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Descartar corretamente resíduos líquidos e sólidos, controlar a emissão de gases prejudiciais à atmosfera, utilizar os recursos de forma sustentável, enfim cuidar do meio ambiente. São ações que trazem benefícios para o futuro do ser humano, mas sobretudo para preservar a fauna e flora  do planeta.

A vida marinha é um dos ecossistemas mais curiosos e de inexplicável beleza. Conhecer e saber mais sobre ele, conscientiza para sua preservação.

Quem estiver na capital paulista, pode conferir a exposição que acontece durante o mês de agosto no Aquário de São Paulo. O fotógrafo e mergulhador Ary Amarante, traz mais de 30 fotos mostrando toda a diversidade e beleza do fundo do mar. As fotos foram retiradas de seu livro “Vida Marinha” (editora Cultura Sub).

Abaixo uma mostra:

Serviço:

Data: 1º a 31 de agosto
Horário: de segunda a domingo das 9h00 às 18h00
Local: Aquário de São Paulo
Endereço: Rua Huet Bacelar, n° 407
Telefone: (11) 2273-5500

Fotos: Ary Amarante

Com informações de: Revista Época

Edição 2012 do evento contará com 500 horas de programação formada por grandes nomes da internet, inovação e movimentos sociais

Campuseiros entram na Arena - 06/02/2012 - Foto: Cristiano Sant´Anna/indicefoto.com

A Campus Party Brasil, maior evento de tecnologia, inovação e cultura digital do país começa nesta segunda-feira (6) e vai até dia 12, domingo, no Anhembi Parque, zona norte de São Paulo, que tem 64 mil m². A quinta edição do projeto, traz como novidade o aumento de velocidade de conexão da internet para 20 Gbps, o dobro do que foi disponibilizado no ano anterior.

Serão  mais de 500 horas de intensa programação, que se dividirá em quatro zonas de conhecimento: Zona Ciência, Zona Cultura Digital, Zona Inovação e Zona Empreendedorismo.

Um dos destaques dos debates e discussões será a presença de movimentos sociais que sacudiram o planeta no ano passado. Será a primeira vez que estarão reunidos em um evento representantes do Occupy Wall Street, Primavera Árabe e os espanhóis da Acampada Del Sol.

Na área de inovação e tecnologia, serão ministradas palestras por nomes destacados nesse meio como Vince Gerardis, produtor da série Game of Thrones, e Kul Wadhwa, diretor da Wikimedia Foundation.

Nova chance!

Quem não comprou antecipadamente seu ingresso terá uma nova chance. Hoje, a partir das 17h a organização disponibilizará 500 ingressos adicionais (sem direito a camping). Aqui, você consegue mais informações sobre como adquirir seu ingresso. E para quem não puder comparecer no Anhembi Parque, pode acompanhar a programação do evento aqui.

O artista plástico uruguaio Juan Muzzi, que mora no Brasil há 41 anos, encontrou um destino realmente sustentável e útil para o plástico das garrafas PET. Ele faz bicicletas! O projeto levou 12 anos para ficar pronto e há um ano e meio o produto está sendo produzido sob encomenda na fábrica fundada por Juan em São Paulo.

No processo de produção, o plástico granulado é misturado a outras substâncias químicas e injetado em um molde de aço. Um quadro pode ser feito em apenas dois minutos e meio. Quando é feito somente de PET são utilizadas 200 garrafas.

A bicicleta feita de garrafas PET já faz tanto sucesso que mesmo com a produção mensal de 15 mil unidades, há uma fila de espera de pelo menos 2.500 pessoas para adquirir o produto. O valor de cada bicicleta fica entre R$ 400,00 e R$ 3.000,00, dependendo dos acessórios escolhidos pelo cliente.

A grande procura se justifica pelas vantagens, pois, o plástico é mais resistente, flexível e barato. Além disso, não enferruja, tem amortecimento natural e sua fabricação ainda transforma resíduos sólidos em um novo produto, beneficiando o meio ambiente.

As encomendas podem ser feitas pelo site http://www.muzzicycles.com.br/.
Com informações do site da MuzziCycles e do site Ciclo Vivo.

Há aproximadamente cinco meses é realizado em São Paulo o projeto Coletivas que com o lema: “Bicicleta parada não leva a nada”, promove uma rede de empréstimo de bicicletas na cidade. Quem tem uma bike parada e sem uso, pode doar. Ou então, pode colocá-la à disposição de uma rede de empréstimos quando não estiver usando. Doação de peças e ajuda com mão-de-obra voluntária em consertos e ajustes também são bem-vindas.

A ideia é disponibilizar bicicletas coletivas para qualquer pessoa que esteja querendo experimentar pedalar pela cidade e ainda não possa ou não queira comprar a sua própria bicicleta. Uma bicicleta será emprestada por um curto período de tempo, e depois será devolvida para que esteja disponível para que mais pessoas possam utilizá-la. A manutenção dessas bicicletas, assim como lugares para guardá-las, é também uma questão que se resolverá de forma descentralizada, num acordo entre zelador e usuário.

O projeto é sem fins lucrativos e funciona na base da confiança mútua. Não tem uma sede, ou uma oficina, ou pessoas contratadas para mantê-lo. O projeto é organizado de forma colaborativa. Funciona como uma comunidade de pessoas que emprestam e tomam emprestadas bicicletas que não pertencem necessariamente a uma única pessoa, mas à comunidade toda. Desta forma, o zelo pelas bicicletas, pela credibilidade das pessoas e pela manutenção dessa rede é de responsabilidade de todos os participantes.

E se você ficou triste que sua cidade não possui um sistema parecido, saiba que qualquer pessoa pode desenvolver o projeto na sua comunidade. O projeto é creative commons atribuição sharealike: se não tiver fins lucrativos, copie o que quiser. Replique na sua cidade, se achar que vale a pena, mas mantenha a mesma licença de reutilização.

Confira o site do Coletivas e saiba como participar da rede.

Conforme prometido, durante essa semana traremos mais relatos sobre as palestras acontecidas durante o 4º Congresso Internacional de Inovação. No primeiro painel assistido pela OZ, o assunto era sobre as Empresas Emergentes em Países Emergentes.

Seamus Grimes, professor irlandês que realiza pesquisas voltadas para investimentos em P&D em multinacionais na China iniciou a apresentação falando sobre a importância da inovação local. “Os chineses são bons imitadores, conseguem copiar a tecnologia de outros lugares e adaptar para suas necessidades”, afirmou. Grimes também salientou que o futuro do desenvolvimento está no Oriente e por isso muitas empresas multinacionais estão se instalando na região. Muitas dessas empresas trabalham na China e querem ocupar seu mercado, mas não querem deixar o conhecimento lá. O país quer mudar isso e o investimento em patentes no mercado interno é uma das estratégias.

Logo após foi a vez de Chin Tah Ang, diretor do escritório do Singapore Economic Development Board (EDB) baseado em São Paulo há dois anos. O EDB é a agência governamental responsável por planejar e executar estratégias visando o desenvolvimento industrial e comercial de Cingapura. Na sua exposição Chin falou sobre o país e como o investimento em projetos inovadores fez o país crescer rapidamente. Cingapura se tornou independente em 09/08/1965 e no início não existia nem água potável suficiente para abastecer todo o pequeno país que fica no nordeste asiático e tem uma área equivalente ao Estado do Rio de Janeiro.  O país tem sua economia baseada em “3Cs”: Capital Intelectual, apostando em pesquisa; Capital Físico, com o desenvolvimento de green buildings e ecocidades; e Capital Humano, oferecendo vários programas de educação para a população.

Depois foi a vez do professor Seung-Hyun Yoo da Coreia do Sul, diretor do Center of Human Resource Development da Ajou University (Suwon – Korea) e Vice presidente da Korea Triz Association (KTA). Embora a Coreia do Sul seja uma referência em inovação e educação, o Professor Yoo desmitificou essa imagem mostrando vários dados curiosos, como por exemplo, que o país é o primeiro em acidentes de trânsito e em suicídios no mundo, além de ter índices de corrupção equivalentes aos do Brasil e da Itália. “A Coreia está crescendo economicamente, porém a qualidade de vida da população está baixando”, completa o professor. Em contrapartida o país investe fortemente em educação para o desenvolvimento e contra a pobreza. Ainda defendeu que o tão mencionado BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), deveria ter o “K” de Korea acrescentado, se tornando assim o BRICK, palavra que em inglês significa tijolo e segundo a analogia feita pelo Professor Yoo, necessário para a construção do desenvolvimento mundial.

Para finalizar o painel, foi apresentado o case da SAP Brasil, cliente da OZ Engenharia. A apresentação foi feita pelo presidente do Laboratório de Inovação da SAP Brasil, Erwin Rezelman. A empresa tem um escritório em São Paulo e um centro tecnológico em São Leopoldo/RS no Tecnosinos, parque tecnológico da UNISINOS. Erwin falou sobre o intercâmbio de conhecimento entre colaboradores de diferentes nacionalidades e os brasileiros afirmando que “Equipes multiculturais geram inovação”. Ainda citou a preocupação da empresa com o meio ambiente e na meta de todos os prédios da sede de São Leopoldo terem certificação LEED.  Além disso, falou da vantagem de instalar o centro de inovação da SAP no Tecnosinos, já que em São Paulo há muita concorrência e muita rotatividade, porém lamentou a estrutura de transporte e serviços gaúchos, “Precisamos da infraestrutura da China e de Cingapura aqui no RS”, completou.

No dia 22 de setembro, em cidades do mundo todo, são realizadas atividades em defesa do meio ambiente e da qualidade de vida nas cidades, no que passou a ser conhecido como Dia Mundial Sem Carro. A data foi criada na França, em 1997.

O objetivo principal do Dia Mundial Sem Carro é estimular uma reflexão sobre o uso excessivo do automóvel, além de propor às pessoas que dirigem todos os dias que revejam a dependência que criaram em relação ao carro ou moto. A ideia é que essas pessoas experimentem, pelo menos nesse dia, formas alternativas de mobilidade, descobrindo que é possível se locomover pela cidade sem usar o automóvel.

No Brasil, desde 2001, várias cidades já aderiram ao movimento. Hoje, além discutir uma alternativa para evitar a poluição causada pelo número excessivo de carros nas ruas, são discutidas melhorias na mobilidade urbana.

A cidade de São Paulo, caracterizada entre outras coisas, por seu trânsito caótico, está recebendo várias ações do Dia Mundial sem Carro + Semana da Mobilidade. Essas atividades são organizadas por um coletivo de pessoas e entidades que buscam influenciar políticas públicas e os cidadãos para o tema da mobilidade urbana e as consequências geradas pela falta dela. Para se inspirar veja a programação, carta manifesto, entre outras informações no site do Dia Mundial Sem Carro São Paulo.

Para entender como surgiu o movimento, confira a página do World Carfree Day .

Ultimamente algumas notícias alertaram sobre o aumento dos níveis do poluente ozônio na atmosfera de diversas cidades brasileiras, sobretudo em São Paulo. Notícia que confunde algumas pessoas, pois, paralelo a isso, existem campanhas para a preservação da camada de ozônio. Então, nessa história, o ozônio é mocinho ou vilão?

Sabemos que a camada de ozônio na alta atmosfera atua como um filtro para os raios ultravioleta do sol, reduzindo a quantidade de radiação que atinge a superfície da Terra. Além disso, equipamentos que geram doses controladas de ozônio são utilizados para higienizar água e ar. No entanto, altas concentrações deste gás podem ser prejudiciais. Algumas pessoas são mais sensíveis a ação do ozônio e se este está em altas quantidades na atmosfera pode provocar problemas respiratórios. Porém quantidades controladas do gás limpam o ar de agentes patogênicos como vírus e bactérias.

A questão, é que o ozônio apontado como poluente, não é produzido por nenhuma fonte específica que gera este gás e sim por reações químicas entre óxidos de nitrogênio e compostos orgânicos voláteis, ativadas pela luz solar. Estes compostos são produzidos por carros, caminhões, fábricas e usinas de geração de energia, onde a gasolina, óleo diesel, querosene, óleo ou gás natural são queimados.

A conclusão que chegamos é que, controlar a poluição do ar evitando a emissão de gases prejudiciais ajuda a resolver esses dois problemas, beneficiando a nossa saúde e bem-estar.

O Limpa Brasil Let’s do it! é um movimento de cidadania e cuidado com o meio ambiente. A ideia é convidar os cidadãos para ajudar a limpar suas cidades em um dia. Idealizado pelo ambientalista Rainer Nõlvak, o movimento Let´s do it! aconteceu pela primeira vez na Estônia, em 2008, e envolveu 50 mil voluntários, retirando 10 mil toneladas de lixo das praças, ruas e florestas em um período de apenas 5 horas.

No Brasil, a campanha Limpa Brasil Let´s do it! chega com o objetivo de reunir meio  milhão de pessoas na limpeza de 14 das maiores cidades brasileiras.  O projeto terá duração de dez anos e tem o objetivo de despertar a sociedade para os problemas relacionados ao descarte indevido do lixo. A primeira ação do movimento aconteceu no Rio de Janeiro, no início de junho, e reuniu mais de 6 mil pessoas, que recolheram 17 toneladas de materiais recicláveis do espaço público em um dia de mobilização.

A divulgação do movimento conta com uma propaganda onde artistas, declaram “Eu sou catador”. Esta ação busca incentivar a participação da população nas ações de limpeza do movimento por meio da reflexão: se essas pessoas se consideram catadoras, porque eu também não seria?

A principal meta é despertar a  responsabilidade individual do cidadão  em relação aos resíduos que produz, incentivando o engajamento para limpar as cidades e, o que é mais importante, mantê-las limpas. Na primeira fase do projeto (2011/2012), o foco é a realização de grandes ações de
mobilização para a limpeza das cidades. Até novembro deste ano, além do Rio de Janeiro, Brasília, Campinas, Goiânia, São Paulo e Belo Horizonte receberão a iniciativa.

Os interessados em participar do movimento devem se cadastrar pelo site www.limpabrasil.com, no qual há quatro opções de voluntariado: divulgação, organização, logística e dia da ação.

Cidades que já confirmaram participação:

Rio de Janeiro – 06 de junho
Brasília – 21 de agosto
Goiânia – 26, 27 e 28 de agosto
Campinas – 25 de setembro
São Paulo – 01 a 22 de outubro

Abaixo o vídeo de divulgação da campanha. Para saber mais acesse: www.limpabrasil.com.

Em São Paulo, as salas que exibem filmes 3D vão ter que higienizar os óculos especiais. Quem não cumprir a lei, vai pagar multa e sofrer punições, como a suspensão das atividades por tempo indeterminado ou até mesmo a cassação da licença de funcionamento. Essa medida foi tomada para evitar que vírus e bactérias, causadores de doenças como a conjuntivite, se espalhem pela plateia.

“Se uma pessoa com conjuntivite põe os óculos, o vírus ou bactéria pode ficar presos na armação ou na lente. Outra pessoa saudável, que puser os óculos logo em seguida, pode levar esse vírus ou bactérias para os seus olhos e ter conjuntivite. E os vírus ou bactéria pode ficar armazenados nesses materiais inanimados por até sete dias”, explica o oftalmologista Newton Kara José, do Hospital Sírio-Libanês.

Os médicos dizem que para matar vírus e bactérias é preciso lavagem com água quente e detergente, álcool ou ozônio. O modo de secar e embalar sem o contato com as mãos também é recomendado.

Fonte: Site Bom Dia Brasil

Confira matéria completa em: http://glo.bo/jKlGZT

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