Posts com a Tag ‘Ozônio’

Feliz Natal e 2015 OZ Engenharia

 

“Se nós mudarmos nossos pensamentos e ações nós mudamos o mundo”

 

Mais uma vez a OZ Engenharia em parceria com a LLBC inovaram com uma árvore solar fotovoltaica junto ao Caminho do Gol em Porto Alegre.

Com objetivo de atender requisitos de sustentabilidade solicitados pela FIFA, junto aos jogos da copa, foi elaborada uma ação de Exposição de Árvore Solar Fotovoltaica que transforma a energia do sol em energia elétrica limpa e renovável, para ser utilizada como sistema de sinalização e ponto de iluminação local, com serviço à população de recarga de baterias de celular, câmeras fotográficas digitais. A árvore solar está instalada na esquina da Av. Borges de Medeiros com a Av. Aureliano de Figueiredo Pinto, próximo ao espaço reservado das estruturas consulares provisórias (contêineres) localizados na Estação Praça Isabel, a Católica de Espanha, no trajeto que a Prefeitura de Porto Alegre denominou CAMINHO DO GOL, durante a Copa do Mundo de 2014.

A Árvore Solar com formato de Araucária, tem as dimensões 4,40m de altura, totalizando 520watts/hora, cuja energia é armazenada em um conjunto de baterias internas à árvore. Estas baterias fornecem a carga para iluminação noturna local e também permitem carregamento de celulares na própria árvore através de cabo espera universal.

Um CICLOMOTOR Elétrico, fabricado pela LLBC, estará à disposição da SECOPA, para agente autorizado, como demonstração e para ser usado nas rondas de fiscalização no CAMINHO DO GOL durante os dias de realização dos eventos. O veículo é totalmente elétrico, não gera ruído e não gera gases de efeito estufa, podendo ser carregado em uma tomada comum ou na própria árvore que é carregada com energia solar.

A Árvore Solar, bem como o Ciclomotor Elétrico, ficarão em exposição no período de realização da Copa, de 12 de junho a 13 de julho de 2014. Após essa data, a Árvore será deslocada para Lajeado, junto a Universidade UNIVATES.
A ação foi desenvolvida pelas empresas LLBC e OZ Engenharia do TECNOPUC com patrocínio da UNIVATES e apoio da SECOPA da Prefeitura de porto Alegre.

A OZ Engenharia está apoiando o espetáculo infantil Para Sempre Terra do Nunca 2, em cartaz no Teatro Novo DC em Porto Alegre.

Em 2012, a peça “Para Sempre Terra do Nunca” foi assistida por mais de 38.500 espectadores, entre crianças e adultos. O sucesso foi tanto que o dramaturgo escreveu, para 2014, a sequência.

“Dar seguimento a uma peça que atingiu quase 40.000 espectadores aumenta nossa responsabilidade. Assim, “Para Sempre Terra do Nunca 2 – A volta dos que não foram“ foi pensada em não ser parecida na história, mas igual na qualidade”, afirma o diretor da peça Ronald Radde.

A Terra do Nunca é onde todos os sonhos se realizam. Cansado das lutas travadas com o Peter Pan, de sair pelos mares com seu fiel escudeiro Barrica, de perseguir a Sininho e de fugir do Crocodilo Tic-tac, o Capitão James Gancho tem uma ideia: transformar a Terra do Nunca numa ilha de turismo.  Porém, inesperados obstáculos e personagens transformarão sua ideia num verdadeiro pesadelo, como por exemplo, a chegada do Homem de Lata e do Leão, ambos do clássico Mágico de Oz, e de um príncipe que representa todos os mocinhos dos contos de fadas, sem falar na bruxa má do oeste com seus assustadores e atrapalhados macacos alados.

– Nós todos temos uma Terra do Nunca para irmos quando estamos com dificuldades. Isso é eterno. Sempre mantemos um coração de criança – afirma o diretor.

O espetáculo fica em cartaz até agosto, sempre aos domingos, às 17h. Os ingressos custam R$ 25 (plateia baixa) e R$ 20 (plateia alta).

Elenco

Capitão Gancho – Pedro Juvenal
Barrica – Karen Radde
Peter Pan – Luciano Pieper
Homem de Lata – Fabrízio Gorziza
Leão – Joana Izabel
Bruxa Má do Oeste – Ellen D´avila
Príncipe e macaco alado “Caco”- Daniel Anillo
Wendy e macaca alada “Caca” – Márjori Moreira

Ficha técnica

Texto e Direção: Ronald Radde
Direção de Produção: Ellen D´avila
Produção Executiva: Karen Radde
Assistente de Produção: Gaya
Gerente Administrativo/Financeiro: Bernardo Altenbernd
Trilha Sonora Original e Arranjos: André Trento
Preparação Física e Coreografias: Márcia Chemale Kalil
Figurinos e Acessórios: Titi Lopes
Cenografia e Adereços: Júlio Freitas
Execução: José Hildemar Cavalheiro, Patrik Simões e Eduardo Chitolina
Iluminação: Ronald Radde e José H. Cavalheiro
Operação de Luz: Patrik Simões
Operação de Som: Ronald Radde
Manutenção do TNDC: Denise Ferreira
Programação Visual: Rogério Araújo
Fotos: Lisa Roos
Assessoria de Imprensa: Phosphoros Novas Ideias
Web Designer: Rosana Almendares
Projeto A Escola vai ao Teatro: Ane Marie Kranen
Escola Teatro Novo (Coordenação): Márcia Dias
Realização: Cia. Teatro Novo – 46 anos!

Serviço:

Para Sempre Terra do Nunca 2 – A volta dos que não foram
De 9 de março a 17 de agosto
Teatro Novo DC – DC Shopping
Rua Frederico Mentz, 1561 D – Navegantes
Informações: 51 3374-7626 / 3374-3722
www.teatronovo.com.br

O Instituto de Propriedade Industrial (INPI) publicou nesta terça-feira, 21/01/14 em sua página da internet “e-patentes”, parecer técnico sugerindo pela nulidade administrativa da patente PI08043167 de titularidade de uma concorrente multinacional depositada em 03/11/2008 e concedida em 24/01/2012 – aproximadamente 03 anos após o depósito.

De acordo com o parecer em tela, foi questionada a validade da patente, por falta de novidade e atividade inventiva (Art. 11 e 13 da LPI). Devido a um erro de publicação, a decisão foi divulgada apenas na RPI2246. As partes ainda tem 60 dias para manifestação.

A OZ buscou apoio junto ao ETT (Escritório de Transferência de Tecnologia da PUCRS) e Tecnopuc para a ação de pedido de nulidade administrativa (pedido em junho de 2012) e graças à argumentação  e análise da documentação apresentada ao INPI foi possível a publicação do parecer.

“Acionamos inclusive o Ministério Público e a Corregedoria do INPI para verificar possíveis erros dessa concessão” diz Fábio Rahmeier, diretor da OZ Engenharia. “Agora podemos finalmente comercializar tranquilamente nosso produto para higienização do sistema de ar condicionado dos veículos, cujo produto similar já era oferecido para linha de ônibus desde o ano 2003”.

A nulidade, se declarada, retroage à data do depósito do pedido de registro ou da patente (arts. 48 e 167 da Lei 9.279/96) e seu titular é considerado como nunca tendo adquirido direito algum sobre a marca ou invenção. (SCHMIDT, Lélio Denicoli. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2009.)

Veja os documentos na íntegra:

Parecer CGREC

Parecer Técnico – DIMEC_Page1

Parecer Técnico – DIMEC_Page2

 

Balas M&M 40 gramas – 200cal

Um estudo muito visual e informativo apresentou uma série de fotos, que comparam 200 calorias em diferentes alimentos. Você acha que um punhado de ursinhos de goma não poderia engordar muito, certo ..? Bem, acontece que, apenas 51 gramas deles equivale a mesma quantidade calórica de cerca de 600 gramas de brócolis ou 3 ovos inteiros. E agora vamos ser honestos – qual dessas quantidades soam mais parecidos com uma refeição adequada para você?

O estudo compara 71 alimentos diferentes. Estatisticamente um adulto médio precisa de 2000-2500 calorias por dia, mas isso, é claro, é diferente, dependendo de como você se exercita diariamente. Portanto, para aqueles que não gostam de suar na academia, uma colher de manteiga de amendoim já se torna um pecado!

Veja abaixo alguns comparativos de quantidades de alimentos que equivalem a 200 calorias:

Ursinhos de Goma 51 gramas

Maças 385 gramas

Baby Cenouras 570 gramas

Brócolis 588 gramas

Milho 308 gramas

Manteiga 28 gramas

Ervilhas 357 gramas

Coca Cola 496 ml

Doritos 41 gramas

Kiwi 328 gramas

McDonald’s Cheeseburger 75 gramas

Uvas 290 gramas

Barra de Chocolate Snickers 41 gramas

Para ver a lista completa clique aqui.

Vídeo demonstrativo e explicativo:

 

Entrevista concedida pelos engenheiros Fábio Rahmeier (OZ Engenharia) e Eduardo Bellanca (LLBC) ao programa Cidadania da TVE sobre métodos e soluções ecológicas para o tratamento de água. A instalação da OZ engenharia em parceria com a LLBC empregou tecnologias de membranas de microfiltração, ozônio e osmose reversa, para transformar a água do Arroio Dilúvio contaminada com esgoto, em água potável. Todo o sistema funciona com a energia fotovoltaica gerada por uma árvore solar.

 

Muito se tem falado sobre a liberação de plantas resistentes ao uso do agente laranja em nossas plantações, pensando nisso o Blog da OZ Engenharia de Ozônio, resolveu fazer uma pesquisa sobre o assunto e as reais consequências e vantagens do uso desse agente (e se é realmente ele que será usado). Para isso vamos entender um pouco o contexto da sua criação.

Guerra do Vietnã

A Guerra do Vietnã foi um conflito armado que começou no ano de 1959 e terminou em 1975. As batalhas ocorreram nos territórios do Vietnã do Norte, Vietnã do Sul, Laos e Camboja. Esta guerra pode ser enquadrada no contexto histórico da Guerra Fria. O Vietnã havia sido colônia francesa e no final da Guerra da Indochina (1946-1954) foi dividido em dois países. O Vietnã do Norte era, comandado por Ho Chi Minh, possuindo orientação comunista pró União Soviética. O Vietnã do Sul, uma ditadura militar, passou a ser aliado dos Estados Unidos e, portanto, com um sistema capitalista.

A Guerra do Vietnã foi a primeira a utilizar helicópteros.

Os EUA passaram a colaborar com o Vietnã do Sul enviando armas, dinheiro e conselheiros militares.

Tudo isso fez com que surgissem os movimentos de oposição: Frente Nacional de Libertação (apoiados pelo Vietnã do Norte) juntamente com o seu exército Vietcongue.

Apoiados pelos americanos e suas armas poderosas os sul-vietnamitas atacaram por 10 anos o norte.
Porém, depois que algumas embarcações americanas foram bombardeadas no Golfo de Tonquim, o presidente Lindon B. Johnson ordenou bombardeios de represália contra o Vietnã do Norte. Esse fato marcou a entrada dos EUA na guerra (1965). Os soldados norte-americanos sofreram num território marcado por florestas tropicais fechadas e grande quantidade de chuvas. Os vietcongues utilizaram táticas de guerrilha, enquanto os norte-americanos empenharam-se no uso de armamentos modernos, helicópteros e outros recursos, entre eles o agente laranja e o napalm. O final dessa guerra a maioria conhece, sem apoio popular e com derrotas seguidas, o governo norte-americano aceita o Acordo de Paris, que previa o cessar-fogo, em 1973. Em 1975, ocorre a retirada total das tropas norte-americanas. É a vitória do Vietnã do Norte. O conflito deixou mais de 1 milhão de mortos (civis e militares) e o dobro de mutilados e feridos. A guerra destruiu casas e provocou prejuízos econômicos e arrasou campos agrícolas, com o uso do tão famoso Agente Laranja.

Agente Laranja

Agente laranja é uma mistura de dois herbicidas: o 2,4-D e o 2,4,5-T, recebeu esse nome  por causa de uma faixa laranja na embalagem. Por questões de negligência e pressa para utilização, durante a Guerra do Vietnã, foi produzido com inadequada purificação, apresentando teores elevados de um subproduto cancerígeno da síntese do 2,4,5-T: a dioxina tetraclorodibenzo- dioxina. Este resíduo não é normalmente encontrado nos produtos comerciais que incluem estes dois ingredientes, mas marcou para sempre o nome do Agente Laranja, cujo uso deixou sequelas terríveis na população daquele país e nos próprios soldados norte-americanos.

No período de 1961 a 1971, as tropas americanas aspergiram 80 milhões de litros de herbicidas, que continham 400 quilogramas de dioxina sobre o território vietnamita, de acordo com estatísticas oficiais.

Esse desfolhantes destruiram o habitat natural, deixaram 4,8 milhões de pessoas expostas ao agente laranja e provocaram enfermidades irreversíveis, sobretudo malformações congênitas, câncer e síndromes neurológicas em crianças, mulheres e homens do país.

Aproximadamente 50 anos depois do uso dessa arma química o Conselho Mundial da Paz (CMP) lança campanha para condenação dos Estados Unidos, pela destruição de  florestas e por ter vitimado milhões de pessoas (estima-se que pelo menos três milhões de vietnamitas vivam com sequelas). Além disso, mais de 25% das florestas foram atingidas – cerca de três milhões de hectares-,  chegando a contaminar o solo e lençóis freáticos. Em 2009, foi detectado que nível da substância na região estava de 300 a 400 vezes acima do limite tolerável.

Contexto Atual Agente Laranja

O herbicida 2,4-D que compõe o agente laranja é utilizado a mais de meio século em nossas lavouras. De acordo com informações publicadas em sites especializados, plantas com resistência ao herbicida podem ser liberadas geneticamente para uso em nossas plantações, de acordo com esses dados, os herbicidas à base de glifosato, anunciados em anos anteriores como solução definitiva contra pragas na agricultura, já não exercem a mesma eficácia sobre plantas daninhas. Como resultado, as espécies invasoras ocupam lavouras e resistem à pulverização, prejudicando ou até inviabilizando safras inteiras. Uma solução apresentada propõe o plantio de variedades transgênicas de soja e milho resistentes a um defensivo mais agressivo, o 2,4-D (ácido diclorofenoxiacético).

Atualmente em análise na Comissão Nacional de Biotecnologia (CTNBio), órgão vinculado ao Ministério de Ciência e Tecnologia, a solicitação caminha para a liberação. Mas a medida gera controvérsias: enquanto uma força-tarefa capitaneada pelo setor agroquímico defende a aprovação, alguns pesquisadores a condenam por fomentar o uso de um produto que imporia riscos à saúde humana.

A preocupação quanto à liberação de variedades resistentes ao 2,4-D aumenta na medida em que a agressividade do herbicida não se restringe às pragas que combate. Enquanto o glifosato e o glufosinato de amônio, que dominam o mercado brasileiro de defensivos, ocupam a faixa verde na Classificação Toxicológica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o 2,4-D está no ápice do risco: faixa vermelha – extremamente tóxico.

O uso indiscriminado desse herbicida concomitantemente com o não tramamento dos resíduos agrícolas pode gerar um contaminação ainda maior dos nossos solos, rios, animais, plantas e lençóis freáticos.

Preservar a diversidade e a integridade do patrimônio genético do País e fiscalizar as entidades dedicadas à pesquisa e manipulação de material genético At. 225 CF/88

Esse parágrafo da nossa constituição não está sendo respeitado, pois a fiscalização e punição de infratores está cada vez mais amarrada por regras e leis burocráticas e sem poder de ação, devemos repensar o modo como estamos tratando nossa terra, se ações corretas não forem feitas, nada mais nos restará, além da triste imagem das matas devastadas na guerra do vietnã.

Não confunda com Napalm

Napalm sendo utilizado na guerra do Vietnã

Pesquisando sobre o uso do agente laranja encontrei muitas informações confundindo a ação dele com o Napalm, o Napalm  é um conjunto de líquidos inflamáveis à base de gasolina gelificada, utilizados como armamento militar. O napalm é na realidade o agente espessante de tais líquidos, que quando misturado com gasolina a transforma num gel pegajoso e incendiário.

O napalm foi usado em lança-chamas e bombas incendiárias pelos Estados Unidos e nações aliadas, para aumentar a eficiência dos líquidos inflamáveis. A substância é formulada para queimar a uma taxa específica e aderir aos materiais. O napalm é misturado com a gasolina gélida (ou gelatinosa) em diferentes proporções para alcançar este objetivo.

Diversos lançadores foram desenvolvidos para seu uso, culminando nas armas lança-chamas utilizadas para atacar os exércitos vietnamitas no fim da década de 1960. Também foi usado contra cidades e vilarejos de civis posteriormente.

Na Segunda Guerra Mundial, as Forças aliadas bombardearam cidades do Japão com bombas incendiárias feitas com napalm. Este tipo de armamento foi usado também pelas Forças armadas dos Estados Unidos contra guerrilhas comunistas na Guerra civil grega, na Coreia, por ocasião da Guerra da Coréia e no Vietnã, Laos e Camboja, durante a Guerra do Vietnã. O governo do México também utilizou napalm em 1960 contra guerrilha de Guerrero. Há notícias, também, de ter sido utilizado por Portugal nas antigas colônias de África, na chamada Guerra Colonial (1961-1974), mais notadamente em Moçambique.
Um outro efeito do napalm em bombas, consiste na desoxigenação do ar envolvente e aumento da concentração de Monóxido de Carbono os quais provocam asfixia. Uma outra utilização do napalm na Guerra do Vietnã consistiu na rápida abertura de clareiras para a aterrissagem de helicópteros.

A menina que simboliza a guerra

A famosa foto com as crianças correndo, fugindo do local onde sua aldeia havia sido atacada por um bombardeio de Napalm, virou símbolo de uma guerra covarde e injusta, mostrando a dor de inocentes e o poder bélico de quem prefere matar à distância.
A foto foi feita no dia 08 de junho de 1972 pelo fotógrafo da agência Associated Press, Huynh Cong Ut, que posteriormente recebeu o prêmio Pulitzer pela imagem.
A menina da foto chama-se Phan Thi Kim Phúc e sua história é descrita com mais detalhes na matéria após a imagem símbolo e algumas imagens coloridas da ocasião.
Que este dia e esta imagem fiquem sempre na mente de todos, pois é importante que algo desse porte nunca volte a ocorrer novamente.
O Destino da menina
Ela se transformou no símbolo da Guerra do Vietnã. A foto da menina queimada, fugindo nua após seu vilarejo ser devastado pelos americanos, correu o mundo. Hoje, Phan Thi Kim Phuc ainda carrega as marcas do bombardeio, mas se esforça para superar o trauma. “Estive no inferno e percebi que, se mantivesse o ódio, nunca sairia dele”, disse a vietnamita em uma entrevista.
Phan conta que jamais esquecerá o dia 8 de junho de 1972. “Estávamos em casa e, de repente, começamos a ver nossa vila sendo atacada. Corremos para um templo, que depois também foi bombardeado. Decidimos sair correndo. Ao sair, senti meu corpo inteiro queimar, como se estivesse em um forno. Era o napalm, que eu, sinceramente, não tinha ideia do que fosse até aquele momento”, disse Phan, que teve 65% de seu corpo queimado.
Seu vilarejo, Trang Bang, fica no sul do Vietnã, a cerca de 40 quilômetros de Saigon. A bomba foi lançada por soldados do Vietnã do Sul contra tropas norte-vietnamitas. A operação foi coordenada por militares americanos, ainda que Washington jamais tenha admitido seu envolvimento.
Em 1972, ela tinha 9 anos. Hoje, aos 45, é casada e mora no Canadá com seus dois filhos. Sua foto, tirada por Huynh Cong Ut, fotógrafo da agência Associated Press, ganhou o Prêmio Pulitzer do ano seguinte e se transformou no símbolo do conflito.
Enquanto a foto corria o mundo, sua vida mudava de forma radical. Após o ataque, ela foi levada para um hospital em Saigon pelo próprio fotógrafo. “Só me lembro que jogava água no meu corpo.”
Quando chegou ao hospital, as enfermeiras disseram que a garota não sobreviveria. “Fiquei 14 meses internada e passei por 17 cirurgias”, diz. A última ocorreu na Alemanha Oriental, em 1984. Mas, nem assim, as marcas desapareceram. “Continuo sentindo muita dor a cada movimento.”
Um ano após o ataque, ela voltou ao vilarejo. “Alguns dias depois, meu pai me trouxe um jornal e me mostrou a foto. Fiquei horrorizada e chorei sem parar por vários dias. Foi naquele momento que comecei a entender o que eu tinha vivido. Além disso, estava muito envergonhada. Não suportava me ver nua em uma foto que o mundo inteiro viu.”
Phan relata que estava vestida com uma roupa leve no momento do ataque, a qual que foi queimada em alguns segundos. “Se estivesse usando uma roupa mais pesada, que levasse mais tempo para queimar, estaria morta. Muitos morreram exatamente desta forma.”
Aos 13 anos, ela foi estudar em Saigon. No regime comunista, obteve a autorização, alguns anos mais tarde, para estudar medicina em Cuba, onde conheceu seu marido. Na viagem de lua-de-mel, o avião fez uma escala no Canadá, de onde o casal nunca mais saiu.
Phan tentou viver no anonimato, mas foi descoberta nos anos 90. “Um dia, estava andando na rua em Toronto e alguém me disse que sabia quem eu era. Foi aí que eu entendi que não poderia mudar o passado, mas que poderia alterar o significado do que ocorreu.”
A vietnamita passou a atuar como ativista de direitos humanos, tornou-se embaixadora da Unesco e criou uma fundação. Até hoje, Phan se lembra com ironia dos comentários do então presidente americano Richard Nixon, que duvidava da autenticidade da foto.
 O Ozônio no Contexto

Pátio Agrícola – clique para ampliar

A possibilidade da intensificação do uso do 2,4-D em virtude da liberação dos novos transgênicos resistentes a ele é questionável no Brasil,  pois ainda não existe regulamentação para os pátios de descontaminação de pulverizadores terrestres, o que poria em risco todo nosso ecossistema, já que os resíduos líquidos da lavagem (calda tóxica) ainda são despejados diretamente no meio ambiente (solo e sumidouros), sem o tratamento adequado.   A OZ Engenharia possui em sua linha de produtos o DEGRADATOX®, um sistema de degradação dos princípios ativos com ozônio, utilizado no tratamento da calda proveniente da lavagem de aeronaves e tratores pulverizadores de agrotóxicos. Essa calda é posteriormente armazenada em tanque de evaporação, evitando desta maneira que o resíduo seja despejado no solo, contaminando-os, prevenindo riscos de contaminação do meio ambiente (volatilização e consequente sumiço das abelhas). Para saber mais sobre o equipamento clique no link ou nos ligue (51) 3339 0082.

Extra:

Opinião Monsanto sobre uso do Agente Laranja.

 

Fontes:

http://www.vn-agentorange.org/RL34761_200905.pdf

http://apogeudoabismo.blogspot.com.br/2012/06/menina-que-simboliza-guerra-do-vietna.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Agente_laranja

http://noticias.terra.com.br/ciencia/herbicida-do-agente-laranja-pode-ser-liberado-para-uso-em-lavouras,f8a8d8f8ccb10410VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html

http://www.suapesquisa.com/historia/guerra_do_vietna.htm

http://www.infoescola.com/historia/guerra-do-vietna/

 

 

 

 

 

 

 

 

O gás ozônio é muito mais que a camada que nos protege. É um gás com infinitas aplicações, nos mais diversos campos de atividade humana.

O ozônio é um dos gases mais importantes na estratosfera que cerca nosso planeta. Esta camada protetora de ozônio age como um filtro da energia ultravioleta (UV) altamente destrutiva que vem do sol ajudando a manter o equilíbrio biológico em nosso planeta.
O ozônio é a forma triatômica do oxigênio. O oxigênio é normalmente encontrado em sua forma diatômica (O2), mas assim como encontramos na natureza o alótropo do grafite na forma de diamante, o ozônio (O3) é o alótropo do oxigênio. Forma-se quando as moléculas de oxigênio (O2) se rompem , e os átomos separados combinam-se individualmente com outras moléculas de oxigênio. Pode ser formado naturalmente, pela ação dos raios UV ou pelos geradores de ozônio, que convertem O2 em O3

O ozônio (O3) é um gás bastante reativo e altamente instável, ou seja, logo se recompõe a oxigênio (O2). É um dos oxidantes naturais mais potentes e é também um poderoso germicida. Estas características conferem ao ozônio uma gama de aplicações, sendo utilizado em saúde e processos industriais, tratamento de águas, alimentos, gases, efluentes e também como agente clareador/branqueador.

SOBRE A OZONIOTERAPIA

A ozonioterapia é uma técnica que utiliza à aplicação de uma mistura dos gases oxigênio e ozônio, por diversas vias de administração, com finalidade terapêutica. Ozônio medicinal é sempre uma mistura de puro ozônio e oxigênio. De acordo com a indicação e tipo de aplicação, a concentração pode variar entre 1 e 100 mg/L (0,05-5%O3). O profissional habilitado determina a dose adequada e a via de aplicação de acordo com a indicação e as condições do paciente.

O sistema de Saúde da Alemanha, Itália e outros 16 países reconhecem o uso desta técnica para diversas patologias. Cuba conta com 39 Centros Clínicos de Ozonioterapia e na Rússia é utilizada em todos os Hospitais Governamentais. Atualmente aproximadamente 10.000 médicos utilizam este método na Europa.

As aplicações de Ozonioterapia são determinadas por suas propriedades antiinflamatórias, antissépticas, de modulação do estresse oxidativo, da melhora da circulação periférica e da oxigenação. Isto determina o amplo número de patologias em que pode ser utilizada de modo isolado ou complementar.

As concentrações e modo de aplicação variam de acordo com a afecção a ser tratada, já que a concentração de ozônio determina o tipo de efeito biológico e o modo de aplicação relaciona-se à sua ação no organismo. Dessa maneira, podem ser tratadas pela Ozonioterapia as patologias de origem inflamatória, infecciosa e isquêmica. Por sua habilidade de estimular a circulação, a Ozonioterapia é usada no tratamento de doenças circulatórias Possui propriedades bactericidas, fungicidas e virustáticas, pelo que é largamente utilizada para tratamento de feridas infectadas. Como o ozônio é um gás altamente instável e logo se recompõe a oxigênio, o gás deve ser gerado no local do uso, com equipamentos específicos, que produzem a mistura oxigênio-ozônio em concentrações específicas e precisas.

Ozonioterapia no Brasil

A Ozonioterapia está apenas sendo utilizada como terapia alternativa na área médica, mas ainda não está aprovada no Brasil para uso na odontologia (Julho de 2013), mas um pedido de aceitação e normatização da Ozonioterapia como terapia alternativa junto ao Conselho Regional de Odontologia, com principais indicações para Periodontia, Endodontia, Cirurgia, Cárie e Estomatologia está sendo encaminhado para o CRO. O que já é um ótimo começo. Para mais informações acesse o site da ABOZ.

Informações retiradas do site http://www.aboz.org.br

 

Sabe quando o carro está com um cheiro desagradável? E ainda piora quando você liga a ventilação ou o ar condicionado? E mesmo depois de mandar lavar o mau cheiro permanece? Isso pode ser falta de manutenção do ar condicionado. E essa falta de limpeza do sistema pode causar além do mau cheiro doenças respiratórias, como alergias.

 

A maior parte desses problemas é causada pela umidade natural formada no evaporador (resfriador) do ar-condicionado, por onde passa o ar. A sujeira que vem de fora do veículo em contato com a água cria um ambiente propício para o desenvolvimento de infestações, que provocam doenças respiratórias, como rinite, tosse, gripe e até pneumonia.

Como Prevenir:

  1. Evite deixar o ar condicionado parado por muito tempo. Mesmo nos dias frios, coloque o sistema para funcionar de vez em quando. Isso evita o acúmulo de poeira;
  2. Desligue o ar-condicionado três minutos antes de chegar ao destino. Isso faz com que a umidade no sistema seja retirada, evitando a proliferação de fungos e bactérias;
  3. Evite fumar no interior do veículo, pois a fumaça do cigarro se infiltra nos estofados e no sistema de circulação de ar;
  4. Limpe bem os calçados antes de entrar no veículo, evitando assim trazer sujeiras prevenientes da rua para dentro do carro;
  5. Não coma alimentos no interior do veículo, resíduos geram odores desagradáveis.

Ozônio no tratamento do ar condicionado

A OZ Engenharia desenvolve o equipamento Air Life, aparelho gerador de ozônio que quando utilizado no interior do veículo, com o ar condicionado ligado, faz o ar circular por entre os dutos de ventilação e demais partes do carro, desinfetando e esterilizando por completo o automóvel, inibindo o aparecimento de fungos e eliminando ácaros, bactérias e vírus.

Esse processo deixa o carro sem cheiro algum e pronto  para ser aromatizado com o odor que você achar mais agradável, muitas empresas de limpeza automotiva já estão utilizando esse sistema para higienizar os veículos, um método eficaz e rápido no combate ao mau cheiro e limpeza geral.

Chamado ozonização, o sistema  não utiliza produtos químicos e reduz microrganismos e odores de cigarros, animais, resíduos alimentares, etc. Popularmente o processo é conhecido como oxi-sanitização.

Recentemente uma patente desse processo foi anulada pelo INPI com subsídios fornecidos pela OZ Engenharia, pois o processo é de domínio público e estava sendo explorado comercialmente por apenas uma empresa.

Completamente ecológico, não gera resíduos, e não possui contra indicações para pessoas alérgicas, crianças ou animais.

Para mais informações sobre nossos produtos nos ligue (51) 3339 0082, acesse nosso site ou nos encaminhe um e-mail: atendimento@ozengenharia.com.br  – temos locais comprovados de uso dos nossos equipamentos de ozonização no interior de carros, ônibus  e demais veículos automotores, temos condições especiais para empresas que fazem a higienização automotiva.

A linha ASEPCO, marca registrada da OZ Engenharia, pode ser utilizada para essa finalidade.

Equipamento gerador de ozônio Asepco

Gerador de ozônio ASEPCO

 

 

 

Pesquisar
Divulgação
Calendário
agosto 2017
S T Q Q S S D
« jul    
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031  
Site OZ Engenharia
Águas Limpas
Google +1
Categorias