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Balas M&M 40 gramas – 200cal

Um estudo muito visual e informativo apresentou uma série de fotos, que comparam 200 calorias em diferentes alimentos. Você acha que um punhado de ursinhos de goma não poderia engordar muito, certo ..? Bem, acontece que, apenas 51 gramas deles equivale a mesma quantidade calórica de cerca de 600 gramas de brócolis ou 3 ovos inteiros. E agora vamos ser honestos – qual dessas quantidades soam mais parecidos com uma refeição adequada para você?

O estudo compara 71 alimentos diferentes. Estatisticamente um adulto médio precisa de 2000-2500 calorias por dia, mas isso, é claro, é diferente, dependendo de como você se exercita diariamente. Portanto, para aqueles que não gostam de suar na academia, uma colher de manteiga de amendoim já se torna um pecado!

Veja abaixo alguns comparativos de quantidades de alimentos que equivalem a 200 calorias:

Ursinhos de Goma 51 gramas

Maças 385 gramas

Baby Cenouras 570 gramas

Brócolis 588 gramas

Milho 308 gramas

Manteiga 28 gramas

Ervilhas 357 gramas

Coca Cola 496 ml

Doritos 41 gramas

Kiwi 328 gramas

McDonald’s Cheeseburger 75 gramas

Uvas 290 gramas

Barra de Chocolate Snickers 41 gramas

Para ver a lista completa clique aqui.

Vídeo demonstrativo e explicativo:

 

O que é uma alimentação consciente ?

A alimentação consciente tem relação direta com a forma de produção orgânica, com hábitos alimentares saudáveis e de consumo responsável. Busca mais do que uma alimentação isenta de aditivos químicos, pois procura observar técnicas de plantio sustentáveis, realçando o problema dos agrotóxicos, dos produtos transgênicos. Observa com atenção os rótulos de produtos industrializados, preocupa-se com a forma de conservação dos alimentos, enfatiza a importância da hora das refeições e da criatividade na elaboração do prato. Em suma, a alimentação consciente preocupa-se com o alimento desde sua produção até o momento de ser consumido.

O que é um alimento orgânico ?

Trata-se do alimento produzido em sistemas que não utilizam agrotóxicos (inseticidas, herbicidas, fungicidas, nematicidas) e outros insumos artificiais tóxicos (adubos químicos altamente solúveis), organismos geneticamente modificados – OGM / transgênicos ou radiações ionizantes. Esses elementos são excluídos do processo de produção, transformação, armazenamento e transporte, privilegiando a preservação da saúde do homem, dos animais e do meio ambiente, com respeito ao trabalho humano. Em 23 de dezembro de 2003 foi sancionada a Lei n. 10.831, que estabelece as normas de produção, embalagem, distribuição e rotulagem para os produtos orgânicos de origem animal e vegetal.

Quando podemos dizer que um produto alimentar é orgânico?

Considera-se produto da agricultura orgânica, seja in natura ou processado, todo aquele obtido através dos princípios e normas específicas da produção agropecuária ou industrial orgânica. Para um alimento processado ser considerado orgânico e receber o selo de qualidade, é preciso que contenha pelo menos 95% de ingredientes originados da agricultura orgânica.

Como saber se o produto é orgânico?

Existem instituições certificadoras e associações que são responsáveis pelo acompanhamento e fiscalização da produção. Cerca de 20 certificadoras atuam no Brasil.

Campanha do Ministério da Fazenda a Favor dos Orgânicos.

O que significa um alimento certificado?

A certificação é um processo de inspeção das propriedades agrí-colas, realizado com periodicidade que varia de dois a seis meses, para verificar se o alimento orgânico está sendo cultivado e processado de acordo com as normas de produção orgânica. O foco da inspeção não é o produto, mas a terra e o processo de produção. Assim, uma vez credenciada, a propriedade pode gerar vários produtos certificados, que irão receber um selo de qualidade.

Selo para identificar os produtos orgânicos.

Em que a preparação do alimento orgânico é diferente?

Produtos orgânicos processados devem respeitar as normas estabelecidas em lei. Por exemplo, para fazer um suco de uva orgânico, o transformador deve encontrar frutas que foram produzidas de forma orgânica e não utilizar nenhum tipo de corante ou conservante no processamento. Até mesmo o transporte deve ser separado do similar convencional.

Por que consumir orgânicos ?

Afinal, o que tem levado cada vez mais consumidores a aderirem ao consumo de produtos orgânicos? Pesquisas realizadas  em várias partes do mundo  apontam três motivos:

Saúde

A preocupação com a saúde é a principal motivação dos consumidores de produtos orgânicos. Eles aspiram a uma alimentação mais saudável, natural e equilibrada. Você sabia que durante a existência de uma pessoa (com média de 70 anos) transitam cerca de 25 toneladas de alimento pelo sistema digestivo. Mesmo que contaminados com teores baixos de agentes químicos, pode ocorrer alguma intoxicação em determinado período da vida. Um dos problemas no diagnóstico é que não existem sintomas característicos da epidemia de intoxicação subclínica por agrotóxico. Segundo Higashi, nenhum medicamento pode agir adequadamente em pacientes com acúmulo de agrotóxicos em seu organismo.

Meio ambiente

Pesquisa do IBOPE Opinião revela que os transgênicos não têm boa aceitação no Brasil. Enquanto existirem divergências entre os cientistas em relação a possíveis prejuízos à saúde e ao meio ambiente, 74% preferem não comer alimentos transgênicos, 92% dos brasileiros acreditam que a rotulagem deveria ser obrigatória e 73% são contra a liberação de variedades transgênicas em escala comercial.

Melhor sabor

Encontrar o gosto autêntico dos alimentos no sabor das frutas, dos legumes e nas carnes provenientes de animais criados soltos é uma preocupação constante. Além disso, os alimentos orgânicos são livres de antibióticos, hormônios de crescimento, sendo processados sem o uso de aromas artificiais, conservantes e corantes. Pesquisas de análise sensorial, comparando alimentos orgânicos e convencionais, mostraram superioridade do alimento orgânico, destacadamente em preparo ao vapor.

Como achar o seu orgânico ?

Com o objetivo de tornar os produtos orgânicos mais acessíveis aos consumidores e fomentar uma alimentação saudável, o Idec realiza o Mapa de Feiras Orgânicas. Basta digitar um endereço para encontrar todas as feiras especializadas e grupos de consumo responsável mais próximos de você, bem como informações de horários de funcionamento e tipos de produtos encontrados nesses locais.

Além disso, o mapa mostrará quais são as frutas, verduras e legumes da estação na sua região para que opte pelos produtos locais.

Clique para acessar o mapa

E se não for possível consumir orgânicos ?

Dê preferência à compra de frutas e verduras da época. Fora da estação adequada é quase certo que uma fruta, verdura ou legume tenha recebido cargas maiores de agrotóxicos. É por isso que, quando você não encontrar tomate, cebola ou outros produtos na feira orgânica, não está na época deles. Escolha outro produto que os substitua em termos nutricionais;

Como ainda são poucas as frutas produzidas organicamente, procure sempre descascar as frutas, em especial os pêssegos, pêras e maçãs. Alguns resíduos de agrotóxicos ficam depositados nas cascas;

Lave bem as frutas e verduras em água corrente e coloque-as numa solução de água com um pouco de vinagre (4 colheres para 1 litro). Esse procedimento pode reduzir uma pequena parte dos resíduos de agrotóxicos de contato, além de possíveis contaminações microbiológicas.

Como escolher alimentos com menos agrotóxicos ?

Folhosas (alface, almeirão, agrião, rúcula, couve manteiga, cheiro-verde). Apresentam ciclo curto e são os vegetais que recebem menor número de pulverizações com agrotóxicos.

Atenção: a alface, por ser consumida em grande escala e cultivada de forma intensiva, pode receber mais pulverizações, por isso prefira as orgânicas.

 

Plantas de raiz, bulbo, tuberosas (beterraba, cenoura, cebola, alho, batata).O seu ciclo de vida é intermediário e, dessa forma, recebem um número de pulverizações um pouco maior que as folhosas.

Atenção: A batata e a cebola são plantas que recebem cerca de 30 pulverizações com agrotóxicos durante o ciclo da cultura.

 

Plantas de frutos e legumes (tomate, pimentão, berinjela, pepino).São as mais delicadas para produzir, com ciclo mais longo, ficando mais sujeitas ao ataque de pragas e doenças.

Atenção: O tomate, um dos campeões de venda, também é campeão em resíduos; recebe entre 30 e 40 pulverizações com agrotóxicos durante o ciclo. Alternativa: O tomate cereja é uma espécie mais rústica, resistente a pragas e doenças. Você pode produzi-lo no seu próprio jardim.

 

• Frutas. Por terem o ciclo ainda mais longo, em geral, recebem um número maior de pulverizações. Entretanto, é possível selecionar frutas com menor possibilidade de contaminação por agrotóxicos:
Frutas com baixo risco de contaminação • abacate, acerola, banana, caqui, coco, jabuticaba, mexericas e tangerinas, kiwi, nêspera e outras frutas nativas (pitanga, fruta-do-conde, amora, carambola).
Frutas com médio risco de contaminação • manga, abacaxi, melancia, laranja, mamão formosa e maracujá.
Frutas com alto risco de contaminação • morango, maçã, uva, pêssego, mamão papaia, goiaba, figo, pera, melão e nectarina.

Vocabulário da saúde alimentar:

Veja Como Equilibrar Sua Alimentação

Alimentos funcionais • Também conhecidos como nutracêuticos, agem diretamente sobre as funções do organismo e, por isso, previnem doenças degenerativas, crônicas, cardiovasculares (infarto e derrame) e câncer. O tomate, por exemplo, é um desses alimentos. Devido à ação do licopeno, pode oferecer proteção contra o câncer de próstata. Para o alimento ter atuação benéfica e de forma plena, sugere-se que seja produzido organicamente, no intuito de minimizar possíveis resíduos
químicos indesejáveis.

Alimentos naturais • Provêm de fontes originais da natureza. Não são produzidos em laboratórios, não possuem sabores e corantes artificiais de frutas, verduras, leite ou outros alimentos. Entretanto, um alimento natural pode ser produzido com agrotóxico.

Alimentos orgânicos • Produzidos num sistema isento de contaminantes que ponham em risco a saúde do consumidor, do
agricultor e do meio ambiente.

Alimentos integrais • Mantêm, ao serem consumidos, todos os integrantes nutricionais básicos. Exemplo: a farinha de trigo integral gera um produto com a totalidade dos ingredientes básicos para um pão nutritivo. Entretanto, normalmente o trigo utilizado é produzido no sistema convencional. Dessa forma, um alimento integral produzido organicamente seria o ideal para o consumo.

Alimentos diet • Modificados para atender à determinada finalidade: sem açúcar para o diabético, sem gordura para os que necessitam de baixa ingestão de gorduras e sem sal para hipertensos. Esse tipo de alimento não necessita ter redução calórica. Por esse motivo, se um alimento contiver a quantidade de açúcar, sódio, colesterol, aminoácidos ou proteínas abaixo do limite estabelecido em legislação, pode ser classificado comercialmente como diet. Basta que apenas um desses componentes esteja abaixo do limite. Assim, um alimento que não contém açúcar, mas que apresenta grande quantidade de gorduras é considerado diet, mesmo tendo uma quantidade de calorias semelhante ao seu similar não diet(em função da grande quantidade de gorduras).

Alimentos light • Abrandados ou diminuídos em um ou mais de seus nutrientes. Têm redução calórica de no mínimo 25% em relação ao seu similar.

Quer saber o que a OZ Engenharia faz para ajudar o meio ambiente ? Acesse uma matéria explicando nossos principais produtos.

Fonte: IAPAR

Você sabe o que significa o símbolo abaixo, presente nos alimentos que você compra?

Este símbolo é do Alimento Geneticamente Modificado

Alimentos Geneticamente Modificados: são alimentos criados em laboratórios com a utilização de genes (parte do código genético) de espécies diferentes de animais, vegetais ou micróbios. Os OGM sofreram alteração no seu código genético por métodos ou meios que não ocorrem naturalmente, mas sim através da Engenharia Genética.

Engenharia Genética: ciência responsável pela manipulação das informações contidas no código genético, que comanda todas as funções da célula. Esse código é retirado da célula viva e manipulado fora dela, modificando a sua estrutura (modificações genéticas).

Com o aprimoramento e desenvolvimento das técnicas de obtenção de organismos geneticamente modificados e o aumento da sua utilização, surgiram então, dois novos termos para o nosso vocabulário: biotecnologia e biossegurança.

Biotecnologia é o processo tecnológico que permite a utilização de material biológico para fins industriais.

A biossegurança é a ciência responsável por controlar e minimizar os riscos da utilização de diferentes tecnologias em laboratórios ou quando aplicadas ao meio ambiente.

Pontos positivos dos alimentos transgênicos

– Aumento da produção de alimentos;
– Melhoria do conteúdo nutricional, desenvolvimento de nutricênicos (alimentos que teriam fins terapêuticos);
– Maior resistência e durabilidade na estocagem e armazenamento.

Pontos negativos dos alimentos transgênicos

– Aumento das reações alérgicas;
– As plantas que não sofreram modificação genética podem ser eliminadas pelo processo de seleção natural, pois, as transgênicas possuem maior resistência às pragas e pesticidas;
– Aumento da resistência aos pesticidas e gerando maior consumo deste tipo de produto;
– Apesar de eliminar pragas prejudiciais à plantação, o cultivo de plantas transgênicas pode, também, matar populações benéficas como abelhas, minhocas e outros animais e espécies de plantas.

Número de países com OGM está aumentando

Desde o final da década de 70, pesquisadores do mundo inteiro aprenderam a transferir genes de um organismo para outro, seja ele animal ou vegetal, alterando suas características naturais. Com isso, tornaram possível criar porcos com menos gordura na carne, plantar feijão com mais proteína nos grãos ou soja resistente a herbicidas. O lançamento da soja transgênica no mercado aquece a polêmica sobre a biotecnologia em 1999. Essa planta tem em suas células um gene que não faz parte do organismo de nenhum vegetal. Retirado de uma bactéria, a agrobacterium, ele controla a fabricação de uma proteína, conhecida pela sigla EPSPS, que bloqueia a ação dos herbicidas. Isso permite eliminar o mato sem risco de prejudicar a planta cultivada.

Riscos ainda sobre avaliação

Os críticos dos alimentos geneticamente alterados dizem que a ciência não tem controle total sobre o funcionamento dos genes. Para eles, as pesquisas devem ser aprofundadas antes que os novos produtos sejam liberados. No caso da soja modificada, existe o temor de que a substância EPSPS provoque efeitos inesperados no organismo dos consumidores, como alergias ou outro tipo de doença. Mesmo que o gene tenha sido preparado em laboratório para funcionar apenas nas folhas, e não nos grãos – a parte comestível da planta –, não há como garantir que eles atuarão da forma programada. Os transgênicos não se sairam bem com testes em cobaias (ratos) de laboratório. Os ratos tiveram tumores e outras complicações ao consumirem MILHO TRANSGÊNICOS.

Algodão geneticamente modificado alterando a cor do branco para alaranjado

Além da aplicação da biotecnologia pela indústria alimentícia, plantas e animais vêm sendo alterados para outras finalidades, como a produção de tecidos. Uma das mais recentes novidades desse campo, lançada em 1999 nos EUA, é um algodão que nasce colorido – verde, vermelho ou amarelo –, conforme o interesse do produtor. Outra linha de pesquisa avançada é a da modificação de organismos para a produção de medicamentos. Na Escócia, o Instituto Roslin – o mesmo que fez a clonagem da ovelha Dolly – cria carneiros em cujo leite é gerada uma droga que estimula a coagulação do sangue. Chamada de Fator IX, ela deverá ser empregada no combate à hemofilia.

Diante de todas as discussões a cerca dos transgênicos, como o consumidor identificará nos supermercados o alimento transgênico. Os rótulos abaixo exemplificam itens importantes que podem auxiliar o consumidor nessa identificação.
São eles:
  1. Presença do símbolo de Transgênicos no painel principal. Representado pelo triângulo eqüilátero amarelo, com a letra T dentro.
  2. Caso a embalagem não seja colorida o triângulo pode ser preto impresso sobre fundo branco.
  3. Presença da frase “Produto produzido a partir de soja transgênica” ou “Soja transgênica” e “Contém soja transgênica”.
  4. Presença do nome da espécie doadora do gene no local reservado para a identificação dos ingredientes.
Atualmente, os produtos transgênicos mais comuns são feitos de soja, milho ou batata, e há alguns alimentos que não indicam nas embalagens que são transgênicos. Na dúvida, consulte o  SAC da empresa para confirmar.

Para fugir de supostos riscos à saúde, americanos buscam refúgio em área sem nenhum sinal eletromagnético.

Existe uma espécie de migração antitecnológica em curso nos Estados Unidos. São pessoas que se mudam para Green Bank, área livre de ondas eletromagnéticas na Virgínia. A região fica na chamada zona de silêncio de rádio dos EUA, onde os sinais são bloqueados para não afetar uma rede de espionagem do exército e de telescópios instalados no local.

Os novos moradores dizem sofrer de hipersensibilidade eletromagnética, distúrbio que, segundo eles, afeta a saúde de quem estiver exposto a sinais de telefones celulares, roteadores de banda larga e outros aparelhos de ondas eletromagnéticas. Cerca de 5% dos americanos acreditam sofrer do transtorno. Essas pessoas dizem que têm queimaduras na pele e dores de cabeça quando estão próximas a um telefone celular, tornando se forçadamente antissociais. Em Green Bank, sem internet e celular, elas se sentem mais felizes e saudáveis.

Mas há divergências sobre o assunto. Boa parte da comunidade científica questiona dados como os da Universidade do Estado da Louisiana, que publicou um estudo que mostra que há relação entre as dores e a frequência eletromagnética. E ainda não foi comprovada a relação entre o celular e o câncer. Mesmo assim, a Organização Mundial da Saúde elevou este ano o celular para a categoria “possivelmente cancerígeno”.

Fonte: Planeta Sustentável

Ultimamente algumas notícias alertaram sobre o aumento dos níveis do poluente ozônio na atmosfera de diversas cidades brasileiras, sobretudo em São Paulo. Notícia que confunde algumas pessoas, pois, paralelo a isso, existem campanhas para a preservação da camada de ozônio. Então, nessa história, o ozônio é mocinho ou vilão?

Sabemos que a camada de ozônio na alta atmosfera atua como um filtro para os raios ultravioleta do sol, reduzindo a quantidade de radiação que atinge a superfície da Terra. Além disso, equipamentos que geram doses controladas de ozônio são utilizados para higienizar água e ar. No entanto, altas concentrações deste gás podem ser prejudiciais. Algumas pessoas são mais sensíveis a ação do ozônio e se este está em altas quantidades na atmosfera pode provocar problemas respiratórios. Porém quantidades controladas do gás limpam o ar de agentes patogênicos como vírus e bactérias.

A questão, é que o ozônio apontado como poluente, não é produzido por nenhuma fonte específica que gera este gás e sim por reações químicas entre óxidos de nitrogênio e compostos orgânicos voláteis, ativadas pela luz solar. Estes compostos são produzidos por carros, caminhões, fábricas e usinas de geração de energia, onde a gasolina, óleo diesel, querosene, óleo ou gás natural são queimados.

A conclusão que chegamos é que, controlar a poluição do ar evitando a emissão de gases prejudiciais ajuda a resolver esses dois problemas, beneficiando a nossa saúde e bem-estar.

No dia 1º de julho a Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul confirmou mais uma morte por gripe suína no Estado. A sétima vítima fatal de 2011 – uma moradora de Hulha Negra tinha 55 anos, era diabética e não estava vacinada.

Outros 11 casos foram confirmados no Estado, mas com perspectiva de melhora. Segundo a secretaria, já chegaram 140 mil doses de vacina monovalente contra gripe suína no Rio Grande do Sul. Os imunizantes foram remanejados dos estoques dos Estados do Pará e de Alagoas.

Para 2012, os estados do Sul do país – Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul irão propor ao Ministério da Saúde que o combate à gripe A H1N1 tenha mudanças na região incluindo, por exemplo, pessoas entre 2 e 20 anos na campanha de imunização.

O surto em 2009:

Em março e abril de 2009, um surto de doença respiratória foi primeiramente descrito no México, o qual foi relacionado ao vírus Influenza A H1N1. O surto se espalhou rapidamente para Estados Unidos, Canadá e para o resto do mundo graças às viagens aéreas.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 207 países e territórios notificaram casos confirmados laboratorialmente de gripe suína, incluindo pelo menos 8.768 óbitos. Como a doença se espalhou amplamente, alguns países pararam de contar casos individuais, principalmente aqueles que apresentam sintomas leves, de modo que a OMS agora só divulga o total de óbitos.

Os sinais e sintomas da gripe suína são semelhantes aos da gripe comum, tais como febre, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dor na garganta e fraqueza. Entretanto, diferentemente da gripe comum, ela costuma apresentar complicações em pessoas jovens.

Prevenção:

Ter hábitos de higiene regulares, como lavar as mãos, é uma das formas de prevenir a transmissão da doença. Além disto, deve-se evitar o contato das mãos com olhos, nariz e boca depois de tocar em superfícies, usar lenços descartáveis ao tossir ou espirrar, evitar aglomerações e ambientes fechados e ter hábitos saudáveis como hidratação corporal, alimentação equilibrada e atividade física.

Em ambientes coletivos, uma ótima opção é a higienização do ar, que pode ser realizada com aparelhos geradores de ozônio. O ozônio reduz os agentes patogênicos causadores de doenças transmitidas pelo ar, como a Gripe A. Por ser um excelente desinfetante o ozônio é indicado para devolver a qualidade do ar à ambientes fechados que tem problemas de ventilação.

Entre os produtos fabricados pela OZ Engenharia está o gerador de ozônio da Linha Air Life, indicado para higienização do ar em ambiente doméstico. Um equipamento portátil que pode ser utilizado em forma de rodízio em todos os ambientes de casa ou do escritório. Por ser de fácil utilização o Air Life também é ideal para clínicas, hotéis, pousadas, lojas, ou onde haja necessidade em manter o ar higienizado.

Em São Paulo, as salas que exibem filmes 3D vão ter que higienizar os óculos especiais. Quem não cumprir a lei, vai pagar multa e sofrer punições, como a suspensão das atividades por tempo indeterminado ou até mesmo a cassação da licença de funcionamento. Essa medida foi tomada para evitar que vírus e bactérias, causadores de doenças como a conjuntivite, se espalhem pela plateia.

“Se uma pessoa com conjuntivite põe os óculos, o vírus ou bactéria pode ficar presos na armação ou na lente. Outra pessoa saudável, que puser os óculos logo em seguida, pode levar esse vírus ou bactérias para os seus olhos e ter conjuntivite. E os vírus ou bactéria pode ficar armazenados nesses materiais inanimados por até sete dias”, explica o oftalmologista Newton Kara José, do Hospital Sírio-Libanês.

Os médicos dizem que para matar vírus e bactérias é preciso lavagem com água quente e detergente, álcool ou ozônio. O modo de secar e embalar sem o contato com as mãos também é recomendado.

Fonte: Site Bom Dia Brasil

Confira matéria completa em: http://glo.bo/jKlGZT

De 8 a 10 de junho/2011 a PUCRS recebeu em seu Centro de Eventos a 14ª edição da Prevensul – Feira e Seminário de Saúde e Segurança do Trabalho. A feira, que teve entrada franca, apresentou novidades tecnológicas do setor, através de produtos e serviços destinados aos visitantes. Congressos, seminários e workshops aconteceram paralelamente, reforçando ainda mais a qualidade do evento e dos profissionais que buscam informação e aperfeiçoamento.

A OZ Engenharia se preocupa com a segurança de seus funcionários e dos profissionais que irão manusear os equipamentos fabricados pela empresa, por isso, esteve presente na feira para conferir as novidades do setor. Veja algumas fotos!

A OZ Engenharia está na 6ª edição da revista AutoBus com uma reportagem sobre o seu aparelho ozonizador GHB44s gerador de ozônio para sanitários de ônibus, redutor de odores, fungos, bactérias, vírus e demais agentes transmissores de doenças e alergias, o ozonizador pode ser encontradoo nos ônibus da empresa Marcopolo, que possui uma parceria exclusiva com a OZ Engenharia, verifique se o seu ônibus tem essa tecnologia em benefício a sua saúde e bem estar.

Para acessar o site da revista e ler a reportagem clique nesse link: http://www.revistaautobus.com.br/

A OZ Engenharia busca sempre o aprimoramento tecnológico no desenvolvimento de soluções para a melhor aplicação do ozônio em diversos setores. Para isso acredita que a parceria com universidades é essencial. Uma das instituições parceiras da OZ é a UNISINOS (Universidade do Vale do Rio dos Sinos), com a qual possuímos convênio desde 2008 para pesquisa na área de Engenharia de Alimentos. O setor está em expansão, mas pouca gente sabe o que faz um Engenheiro de Alimentos.

O Curso de Engenharia de Alimentos estuda o processo de industrialização dos alimentos, envolvendo matérias-primas, controle de qualidade, processos tecnológicos, conservação e armazenamento. Por meio da aplicação de conhecimentos de ciências exatas, biológicas e tecnológicas, você aprende a desenvolver novos produtos alimentícios e soluções inovadoras nos processos produtivos.

A parceria entre a OZ Engenharia e o Curso de Engenharia de Alimentos da UNISINOS já está rendendo frutos. Através de projeto contemplado pelo FINEP foram disponIbilizados equipamentos geradores de ozônio e profissionais que colaboraram para pesquisa na área, como lavagem de pescados, no armazenamento de produtos em câmaras frias e na conservação em gelo ozonizado.

Em junho de 2010 foi inaugurado o Laboratório de Inovação Tecnológica “Tecnologia do Ozônio em Alimentos”, localizado no campus da universidade em São Leopoldo/RS.  Essa parceria possibilita e intensifica pesquisas relacionadas ao desenvolvimento tecnológico e envolvendo os estudantes, bem como auxilia em trabalhos de conclusão de curso (TCC).

Para saber mais sobre o curso acesse a página no novo portal da UNISINOS: http://tinyurl.com/3ozp46u

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