Posts com a Tag ‘oxi sanitização’

Sabe quando o carro está com um cheiro desagradável? E ainda piora quando você liga a ventilação ou o ar condicionado? E mesmo depois de mandar lavar o mau cheiro permanece? Isso pode ser falta de manutenção do ar condicionado. E essa falta de limpeza do sistema pode causar além do mau cheiro doenças respiratórias, como alergias.

 

A maior parte desses problemas é causada pela umidade natural formada no evaporador (resfriador) do ar-condicionado, por onde passa o ar. A sujeira que vem de fora do veículo em contato com a água cria um ambiente propício para o desenvolvimento de infestações, que provocam doenças respiratórias, como rinite, tosse, gripe e até pneumonia.

Como Prevenir:

  1. Evite deixar o ar condicionado parado por muito tempo. Mesmo nos dias frios, coloque o sistema para funcionar de vez em quando. Isso evita o acúmulo de poeira;
  2. Desligue o ar-condicionado três minutos antes de chegar ao destino. Isso faz com que a umidade no sistema seja retirada, evitando a proliferação de fungos e bactérias;
  3. Evite fumar no interior do veículo, pois a fumaça do cigarro se infiltra nos estofados e no sistema de circulação de ar;
  4. Limpe bem os calçados antes de entrar no veículo, evitando assim trazer sujeiras prevenientes da rua para dentro do carro;
  5. Não coma alimentos no interior do veículo, resíduos geram odores desagradáveis.

Ozônio no tratamento do ar condicionado

A OZ Engenharia desenvolve o equipamento Air Life, aparelho gerador de ozônio que quando utilizado no interior do veículo, com o ar condicionado ligado, faz o ar circular por entre os dutos de ventilação e demais partes do carro, desinfetando e esterilizando por completo o automóvel, inibindo o aparecimento de fungos e eliminando ácaros, bactérias e vírus.

Esse processo deixa o carro sem cheiro algum e pronto  para ser aromatizado com o odor que você achar mais agradável, muitas empresas de limpeza automotiva já estão utilizando esse sistema para higienizar os veículos, um método eficaz e rápido no combate ao mau cheiro e limpeza geral.

Chamado ozonização, o sistema  não utiliza produtos químicos e reduz microrganismos e odores de cigarros, animais, resíduos alimentares, etc. Popularmente o processo é conhecido como oxi-sanitização.

Recentemente uma patente desse processo foi anulada pelo INPI com subsídios fornecidos pela OZ Engenharia, pois o processo é de domínio público e estava sendo explorado comercialmente por apenas uma empresa.

Completamente ecológico, não gera resíduos, e não possui contra indicações para pessoas alérgicas, crianças ou animais.

Para mais informações sobre nossos produtos nos ligue (51) 3339 0082, acesse nosso site ou nos encaminhe um e-mail: atendimento@ozengenharia.com.br  – temos locais comprovados de uso dos nossos equipamentos de ozonização no interior de carros, ônibus  e demais veículos automotores, temos condições especiais para empresas que fazem a higienização automotiva.

A linha ASEPCO, marca registrada da OZ Engenharia, pode ser utilizada para essa finalidade.

Equipamento gerador de ozônio Asepco

Gerador de ozônio ASEPCO

 

 

 

Campanha Quer Acabar Com Veneno Na Lavoura

 

Para alertar a população sobre os riscos que os agrotóxicos presentes nos alimentos e acabar com seu uso no País, um conjunto de organizações criou a Campanha contra os agrotóxicos e pela vida.

A iniciativa valoriza a agroecologia (produção com recursos naturais) ao invés dos agrotóxicos e transgênicos e denuncia os efeitos prejudiciais à saúde (tanto dos trabalhadores rurais como dos consumidores nas cidades) e ao meio ambiente (contaminação dos solos e das águas).

A campanha quer responsabilizar as empresas que produzem e comercializam agrotóxicos, criar formas de restringir o uso de venenos e de impedir sua expansão, propondo projetos de lei, portarias e outras iniciativas legais.

O Brasil é o primeiro país no mundo que regulamentou o tratamento dos resíduos líquidos de agrotóxicos utilizados na pulverização das lavouras.

A Instrução Normativa 02 de 03/01/2008 do MAPA é exigida para aviação agrícola em todo território nacional, porém não abrange os tratores de pulverização terrestres, que devem ser licenciados por cada Estado, e representam 90% da pulverização de agrotóxicos.  O Estado do Mato Grosso instituiu o mesmo modelo de pátio de descontaminação da aviação agrícola para os tratores (Decreto 2.283 de 09/12/2009), porém, a alta demanda de licenciamentos e a falta de fiscalização suspenderam a exigência do pátio (ofício 2475/2011 do INDEA-MT), mantendo a antiga prática poluidora de despejo dos resíduos diretamente no meio ambiente.

O sistema de tratamento é muito simples e basicamente exige o recolhimento, oxidação e contenção dos resíduos líquidos dos pesticidas.

A suspensão da exigência da construção do pátio de descontaminação e o despejo direto dos resíduos de agrotóxicos no solo, geram um passivo ambiental e contaminação dos lençóis freáticos. Por se tratar de uma água pura, não existe capacidade de degradação destes poluentes, sendo sua remediação quase impossível.

Uma pesquisa em Lucas do Rio Verde – MT em 2011 apontou que 85% das mulheres apresentaram no leite materno pelo menos seis tipos de agrotóxicos e pelo menos um tipo em 100% delas. (Pignati, 2011).

Estudos apontam residual de pesticidas na água da chuva e água potável (Schreiber, 2012) e podem estar relacionados ao sumiço de abelhas em diversas regiões.

Recentemente o IBAMA (DOU 139 – 19/07/12) restringiu os inseticidas para pulverização aérea, porém também deve ser revista a utilização em tratores de pulverização terrestre.

A OZ Engenharia desenvolve desde o início das pesquisas o  Degradatox, aparelho gerador de ozônio que serviu de teste para a implementação do sistema que regulamentou o tratamento dos pátios. O ozônio quando utilizado no tratamento de resíduos tem excelentes resultados com tecnologia limpa e eficaz no tratamento de agrotóxicos, sendo o ozônio o mais indicado para essa finalidade.

Tabela de alimentos e percentual de agrotóxicos:

Mais de um milhão de toneladas de venenos foram jogados nas lavouras somente em 2010, segundo dados do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Agrícola.

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), na última safra foram comercializados mais de sete bilhões de dólares de agrotóxicos. Todo este mercado está concentrado em grandes empresas transnacionais, que controlam mais de 80% do mercado de veneno.

Os ingredientes ativos presentes nos agrotóxicos podem causar esterilidade masculina, formação de cataratas, evidências de mutagenicidade, reações alérgicas, distúrbios neurológicos, respiratórios, cardíacos, pulmonares, no sistema imunológico e no sistema endócrino, ou seja, na produção de hormônios, desenvolvimento de câncer, dentre outros agravos à saúde.

Mais informações acesse o site: http://www.contraosagrotoxicos.org.

Informações sobre o Degradatox clique aqui.

Vídeo com informações sobre o uso de agrotóxicos no Brasil:

 

 

 

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