Posts com a Tag ‘sustentável’

O Blog coletivo verde fez uma coletânea de prédios que são referência em arquitetura sustentável, nela você pode conferir que não há um padrão a ser seguido: pode-se utilizar desde os materiais mais simples, como a terra existente no próprio terreno, até os mais modernos sistemas de automação.

A arquitetura sustentável é aquela que oferece um ambiente de boa qualidade ao usuário, com uso otimizado da energia e redução do impacto ambiental, devendo ser um sistema em equilíbrio, que produza poucos dejetos na sua construção e durante seu uso.

O OZ Engenharia já desenvolve geradores de ozônio que podem ser usados no tratamento de esgoto e reuso d’água, tanto para uso residencial (o prédio Príncipe de Greenland possui nossos geradores para a racionalização da água) quanto industrial ( a SAP faz uso de geradores de ozônio para o tratamento de água utilizada em torres de resfriamento e nos seus espelhos d’água – O ozônio trata a água e evita o uso de produtos químicos, evitando assim resíduos.)

Prédios que são referência na construção sustentável

Arquitetura Vernacular


Casa-folha, do Escritório Mareines+Patalano Arquitetura (mais / arquitetura vernacular )

Arquitetura Orgânica


Centro Cultural Jean Marie Tjibaou, do arquiteto Renzo Piano ( mais )


Nautilus, do arquiteto Javier Senosiain ( mais )

Bioarquitetura


Instituto Baleia Jubarte, do Instituto Tibá ( mais )


Green School, construída na ilha de Bali, Indonésia ( mais )

Arquitetura Racionalista


Bedzed, do arquiteto Bill Dunster ( mais )

Arquitetura Crítica Tipológica


Centro da Cultura Judaica, do arquiteto Roberto Loeb ( mais )

Arquitetura High-tech

HSBC Hong Kong, do arquiteto Norman Foster ( mais )

Formas da luz


Berliner Bogen, do escritório BRT Arkitecten (mais )

Linguagem verde


Edificio Pergola, do arquiteto Bruno Stagno ( mais )


Edifício da Pioneer, do arquiteto Enrique Browne ( mais )

Inspirações

Como pudemos observar, não existe um modelo a ser seguido, o importante é aumentar a eficiência energética do edifício, usar materiais com certificação ambiental e, principalmente, atender os anseios dos usuários, proporcionando a eles mais qualidade de vida.

Relatório publicado pela consultoria Ernst & Young aponta índice das nações mais atrativas para os investimentos em energias limpas; Brasil subiu uma posição em relação ao semestre anterior e ficou entre as dez mais.

Fazendo uma retrospectiva energética de 2011, pode-se dizer que o último ano foi favorável para as energias renováveis no Brasil, especialmente para a energia eólica. Pelo menos é o que mostra o Índice de Atratividade das Energias Renováveis por País, publicado pela consultoria Ernst & Young em novembro.

De acordo com o relatório, o Brasil subiu uma posição em relação ao semestre analisado anteriormente, e ficou entre as dez nações mais atrativas para as energias limpas. A principal responsável pela ascensão do país no ranking foi a energia eólica, cujo preço alcançou patamares mais baixos (R$ 99,56/MWh) que o do gás natural (R$ 103/MWh) em leilões de energia.

Energia eólica

Principalmente por causa disso, o país saltou quatro posições no índice de energia eólica, ficando em décimo na classificação. Durante o terceiro trimestre de 2011, o setor eólico conseguiu garantir acordos de compra de energia para 78 projetos, totalizando 1.979 MW. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), a capacidade de energia eólica do Brasil deve crescer 600% até 2014, pulando de cerca de 1 GW em 2010 para 7 GW.

Alguns analistas acreditam que a queda no valor da energia eólica, que levou ao aumento no número de projetos do setor, foi causada por muitas razões, incluindo a chegada de equipamentos eólicos chineses com preços competitivos ao Brasil. Isso obrigou os fornecedores brasileiros a reduzirem seus custos para  competir com os produtos chineses.

Mas apesar do grande progresso dessa fonte renovável, a Abeeólica (Associação Brasileira de Energia Eólica) declarou que a pequena margem de retorno dos projetos ainda ameaça o crescimento do setor no país, que fica vulnerável a complicações que podem surgir durante a construção das usinas e dos abalos no mercado.

Para contornar essa questão, a associação afirma que o aperfeiçoamento no licenciamento ambiental e soluções para problemas logísticos são as principais respostas.

Biomassa, Pequenas centrais hidrelétricas e energia solar

A biomassa também teve projetos desenvolvidos, mas o desempenho do setor caiu devido ao aumento da concorrência da energia eólica. Apenas 11 projetos dessa fonte, totalizando 554 MW ganharam contratos no terceiro trimestre. Além do setor eólico, a biomassa também enfrenta a concorrência do gás natural e de pequenas centrais hidrelétricas. Ainda não há certeza se em médio e longo prazo a energia produzida pelo setor se tornará mais cara.

Assim como a biomassa, as pequenas centrais hidrelétricas não obtiveram muito crescimento no terceiro trimestre, indicando que os projetos do setor não conseguiram competir com os preços baixos apresentados nos leilões. No ranking da energia solar, o país se manteve na 16ª posição, sugerindo que esse setor também não fez grandes progressos no terceiro trimestre.

Cenário mundial

Em escala mundial, pouca coisa mudou em relação ao semestre analisado anteriormente. A China segue em primeiro como país mais atrativo para as energias renováveis, seguida pelos Estados Unidos(2º), Alemanha (3º),  Índia (4º) e Itália (5º). O Reino Unido, que antes dividia o posto com a Itália, caiu para sexto lugar, seguido pela França (7º), Canadá (8º) e Espanha (9º).

A novidade ficou por conta da Romênia, que saltou do 16º para o 13º lugar, sobretudo por conta de uma nova lei sobre energias renováveis (RES-E), que aumentou os certificados verdes para as tecnologias renováveis e criou um dos esquemas mais favoráveis de incentivo na Europa. O Japão, a África do Sul e Taiwan também tiveram aumentos significativos em suas posições, subindo de 19º para 15º, de 26º para 23º e 31º para 27º, respectivamente.

Já entre as maiores quedas na classificação geral, ficaram Portugal (de 16º para 19º), Chile (de 34º para 39º) e República Tcheca (de 35º para 40º). No ranking eólico, as maiores mudanças ficaram por conta do Brasil, Romênia (ascensão de 16º para 13º), Espanha (queda de 10º para 15º), Finlândia (queda de 20º para 23º), Chile (queda de 33º para 36º), Áustria (queda de 34º para 37º) e República Tcheca (queda de 35º para 38º).

Por fim, no índice solar, o Egito despencou do 15º para 19º lugar, Áustria do 17º para o 21º, Canadá do 21º para o 25º, Bulgária do 22º para o 26º, Suécia e Holanda do 23º para o 28º, Dinamarca do 30º para o 34º, República Tcheca do 31º para o 35º, Nova Zelândia do 31º para o 37º, Irlanda do 33º para o 37º, Noruega do 34º para o 39º e Finlândia do 35º para o 40º.

Fonte: Instituto CarboBrasil

Estou colaborando com o Blog 7semanas e acabou de sair uma matéria quentinha que escrevi sobre 7 hábitos ecológicos, dá uma conferida na matéria e já aproveita para olhar o blog cujo projeto é uma grande brincadeira em torno do número 7.

Durante 7 semanas, serão publicadas listas sobre 7 temas diferentes. Você encontrará por lá listas inusitadas, fora do óbvio, com uma leitura rápida e divertida.

Confere:

http://7semanas.com.br/comportamentoeconsumo/7-habitos-ecologicos/

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