacada. Corremos para um templo, que depois também foi bombardeado. Decidimos sair correndo. Ao sair, senti meu corpo inteiro queimar, como se estivesse em um forno. Era o napalm, que eu, sinceramente, não tinha ideia do que fosse até aquele momento”, disse Phan, que teve 65% de seu corpo queimado.
Seu vilarejo, Trang Bang, fica no sul do Vietnã, a cerca de 40 quilômetros de Saigon. A bomba foi lançada por soldados do Vietnã do Sul contra tropas norte-vietnamitas. A operação foi coordenada por militares americanos, ainda que Washington jamais tenha admitido seu envolvimento.
Em 1972, ela tinha 9 anos. Hoje, aos 45, é casada e mora no Canadá com seus dois filhos. Sua foto, tirada por Huynh Cong Ut, fotógrafo da agência Associated Press, ganhou o Prêmio Pulitzer do ano seguinte e se transformou no símbolo do conflito.
Enquanto a foto corria o mundo, sua vida mudava de forma radical. Após o ataque, ela foi levada para um hospital em Saigon pelo próprio fotógrafo. “Só me lembro que jogava água no meu corpo.”
Quando chegou ao hospital, as enfermeiras disseram que a garota não sobreviveria. “Fiquei 14 meses internada e passei por 17 cirurgias”, diz. A última ocorreu na Alemanha Oriental, em 1984. Mas, nem assim, as marcas desapareceram. “Continuo sentindo muita dor a cada movimento.”
Um ano após o ataque, ela voltou ao vilarejo. “Alguns dias depois, meu pai me trouxe um jornal e me mostrou a foto. Fiquei horrorizada e chorei sem parar por vários dias. Foi naquele momento que comecei a entender o que eu tinha vivido. Além disso, estava muito envergonhada. Não suportava me ver nua em uma foto que o mundo inteiro viu.”
Phan relata que estava vestida com uma roupa leve no momento do ataque, a qual que foi queimada em alguns segundos. “Se estivesse usando uma roupa mais pesada, que levasse mais tempo para queimar, estaria morta. Muitos morreram exatamente desta forma.”
Aos 13 anos, ela foi estudar em Saigon. No regime comunista, obteve a autorização, alguns anos mais tarde, para estudar medicina em Cuba, onde conheceu seu marido. Na viagem de lua-de-mel, o avião fez uma escala no Canadá, de onde o casal nunca mais saiu.
Phan tentou viver no anonimato, mas foi descoberta nos anos 90. “Um dia, estava andando na rua em Toronto e alguém me disse que sabia quem eu era. Foi aí que eu entendi que não poderia mudar o passado, mas que poderia alterar o significado do que ocorreu.”
A vietnamita passou a atuar como ativista de direitos humanos, tornou-se embaixadora da Unesco e criou uma fundação. Até hoje, Phan se lembra com ironia dos comentários do então presidente americano Richard Nixon, que duvidava da autenticidade da foto.
 O Ozônio no Contexto

Pátio Agrícola – clique para ampliar

A possibilidade da intensificação do uso do 2,4-D em virtude da liberação dos novos transgênicos resistentes a ele é questionável no Brasil,  pois ainda não existe regulamentação para os pátios de descontaminação de pulverizadores terrestres, o que poria em risco todo nosso ecossistema, já que os resíduos líquidos da lavagem (calda tóxica) ainda são despejados diretamente no meio ambiente (solo e sumidouros), sem o tratamento adequado.   A OZ Engenharia possui em sua linha de produtos o DEGRADATOX®, um sistema de degradação dos princípios ativos com ozônio, utilizado no tratamento da calda proveniente da lavagem de aeronaves e tratores pulverizadores de agrotóxicos. Essa calda é posteriormente armazenada em tanque de evaporação, evitando desta maneira que o resíduo seja despejado no solo, contaminando-os, prevenindo riscos de contaminação do meio ambiente (volatilização e consequente sumiço das abelhas). Para saber mais sobre o equipamento clique no link ou nos ligue (51) 3339 0082.

Extra:

Opinião Monsanto sobre uso do Agente Laranja.

 

Fontes:

http://www.vn-agentorange.org/RL34761_200905.pdf

http://apogeudoabismo.blogspot.com.br/2012/06/menina-que-simboliza-guerra-do-vietna.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Agente_laranja

http://noticias.terra.com.br/ciencia/herbicida-do-agente-laranja-pode-ser-liberado-para-uso-em-lavouras,f8a8d8f8ccb10410VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html

http://www.suapesquisa.com/historia/guerra_do_vietna.htm

http://www.infoescola.com/historia/guerra-do-vietna/

 

 

 

 

 

 

 

 

A OZ Engenharia venceu na categoria ciência a segunda edição do prêmio sustentabilidade, uma  iniciativa da Editora Três, que publica ISTOÉ. Durante todo o ano de 2012, leitores enviaram para a redação suas ideias e projetos. Escolhidas por uma comissão julgadora, os quatro vencedores você pode conferir no site da revista ou na edição 2254 do dia 25 de janeiro de 2013 nas bancas.

O projeto contemplado foi o de Membranas de Microfiltração com adição de ozônio, tecnologia que permite a purificação e reutilização da água com segurança e sustentabilidade.

Veja abaixo como o sistema funciona:

Sistema de membranas de microfiltração com adição de ozônio.

Revista ISTOÉ: http://www.istoe.com.br/reportagens/270477_TRANSFORMADORES

 

No dia 04 de outubro de 2012 a OZ Engenharia participou da 19ª Semana Interamericana da Água e da 12ª Semana Estadual da Água com o evento realizado no Auditório Talento Empreendedor no TECNOPUC onde o tema discutido foi: “O Uso do Ozônio no Combate à Contaminação das Águas com Agrotóxicos” foram abordados diversos assuntos com participações de especialistas e autoridades.  O site AGAPAN (Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural) deu um destaque ao evento como você pode verificar no link:

http://agapan.blogspot.com.br/2012/10/o-uso-do-ozonio-no-combate-contaminacao.html?spref=fb

Certificações ISO são almejadas por muitas empresas para atestar a qualidade dos serviços e produtos oferecidos ou para padronizar procedimentos. A mais famosa é a ISO 9001 que designa um grupo de normas técnicas que estabelecem um modelo de gestão da qualidade para organizações em geral. Agora, com os cuidados com o Meio Ambiente tão em alta, a certificação aspirada, principalmente por indústrias é a ISO 14001 – Norma internacional que especifica processos para controlar e melhorar o desempenho ambiental de uma organização.

ISO quer dizer: Organização Internacional para Padronização (em inglês: International Organization for Standardization; em francês: L’Organisation internationale de normalisation). Organização não-governamental fundada em 1947, em Genebra, e hoje presente em cerca de 162 países. A sua função é a de promover a normatização de produtos e serviços, para que a qualidade dos mesmos seja permanentemente melhorada.

A ISO 14001 define o que deve ser feito para estabelecer um Sistema de Gestão Ambiental (SGA) efetivo. A norma é desenvolvida com objetivo de criar o equilíbrio entre a manutenção da rentabilidade e a redução do impacto ambiental. Para a obtenção e manutenção do certificado, a organização tem que se submeter a auditorias periódicas, realizadas por uma empresa certificadora, credenciada e reconhecida pelos organismos nacionais e internacionais.

Nas auditorias são verificados o cumprimento de requisitos como:

– Cumprimento da legislação ambiental;

– Diagnóstico atualizado dos aspectos e impactos ambientais de cada atividade;

– Procedimentos padrões e planos de ação para eliminar ou diminuir os impactos ambientais sobre os aspectos ambientais;

– Pessoal devidamente treinado e qualificado.

Empresas que possuem esse selo ganham credibilidade perante seus interlocutores, sejam eles clientes, fornecedores ou funcionários. Hoje, grandes empresas buscam parcerios comprometidos com a responsabilidade ambiental.

Além disso, o desenvolvimento aliado à sustentabilidade, ajuda na melhor gestão dos recursos trazendo benefícios de imagem, financeiros e de fato, para o Meio Ambiente.

A OZ Engenharia trabalha com tecnologia limpa, que auxilia na diminuição de impactos ambientais. Nossos equipamentos utilizam ozônio, gás derivado do oxigênio que se dissipa facilmente sem deixar resíduos. No tratamento de água, por exemplo, o processo ganha aliados como as membranas de microfiltração e filtros de carvão e areia, conforme a necessidade de cada projeto. Empresas como Memphis e GKN, são nossos clientes e utilizam equipamentos da linha de Tratamento de Água e Efluentes para atender requisitos solicitados pelas normas da ISO 14001.

 

Saiba mais sobre a ISO no site oficial.

A GKN é líder global em fornecimento para os fabricantes automotivos, aeroespacial e offhighway, dispõe de produtos com base tecnológica, altamente projetados para os principais fabricantes mundiais de veículos leves, agrícolas e equipamentos para construção, aeronaves e motores.

Um dos braços da empresa, a GKN Driveline, está no Brasil há mais de 35 anos e consolida sua marca como maior fabricante de semi-eixos homocinéticos do país. Dentre os maiores clientes da empresa está a GM do Brasil, que em março deste ano fez o primeiro pedido de ‘diferenciais abertos’ (dispositivo mecânico que tem a função de dividir o torque entre dois semi-eixos) que serão produzidos na unidade brasileira.

A unidades da GKN Driveline, com sede no Rio Grande do Sul, principal do Brasil,  adquiriu equipamentos da linha de tratamento de água e efluentes, Águas Limpas. Os filtros de carvão e os geradores de ozônio proporcionam à estação de tratamento de efluentes (ETE), um efluente de melhor qualidade, que pode ser descartado de forma mais segura, sem prejuízos ao meio ambiente. Com essa ação, a GKN melhora seus processos com o foco no reuso total dos efluentes gerados, sempre buscando a melhoria continua , um dos requisitos da certificação ISO 14001.

Sua responsabilidade para com a comunidade e meio ambiente é reforçada através de projetos na área social, cultural, de conscientização ambiental e educacional.

Conheça mais sobre o trabalho da GKN, produtos e ações sociais. Clique aqui e veja a apresentação institucional.

O jornal gaúcho Zero Hora está publicando uma série de reportagens sobre a qualidade da água, escritas por Francisco Amorim e Itamar Melo. A série intitulada “A água que bebemos”, descreve todo o percurso que a água faz desde os rios até as nossas casas, passando pelo esgoto despejado no manancial e as opções de tratamento para essa água.

No verão, por exemplo, Porto Alegre enfrenta um período em que a água que chega aos moradores da cidade apresenta gosto de terra. Isso acontece porque, com a diminuição das chuvas, ocorre a proliferação de algas que liberam determinadas substâncias causando gosto e cheiro característicos de terra na água.

Para solucionar esse problema, a reportagem destaca o ozônio como alternativa. Fábio Rahmeier, diretor da OZ Engenharia, foi entrevistado para a realização desta matéria e defende que, “mesmo que signifique um investimento alto, o ozônio compensa e teria a vantagem de ser uma tecnologia limpa”.

A última parte da série será publicada amanhã, na seção Geral do jornal Zero Hora. No site do periódico você pode ler a parte da reportagem que fala sobre o ozônio.

O Blog coletivo verde fez uma coletânea de prédios que são referência em arquitetura sustentável, nela você pode conferir que não há um padrão a ser seguido: pode-se utilizar desde os materiais mais simples, como a terra existente no próprio terreno, até os mais modernos sistemas de automação.

A arquitetura sustentável é aquela que oferece um ambiente de boa qualidade ao usuário, com uso otimizado da energia e redução do impacto ambiental, devendo ser um sistema em equilíbrio, que produza poucos dejetos na sua construção e durante seu uso.

O OZ Engenharia já desenvolve geradores de ozônio que podem ser usados no tratamento de esgoto e reuso d’água, tanto para uso residencial (o prédio Príncipe de Greenland possui nossos geradores para a racionalização da água) quanto industrial ( a SAP faz uso de geradores de ozônio para o tratamento de água utilizada em torres de resfriamento e nos seus espelhos d’água – O ozônio trata a água e evita o uso de produtos químicos, evitando assim resíduos.)

Prédios que são referência na construção sustentável

Arquitetura Vernacular


Casa-folha, do Escritório Mareines+Patalano Arquitetura (mais / arquitetura vernacular )

Arquitetura Orgânica


Centro Cultural Jean Marie Tjibaou, do arquiteto Renzo Piano ( mais )


Nautilus, do arquiteto Javier Senosiain ( mais )

Bioarquitetura


Instituto Baleia Jubarte, do Instituto Tibá ( mais )


Green School, construída na ilha de Bali, Indonésia ( mais )

Arquitetura Racionalista


Bedzed, do arquiteto Bill Dunster ( mais )

Arquitetura Crítica Tipológica


Centro da Cultura Judaica, do arquiteto Roberto Loeb ( mais )

Arquitetura High-tech

HSBC Hong Kong, do arquiteto Norman Foster ( mais )

Formas da luz


Berliner Bogen, do escritório BRT Arkitecten (mais )

Linguagem verde


Edificio Pergola, do arquiteto Bruno Stagno ( mais )


Edifício da Pioneer, do arquiteto Enrique Browne ( mais )

Inspirações

Como pudemos observar, não existe um modelo a ser seguido, o importante é aumentar a eficiência energética do edifício, usar materiais com certificação ambiental e, principalmente, atender os anseios dos usuários, proporcionando a eles mais qualidade de vida.

Muito se fala em camada de ozônio e de sua destruição, mas você sabe o que é o ozônio? Conhece suas aplicações?

O ozônio (O3) é um gás, uma molécula triatômica e alotrópica de decomposição rápida cuja matéria prima é o oxigênio existente no ar ambiente. Através de uma descarga elétrica, uma molécula de O2 é decomposta e, estes átomos de oxigênio dissociados, se reagrupam com outras moléculas de O2 gerando duas moléculas de O3. É um fenômeno natural que ocorre em tempestades e é o meio pelo qual a natureza purifica a atmosfera eliminando poluentes químicos e biológicos.

História:

O ozônio começou a ser conhecido em 1837 e reconhecido como substância química depois de trinta anos, quando sua forma triatômica foi descrita. A habilidade do ozônio para desinfecção de água foi descoberta em 1886 e em 1891 testes pilotos já eram realizados.

A primeira instalação industrial de ozônio ocorreu em 1893, em Oudshoorm, na Holanda, para desinfecção na estação de tratamento de água potável da cidade. Até 1914 o número de estações de tratamento de água utilizando ozônio cresceu e, na Europa, já havia pelo menos 49 instalações. Em 1936 o número passou para 100 instalações na França e 140 no mundo.

Hoje, a cada dia, estudos descobrem mais utilizações para o ozônio, como por exemplo, tratamento de ar, aplicações na medicina e conservação de alimentos.

Características Gás Ozônio:

– É considerado o mais forte desinfetante empregado para a purificação da água;

– Evita qualquer problema de gosto e odor desagradável;

– É ativo contra vírus, bactérias, esporos, cistos, protozoários, etc.;

– Oxida metais pesados (ferro, manganês, íon sulfato, nitrito), fazendo a sua precipitação e evitando, portanto, a sua ingestão acidental ou não;

– No ar, o ozônio pode ser utilizado para remoção de odores e como barreira sanitária no isolamento de epidemias transmitidas pelo ar;

– Seu residual é o oxigênio, portanto não prejudica o meio ambiente.

Algumas aplicações do Ozônio:

Tratamento de ar: Redução da biota microbiana em ambientes fechados bem como a redução de compostos orgânicos voláteis.

•         Tratamento de água: Oxidação da matéria orgânica sem formação cloraminas, substituindo a utilização do cloro.

•         Medicina: utilizado como medicamento ativo, apresentando efeito bactericida, fungicida e de inativação viral.

•         Processos industriais: Aplicações na sanitização de superfícies com redução microbiana e redução da contaminação dos ambientes industriais.

•         Tratamento de Resíduos Agrícolas: A Instrução Normativa 002/08 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) determinou a degradação de todos os resíduos de pesticidas utilizados na aviação agrícola. No Estado do Mato Grosso, o Decreto 2283-09 também exige o tratamento dos resíduos resultantes da pulverização por tratores. O ozônio realiza a degradação destes resíduos de forma segura e eficiente, evitando os prejuízos que seu descarte incorreto causa ao meio ambiente.

•         Conservação de Alimentos: Utilizado para desinfecção do ar ambiente, ou na água utilizada para lavar os alimentos, o ozônio tem ação contra um amplo espectro microbiológico, serve como barreira sanitária contra contaminação cruzada e também como desodorizante do ar.

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