Posts com a Tag ‘natureza’

Mais uma vez a OZ Engenharia em parceria com a LLBC inovaram com uma árvore solar fotovoltaica junto ao Caminho do Gol em Porto Alegre.

Com objetivo de atender requisitos de sustentabilidade solicitados pela FIFA, junto aos jogos da copa, foi elaborada uma ação de Exposição de Árvore Solar Fotovoltaica que transforma a energia do sol em energia elétrica limpa e renovável, para ser utilizada como sistema de sinalização e ponto de iluminação local, com serviço à população de recarga de baterias de celular, câmeras fotográficas digitais. A árvore solar está instalada na esquina da Av. Borges de Medeiros com a Av. Aureliano de Figueiredo Pinto, próximo ao espaço reservado das estruturas consulares provisórias (contêineres) localizados na Estação Praça Isabel, a Católica de Espanha, no trajeto que a Prefeitura de Porto Alegre denominou CAMINHO DO GOL, durante a Copa do Mundo de 2014.

A Árvore Solar com formato de Araucária, tem as dimensões 4,40m de altura, totalizando 520watts/hora, cuja energia é armazenada em um conjunto de baterias internas à árvore. Estas baterias fornecem a carga para iluminação noturna local e também permitem carregamento de celulares na própria árvore através de cabo espera universal.

Um CICLOMOTOR Elétrico, fabricado pela LLBC, estará à disposição da SECOPA, para agente autorizado, como demonstração e para ser usado nas rondas de fiscalização no CAMINHO DO GOL durante os dias de realização dos eventos. O veículo é totalmente elétrico, não gera ruído e não gera gases de efeito estufa, podendo ser carregado em uma tomada comum ou na própria árvore que é carregada com energia solar.

A Árvore Solar, bem como o Ciclomotor Elétrico, ficarão em exposição no período de realização da Copa, de 12 de junho a 13 de julho de 2014. Após essa data, a Árvore será deslocada para Lajeado, junto a Universidade UNIVATES.
A ação foi desenvolvida pelas empresas LLBC e OZ Engenharia do TECNOPUC com patrocínio da UNIVATES e apoio da SECOPA da Prefeitura de porto Alegre.

Entrevista concedida pelos engenheiros Fábio Rahmeier (OZ Engenharia) e Eduardo Bellanca (LLBC) ao programa Cidadania da TVE sobre métodos e soluções ecológicas para o tratamento de água. A instalação da OZ engenharia em parceria com a LLBC empregou tecnologias de membranas de microfiltração, ozônio e osmose reversa, para transformar a água do Arroio Dilúvio contaminada com esgoto, em água potável. Todo o sistema funciona com a energia fotovoltaica gerada por uma árvore solar.

 

Evento semana da água 2013 – OZ Engenharia, transformando esgoto em água potável.

No dia 11 de outubro de 2013 a OZ engenharia de ozônio realizou a exposição do Sistema Conceitual de Tratamento de Água – Transformando Esgoto em Água Potável com Sustentabilidade. O evento fazia parte da Programação Oficial da XX Semana Interamericana da Água e XIII Semana Estadual da Água, promovida pela ABES-RS, que nesta Edição tinha como tema Cuidar do arroio é proteger a água.

Árvore solar utilizada para iluminar e gerar energia no evento

Dentro desta temática está o Projeto Dilúvio Azul, que prevê ações de mobilização e conscientização nas diversas comunidades localizadas na bacia do Arroio Dilúvio. Um dos pontos de maior visibilidade desse projeto foi a iluminação das fachadas dos prédios localizados ao longo da avenida Ipiranga com focos de luz AZUL.

A instalação da OZ engenharia empregou tecnologias de membranas de microfiltração, ozônio e osmose reversa, para transformar a água do Arroio Dilúvio contaminada com esgoto, em água potável. Todo o sistema funciona com a energia fotovoltaica gerada por uma árvore solar. A exposição estará iluminada por protótipos de poste de iluminação urbana inteligente e ficará exposta até o dia 18 de outubro, no turno da tarde no Tecnopuc.

Em 2013 a Semana da Água tem significado especial: são duas décadas de uma das maiores ações de mobilização da sociedade gaúcha, sendo vista em nível internacional como referência, modelo e exemplo de defesa da água.

Como funciona o sistema da OZ Engenharia:

A água do Dilúvio foi captada através de uma bomba submersa (3.000 l/dia) e enviada para um tanque onde passaou por membranas de micro filtração. Após esta etapa, a água foi desinfetada com o uso de um gerador de Ozônio, um dos oxidantes mais potentes que existe. Já nesta etapa, apesar de ainda não ser potável, a água sai desodorizada e filtrada podendo ser utilizada em casos como irrigação de jardins ou limpeza de calçadas. No próximo e último passo, o restante da água passou por um sistema de osmose reversa que tornou esta água potável, e pronta para consumo, numa produção de 15 l/h.

A promoção do evento ficou sob a responsabilidade da OZ Indústria de Equipamentos Geradores de Ozônio Ltda com apoio da PUCRS, TECNOPUC, LLBC, Diacqua, Conecte, JDMMARP, César Tecnología, PRESYS e FGPmaisL – Fórum Gaúcho de Produção mais Limpa.

Para que a instalação conceitual fosse realizada contamos com o patrocínio das empresas:
TRACTEBEL Energia S.A., ECOVIX – Engevix Construções Oceânicas S/A, CMPC Celulose Rio Grandense e SINDIQUIM.

Funcionamento do sistema no link: http://www.ozengenharia.com.br/eventos/

 

Ao vermos as milhares de diferentes tonalidades de cor na natureza, não é de se admirar que, de vez em quando, ela possa simplesmente ficar sem tinta. Talvez seja por isso que os animais albinos deixem uma impressão tão forte em nós. Alguns deles parecem com fantasmas ou alguma manipulação feita por computador. Outros, como as baleias albinas ou alces, são só um-em-um-milhão.

albinismo (do termo em latim albus, “branco”,  também chamado de acromiaacromasia ou acromatose) é um distúrbio congênito caracterizado pela ausência completa ou parcial de pigmento na pele, cabelos e olhos, devido à ausência ou defeito de uma enzima envolvida na produção de melanina. O albinismo resulta de uma herança de alelos de gene recessivo e é conhecido por afetar todo o reino animal. O termo mais comum usado para um organismo afetado por albinismo é “albino”.

O albinismo é associado com defeitos de visão, como fotofobia, nistagmo e astigmatismo. A falta de pigmentação da pele faz com que o organismo fique mais suscetível a queimaduras solares e câncer de pele.

Sejam eles estranhos, bonitos, fantasmagóricos ou bizarros, nós esperamos que você aproveite esta coleção de animais que a natureza simplesmente se esqueceu de colorir.

Ouriço Albino

Corvo Albino

Zebra Albina

Esquilo Albino

Canguru Albino

Beija-flor Albino

 

Gorila Albino

Baleia Jubarte Albina

Jacaré Albino

Veado Albino

Pardal Albino

Tartaruga Albina

 

Porco Espinho Albino

Pombo Albino

Tigre Albino

Kiwi Albino

Doninha Albina

Sapo Albino

Alce Albino

Pavão Albino

Guaxinim Albino

Cobra Albina

Pinguim Albino

Camelo Albino

Leão Albino

 Cavalo Albino

Lesma Albina

Fonte: http://www.boredpanda.com/

 

 

 

 

 

Ozônio evita o mau cheiro em locais com manipulação de lixo.

A tecnologia limpa baseada na utilização do ozônio possui uma série de vantagens para diversas áreas, pois, o gás é um excelente oxidante e tem ação bactericida e fungicida sobre os microrganismos. O ozônio pode ser utilizado, por exemplo, para controle de odores em depósitos de lixo.

Muitos condomínios e empresas possuem locais apropriados para acondicionar seus lixos, para que sejam futuramente recolhidos pelas companhias de coleta, mas muitas vezes esse acúmulo de lixo gera odores desagradáveis tanto para os moradores/funcionários quanto para seus vizinhos.

O ozônio é uma solução limpa, barata e ecológica para eliminar o mau cheiro desses locais, pois é de fácil instalação e pode permanecer durante 24 horas no local eliminando totalmente qualquer odor desagradável. Os aparelhos desenvolvidos pela OZ Engenharia não saturam o ambiente pois produzem o gás em intervalos intermitentes deixando o local sem riscos de contaminação, afastando insetos, roedores e mantendo a qualidade do ar no ambiente.

Os locais onde o uso do equipamento se torna ainda mais eficiente e necessário são restaurantes, shopping centers, hospitais, indústrias com refeitórios, empresas de catering, condomínios, clubes, bares e todos os locais que trabalham com grandes acúmulos de lixo.

Para mais informações sobre nossos produtos nos ligue (51) 3339 0082, acesse nosso site ou nos encaminhe um e-mail: atendimento@ozengenharia.com.br  – temos locais comprovados de uso do nosso equipamento onde o mau cheiro e problemas ocasionados pelo lixo foram solucionados.

 

 

 

 

 

Você sabe o que significa o símbolo abaixo, presente nos alimentos que você compra?

Este símbolo é do Alimento Geneticamente Modificado

Alimentos Geneticamente Modificados: são alimentos criados em laboratórios com a utilização de genes (parte do código genético) de espécies diferentes de animais, vegetais ou micróbios. Os OGM sofreram alteração no seu código genético por métodos ou meios que não ocorrem naturalmente, mas sim através da Engenharia Genética.

Engenharia Genética: ciência responsável pela manipulação das informações contidas no código genético, que comanda todas as funções da célula. Esse código é retirado da célula viva e manipulado fora dela, modificando a sua estrutura (modificações genéticas).

Com o aprimoramento e desenvolvimento das técnicas de obtenção de organismos geneticamente modificados e o aumento da sua utilização, surgiram então, dois novos termos para o nosso vocabulário: biotecnologia e biossegurança.

Biotecnologia é o processo tecnológico que permite a utilização de material biológico para fins industriais.

A biossegurança é a ciência responsável por controlar e minimizar os riscos da utilização de diferentes tecnologias em laboratórios ou quando aplicadas ao meio ambiente.

Pontos positivos dos alimentos transgênicos

– Aumento da produção de alimentos;
– Melhoria do conteúdo nutricional, desenvolvimento de nutricênicos (alimentos que teriam fins terapêuticos);
– Maior resistência e durabilidade na estocagem e armazenamento.

Pontos negativos dos alimentos transgênicos

– Aumento das reações alérgicas;
– As plantas que não sofreram modificação genética podem ser eliminadas pelo processo de seleção natural, pois, as transgênicas possuem maior resistência às pragas e pesticidas;
– Aumento da resistência aos pesticidas e gerando maior consumo deste tipo de produto;
– Apesar de eliminar pragas prejudiciais à plantação, o cultivo de plantas transgênicas pode, também, matar populações benéficas como abelhas, minhocas e outros animais e espécies de plantas.

Número de países com OGM está aumentando

Desde o final da década de 70, pesquisadores do mundo inteiro aprenderam a transferir genes de um organismo para outro, seja ele animal ou vegetal, alterando suas características naturais. Com isso, tornaram possível criar porcos com menos gordura na carne, plantar feijão com mais proteína nos grãos ou soja resistente a herbicidas. O lançamento da soja transgênica no mercado aquece a polêmica sobre a biotecnologia em 1999. Essa planta tem em suas células um gene que não faz parte do organismo de nenhum vegetal. Retirado de uma bactéria, a agrobacterium, ele controla a fabricação de uma proteína, conhecida pela sigla EPSPS, que bloqueia a ação dos herbicidas. Isso permite eliminar o mato sem risco de prejudicar a planta cultivada.

Riscos ainda sobre avaliação

Os críticos dos alimentos geneticamente alterados dizem que a ciência não tem controle total sobre o funcionamento dos genes. Para eles, as pesquisas devem ser aprofundadas antes que os novos produtos sejam liberados. No caso da soja modificada, existe o temor de que a substância EPSPS provoque efeitos inesperados no organismo dos consumidores, como alergias ou outro tipo de doença. Mesmo que o gene tenha sido preparado em laboratório para funcionar apenas nas folhas, e não nos grãos – a parte comestível da planta –, não há como garantir que eles atuarão da forma programada. Os transgênicos não se sairam bem com testes em cobaias (ratos) de laboratório. Os ratos tiveram tumores e outras complicações ao consumirem MILHO TRANSGÊNICOS.

Algodão geneticamente modificado alterando a cor do branco para alaranjado

Além da aplicação da biotecnologia pela indústria alimentícia, plantas e animais vêm sendo alterados para outras finalidades, como a produção de tecidos. Uma das mais recentes novidades desse campo, lançada em 1999 nos EUA, é um algodão que nasce colorido – verde, vermelho ou amarelo –, conforme o interesse do produtor. Outra linha de pesquisa avançada é a da modificação de organismos para a produção de medicamentos. Na Escócia, o Instituto Roslin – o mesmo que fez a clonagem da ovelha Dolly – cria carneiros em cujo leite é gerada uma droga que estimula a coagulação do sangue. Chamada de Fator IX, ela deverá ser empregada no combate à hemofilia.

Diante de todas as discussões a cerca dos transgênicos, como o consumidor identificará nos supermercados o alimento transgênico. Os rótulos abaixo exemplificam itens importantes que podem auxiliar o consumidor nessa identificação.
São eles:
  1. Presença do símbolo de Transgênicos no painel principal. Representado pelo triângulo eqüilátero amarelo, com a letra T dentro.
  2. Caso a embalagem não seja colorida o triângulo pode ser preto impresso sobre fundo branco.
  3. Presença da frase “Produto produzido a partir de soja transgênica” ou “Soja transgênica” e “Contém soja transgênica”.
  4. Presença do nome da espécie doadora do gene no local reservado para a identificação dos ingredientes.
Atualmente, os produtos transgênicos mais comuns são feitos de soja, milho ou batata, e há alguns alimentos que não indicam nas embalagens que são transgênicos. Na dúvida, consulte o  SAC da empresa para confirmar.

Dia da Terra 2013 – ou, oficialmente, Dia Internacional da Mãe Terra – é uma data criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2009 para marcar a responsabilidade coletiva para promover a harmonia com a natureza e a Terra e alcançar um balanço entre economia, sociedade e ambiente.

“O Dia Internacional da Mãe Terra é uma chance de reafirmar nossa responsabilidade coletiva para promover a harmonia com a natureza em um tempo em que nosso planeta está sob ameaça da mudança climática, exploração insustentável dos recursos naturais e outros problemas causados pelo homem. Quando nós ameaçamos nosso planeta, minamos nossa própria casa – e nossa sobrevivência no futuro”, diz mensagem do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.

Contudo, a história dessa comemoração é bem mais antiga. O primeiro Dia Nacional da Terra ocorreu em meio ao movimento hippie americano, em 1970. Se por um lado a música e os jovens eram engajados, de outro os americanos viviam com seus carros com motor V8 e a indústria despejando produtos poluidores com pouco medo de represálias legais.

A ideia de uma data para marcar a luta pelo ambiente veio do senador Gaylord Nelson, após este ver a destruição causada por um grande vazamento de óleo na Califórnia, em 1969. Ele recebeu o apoio do congressista republicano conservador Pete McCloskey e recrutou o estudante de Harvard Denis Hayes como coordenador da campanha.

No dia 22 de abril, 20 milhões de pessoas nos Estados Unidos saíram às ruas para protestar em favor de um planeta mais saudável e sustentável. Milhares de escolas e universidades organizaram manifestações contra a deterioração do ambiente e engrossaram os grupos ambientalistas. Foi um raro momento que juntou até mesmo democratas e republicanos.
O resultado prático foi a criação da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos e dos atos do Ar Limpo, Água Limpa e das Espécies Ameaçadas. “Foi uma aposta”, lembra o senador, “mas funcionou.”

Veja aqui fotos incríveis do nosso planeta.

Fonte: Site Terra 

 

Mesmo com dois pareceres técnicos contrários, o Ministério da Agricultura (Mapa) liberou o uso de um agrotóxico não registrado no País para combater emergencialmente uma praga nas lavouras de algodão e soja. A decisão, publicada anteontem no Diário Oficial, permite o uso de defensivos agrícolas que tenham em sua composição o benzoato de emamectina, substância que, por ser considerada tóxica para o sistema neurológico, teve seu registro negado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em 2007.

O uso de agrotóxicos no País é norteado por pareceres do Comitê Técnico de Assessoramento para Agrotóxicos (CTA), formado por membros dos Ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente e da Anvisa – os dois últimos são encarregados de avaliar os riscos do uso de defensivo para o meio ambiente e a saúde pública.Em março, diante da praga da lagarta quarentenária A-1 Helicoverpa armigera em lavouras do oeste da Bahia, representantes do Mapa solicitaram uma reunião extraordinária do CTA para a liberação do benzoato. A proposta era que o produto fosse usado emergencialmente até a safra 2014/2015.

No primeiro encontro, representantes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e da Anvisa foram contrários à liberação. De acordo com a ata da reunião, a maioria do grupo afirmava que os documentos apresentados não permitiam tal liberação.Diante da negativa, o Mapa solicitou uma nova reunião, realizada cinco dias depois. Nesse encontro, tanto a Anvisa quanto o Ibama mantiveram sua posição: não havia elementos suficientes para que a liberação fosse realizada.

O Mapa, no entanto, decidiu liberar o uso do benzoato. De acordo com o ministério, não é a primeira vez que a Agricultura adota uma decisão unilateral. Em 1986, de acordo com a assessoria, também houve liberação de agrotóxicos para combater uma praga de gafanhoto.

Além do benzoato, outros cinco tiveram seu uso liberado para o combate à praga: dois produtos biológicos (Vírus VPN HzSNPV e Bacillus Thuringiensis) e três químicos (Clorantraniliprole, Clorfenapyr e Indoxacarbe). A diferença, no entanto, é que os cinco já têm registro no País para uso em outras lavouras.O uso do benzoato será regulamentado numa instrução normativa, seguindo as observações dos Ministérios do Meio Ambiente e da Saúde.

Solução ecológica

A OZ Engenharia desenvolve os aparelhos Degradatox, que são utilizados para tratamento da calda gerada nos pátios de descontaminação da aviação agrícola e dos tratores, evitando maiores riscos de contaminação do meio ambiente. Para saber mais sobre o equipamento clique no link ou nos ligue (51) 3339 0082.

Acesse nosso informativo sobre o equipamento Degradatox.

Fonte: Estadão

 

 

O ChildFund Brasil divulgou no final de 2012 a terceira edição da pesquisa Small Voices Big Dreams – Pequenas vozes, grandes sonhos.  O estudo entrevistou 6.200 crianças que responderam seis perguntas, incluindo, pela primeira vez, questões sobre meio ambiente. O levantamento constatou que uma, em cada três crianças de países em desenvolvimento, já vivenciou secas (40%), inundações (33%) ou queimadas (30%). Uma, em cada duas crianças quer investimentos maiores na Educação.

No Brasil 104 crianças participaram da pesquisa, representando 2% do total de meninos e meninas entrevistadas em 47 países. As maiores preocupações dessas crianças estão relacionadas ao meio ambiente, na seguinte ordem de grandeza: com a poluição (37%), desmatamento (23%), desastres naturais (14%) e com a poluição da água (12%). “As pessoas gastam muita água e às vezes eles cortam os tubos que levam a água para as casas e desviam para outros lugares. Gostaria que parassem de cortar as árvores e jogar lixo nas ruas, porque o lixo deve ser colocado na lata de lixo. Eu gostaria que todos respeitassem o meio ambiente e os direitos humanos.”, disse Tainara de 11 anos.
Coerente com a ênfase na educação, a maioria das crianças nos países em desenvolvimento, sonha com profissões que exigem uma educação universitária, como a de médico (27%) e de professor (24%).
A maior preocupação ecológica constatada não foi um desastre natural, mas a crescente ameaça de poluição no meio ambiente. Um em cada quatro entrevistados (26%) citou diversas formas de poluição como o “problema ambiental que mais as preocupam”. Paralelamente, uma em cada três crianças (33%) nos países desenvolvidos destacou a poluição como sua maior preocupação ambiental.
Quando perguntados o que fariam para mudar o ambiente em torno de sua comunidade, 28% das crianças de países em desenvolvimento disseram que é necessário plantar árvores e construir mais parques. Um número semelhante (29%) das crianças dos países desenvolvidos, disse que a principal prioridade seria reduzir ou parar de jogar lixo em lugares impróprios.
“Se você fosse presidente ou líder de seu país, o que você faria para melhorar a vida das crianças em seu país?” Um em cada dois (50%) dos entrevistados nos países em desenvolvimento disseram que melhorariam a educação ou ofereceriam maiores oportunidades de geração de renda. Outros 22% supririam necessidades básicas como alimentos, roupas e abrigo, que foi a resposta mais citada entre crianças de países desenvolvidos (25%).
A pesquisa foi realizada pela ChildFund Alliance, entre junho a agosto de 2012, e o resultado finalizado no dia 20 de novembro, em comemoração ao Dia Universal da Criança.
Fontes:
Estela Caparelli, UNICEF no Brasil
Telefone: (61) 3035 1963
Pedro Ivo Alcantara, UNICEF no Brasil 
Telefone: (61) 3035 1983
Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda)
Telefones: 61. 2025.3525 / 3524 / 3534 / 9192 / 3698 / 9689 / 9866
Fax: 61.2025.9604
Míriam Maria José dos Santos, presidente do Conanda
Telefone: (31) 2103.1200
Secretaria de Estado da Criança
Telefone geral: (61) 3361-9617
Chefe da Assessoria de Comunicação: Carla Lisboa
ChildFund Alliance
Telefone geral: (31) 9215.3571
Assessoria de Comunicação: Yan Presoti
Notícia retirada do Blog: http://blog.andi.org.br/

Acostumado com seca, anatomia de besouro serve de base para técnica complexa de nanotecnologia

O besouro da Namíbia desenvolveu a capacidade de extrair água do ar através da condensação. Nas suas costas tem uma zona hidrófila onde armazena a água, o que é essencial para a sua sobrevivência visto que na zona onde habita é raro chover, diz o site do jornal espanhol ‘ABC’.

Ele desenvolveu um sistema de hidratação único: a água dos nevoeiros matinais é absorvida através de sua carapaça nas costas. Se o inseto de 1,4 centímetro consegue enfrentar a crise do abastecimento de água, nós também temos que conseguir. Nem que seja preciso copiar a tecnologia do besourinho diz diretor da empresa NBD responsável pelo projeto.

O caminho pra essa solução (como boa parte das soluções do futuro) passa pela nanotecnologia. A empresa NBD Nano, principal entusiasta da ideia, afirma em seu site que seu propósito é “aprimorar a condensação da água para levá-la até as áreas mais secas do planeta”. Eles estão desenvolvendo uma combinação de superfícies superhidrofóbicas (extremamente difíceis de molhar) e superhidrofílicas (películas que podem impedir um vidro de ficar embaçado) para literalmente resgatar a água do ar.

Este trabalho está ainda na sua fase inicial mas é um dos muitos exemplos que demonstram como os cientistas procuram na natureza inspiração para a tecnologia sustentável. Em declarações ao site da BBC, Miguel Galvez, co-fundador da empresa, afirmou que estão já a desenvolver um protótipo da garrafa. “Acreditamos que o protótipo inicial será capaz de recolher, em qualquer local, desde meio litro até três litros de água por hora, dependendo do meio ambiente”, acrescentou.

O potencial desta inovação reside no fato de haver milhões de litros de água no ar, que não são aproveitados enquanto recurso natural, principalmente considerando que há imensos países de terceiro mundo onde a água é escassa.

Segundo a NBD, essa tecnologia permitirá combater a umidade nos lares, além de produzir água potável para ações militares, plantações e “nações do terceiro mundo”, como eles mesmo colocam no site. Uma garrafa de água que se auto-enche é uma das invenções que estão a caminho – tudo isso deve virar realidade até 2015.

Achei um protótipo, vejam as fotos abaixo:

Protótipo e o besouro inspirador.

 

Como funciona o processo

Como as pessoas iriam se beneficiar

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