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Há algum tempo o ozônio já vem sendo usado para combater agentes alérgenos, bactérias, fungos e inclusive vírus. Com o surgimento das superbactérias muitos testes foram feitos e descobriu-se a eficácia do ozônio contra a KPC.

A bactéria KPC (Klebsiella pneumoniae Carbapenemase) é um microrganismo que foi modificado geneticamente no ambiente hospitalar e que é resistente aos antibióticos. Os primeiros casos do microrganismo foram detectados em pacientes internados em UTI, nos Estados Unidos.

Abaixo entrevista feita pelo site IG com o médico Glacus de Souza Brito, da Divisão de Imunologia Clínica e Alergia do Hospital de Clínicas de São Paulo – idealizador do novo tratamento.

Ele diz que bastaram 5 minutos de exposição ao jato de ozônio para os agentes infecciosos perderem força e ficarem inativos. O mecanismo de ação é que o ozônio oxida as paredes dos microrganismos.  O próximo passo será testar o mesmo processo em pacientes. Leia a seguir a entrevista.

O senhor já utilizava o tratamento com ozônio para outros tipos de infecção. Como foi a ideia de testar a eficácia do gás para as superbactérias?

Glacus de Souza Brito: Já usamos o ozônio para tratar algumas feridas que não respondiam aos tratamentos convencionais. Temos um caso de um paciente acidentado no trânsito, que tinha um machucado na perna e nele foram encontradas quatro bactérias multirresistentes. Baseado em experiências internacionais, isolamos a ferida com um plástico e com uma máquina que emite ozônio simples, nebulizamos o local por uma hora diária com o gás. Em dois dias, as bactérias já estavam inativas e seis dias depois foi possível suspender todos os antibióticos. O paciente teve alta. Quando começaram a surgir os casos de bactérias multirresistentes, decidimos investigar a eficácia do ozônio.

Como foi feita a pesquisa?
Glacus de Souza Brito: Selecionamos 10 bactérias multirresistentes, identificadas em pacientes do próprio HC. A última testada foi a KPC. Isolamos os microrganismos em laboratório e, em todos eles, bastaram cinco minutos de exposição ao ozônio para os agentes infecciosos serem anulados.

Com estas evidências, qual é o próximo passo?
Glacus de Souza Brito: Precisamos agora montar esquemas de estudos que envolvam pacientes, porque ainda não sabemos como será a resposta em humanos. As bactérias resistentes nem sempre se manifestam em feridas, podem aparecer em pneumonias, por exemplo, por isso precisamos de mais pesquisas para confirmar se funciona. O importante é que é um tratamento simples e de muito pouco custo e que pode virar um padrão no sistema público brasileiro.

Além de infecções, o ozônio já é testado para outras doenças?
Glacus de Souza Brito: Internacionalmente, há uma utilização maior. A Alemanha e a Itália usam ozônio para tratar dores articulares e hérnia de disco, por exemplo. A pesquisa no Hospital das Clínicas foi só para ver a eficácia com as superbactérias e já encontramos êxito. Mas é um vasto campo a ser pesquisado.

Veja reportagem feita pelo SBT Brasil sobre o uso do ozônio no combate a superbactéria (KPC):

Jornal Nacional da Rede Globo também abordou o assunto:

A OZ Engenharia desenvolve Equipamentos Geradores de Ozônio com tecnologia de ponta e todos os recursos necessários para combater a superbactéria e demais microrganismos causadores de doenças  e suas patologias. Acesse nosso site e veja os aparelhos disponíveis ou nos ligue (51) 3339 0082. Caso queira comprar on line acesse nosso site de vendas.

 

 

 

 

 

 

O Que São Alergias

Alergia ou reação de hipersensibilidade é uma resposta imunológica exagerada, que se desenvolve após a exposição a um determinado antígeno (substância estranha ao nosso organismo) e que ocorre em indivíduos suscetíveis (geneticamente) e previamente sensibilizados. A reação alérgica ocorrerá quando o número de anticorpos superar o número de antígenos.

antígeno invasor que provoca a alergia é chamado alérgeno e pode ser de vários tipos, de acordo com vários critérios, um dos quais é o de sua via de acesso ao organismo. Elementos como poeira, pólen e ácaros são causas frequentes de alergia por ingestão, podendo chegar ao sangue. Micróbios e parasitos são, às vezes, causas de alergias graves por contato de pele. Especialmente grave, entre as reações alérgicas imediatas, é o choque anafilático, no qual o organismo, já sensibilizado por determinado antígeno, reage violentamente a uma nova invasão desse mesmo antígeno, produzindo substâncias (histamina, serotonina, heparina) que alteram o equilíbrio fisiológico, contraindo músculos, dilatando vasos e bloqueando a circulação do sangue.

Ocorrências

Pode ocorrer, eventualmente, uma pessoa entrar em contato com uma substância alergênica e só apresentar reações alérgicas dias ou semanas depois. Isso acontece porque a quantidade de anticorpos produzidos não ultrapassou a quantidade de antígenos no organismo. Mas se a pessoa mantiver o contato com a substância durante vários dias, a quantidade de anticorpos ultrapassará a quantidade de antígenos e provocará então uma reação alérgica. As reações alérgicas acontecerão cada vez mais intensas sempre que o indivíduo entrar em contato com as substâncias alergênicas. As consequencias mais graves da alergia são:

  1. Erupções extensas na pele, às vezes com lesões bolhosas e inchaço.
  2. Edema de Quinck, caracterizado pelo inchaço das vias aéreas superiores (faringe e laringe), o que pode provocar sufocação e morte.

Controle

Como o pólen se dissemina

É importante observar que as alergias não têm cura. No entanto, a identificação das substâncias alergênicas a cada indivíduo é muito importante para o seu controle. Os principais métodos utilizados para o seu controle são:

  1. Vacinas que são produzidas com pequenas quantidades das substâncias alergênicas. As doses vão aumentando gradativamente de modo que o organismo “acostume-se” com as substâncias alergênicas;
  2. Afastamento das substâncias alergênicas;
  3. O uso de cortisona para o tratamento dos casos de alergia agudos. A cortisona e seus derivados são drogas que agem diretamente na quantidade de anticorpos no organismo. Entretanto, o uso da cortisona à longo prazo pode ocasionar a queda de imunidade do organismo provocando o surgimento de infecções oportunistas.

A prevenção é a melhor providência.

Sintomas

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Os sintomas mais comuns que indicam o surgimento das alergias são os resfriados constantes, espirros, coceiras, coriza, dores de cabeça e outros. Por serem tão comuns, muitas vezes não prestamos atenção ao que pode ser um sintoma de alergia. Esta possibilidade aumenta nas grandes cidades devido à poeira e à poluição que circulam livremente. Mas as alergias têm outras fontes como a alimentação, o ar e, às vezes, o simples contato com objetos.Os sintomas locais são:

Nariz: inchaço da mucosa nasal (rinite alérgica).
Olhos: vermelhidão e coceira da conjuntiva (conjuntivite alérgica).
Via aéreas: broncoconstrição, respiração difícil e dispnéia, algumas vezes ataques de asma.
Pele: várias erupções como eczema, urticária e dermatite de contato.

Tipos de Alergias e Alérgenos Mais Comuns

Além das proteínas alheias encontradas em transfusões de sangue e vacinas, os alérgenos mais comuns e seus tipos de alergia incluem:

Pólens de plantas – febre do feno.
Esporos de mofo.
Drogas: penicilinas, sulfonamidas, anestésicos, salicilatos.
Alimentos: alergia alimentar – nozes, frutos do mar, gergelim, clara de ovo, alguns legumes, soja, leite, trigo, milho ou maizena.
Picadas de insetos.
Pêlos de animais.

Tecnologia Do Ozônio Ajuda Na Prevenção

A OZ Engenharia desenvolve uma linha de produtos destinados a prevenção de doenças transmitidas pelo ar, o ozônio gerado pelo equipamento ajuda a proteger o ambiente de agentes contaminantes como alérgenos, fungos, bactérias e vírus, causadores de gripes – inclusive a gripe A (H1N1) também conhecida como gripe suína – rinites, infecções respiratórias e outras doenças;

Como Funciona?

O ar que passa no interior do aparelho é higienizado e o residual de ozônio liberado na frente do aparelho inibe microrganismos presentes no ambiente ou depositados sobre as superfícies dos objetos (mesas, cortinas, pisos e paredes). O aparelho gerador de ozônio Air Life possui tecnologia desenvolvida pela OZ Engenhariae contempla os conceitos de higienização e desinfecção do ar ambiente utilizando o ozônio como barreira sanitária.

Pode ser utilizado em residências, estabelecimentos comerciais, escritórios, clínicas, consultórios, hotéis, restaurantes, hospitais, indústrias e depósitos como complementar da assepsia e higienização do ambiente.

Para adquirir o seu Air Life acesse nosso site de vendas ou nos ligue (51) 3339 0082.

Fontes: vocesabia e minhavida

 

 

Você sabe o que significa o símbolo abaixo, presente nos alimentos que você compra?

Este símbolo é do Alimento Geneticamente Modificado

Alimentos Geneticamente Modificados: são alimentos criados em laboratórios com a utilização de genes (parte do código genético) de espécies diferentes de animais, vegetais ou micróbios. Os OGM sofreram alteração no seu código genético por métodos ou meios que não ocorrem naturalmente, mas sim através da Engenharia Genética.

Engenharia Genética: ciência responsável pela manipulação das informações contidas no código genético, que comanda todas as funções da célula. Esse código é retirado da célula viva e manipulado fora dela, modificando a sua estrutura (modificações genéticas).

Com o aprimoramento e desenvolvimento das técnicas de obtenção de organismos geneticamente modificados e o aumento da sua utilização, surgiram então, dois novos termos para o nosso vocabulário: biotecnologia e biossegurança.

Biotecnologia é o processo tecnológico que permite a utilização de material biológico para fins industriais.

A biossegurança é a ciência responsável por controlar e minimizar os riscos da utilização de diferentes tecnologias em laboratórios ou quando aplicadas ao meio ambiente.

Pontos positivos dos alimentos transgênicos

– Aumento da produção de alimentos;
– Melhoria do conteúdo nutricional, desenvolvimento de nutricênicos (alimentos que teriam fins terapêuticos);
– Maior resistência e durabilidade na estocagem e armazenamento.

Pontos negativos dos alimentos transgênicos

– Aumento das reações alérgicas;
– As plantas que não sofreram modificação genética podem ser eliminadas pelo processo de seleção natural, pois, as transgênicas possuem maior resistência às pragas e pesticidas;
– Aumento da resistência aos pesticidas e gerando maior consumo deste tipo de produto;
– Apesar de eliminar pragas prejudiciais à plantação, o cultivo de plantas transgênicas pode, também, matar populações benéficas como abelhas, minhocas e outros animais e espécies de plantas.

Número de países com OGM está aumentando

Desde o final da década de 70, pesquisadores do mundo inteiro aprenderam a transferir genes de um organismo para outro, seja ele animal ou vegetal, alterando suas características naturais. Com isso, tornaram possível criar porcos com menos gordura na carne, plantar feijão com mais proteína nos grãos ou soja resistente a herbicidas. O lançamento da soja transgênica no mercado aquece a polêmica sobre a biotecnologia em 1999. Essa planta tem em suas células um gene que não faz parte do organismo de nenhum vegetal. Retirado de uma bactéria, a agrobacterium, ele controla a fabricação de uma proteína, conhecida pela sigla EPSPS, que bloqueia a ação dos herbicidas. Isso permite eliminar o mato sem risco de prejudicar a planta cultivada.

Riscos ainda sobre avaliação

Os críticos dos alimentos geneticamente alterados dizem que a ciência não tem controle total sobre o funcionamento dos genes. Para eles, as pesquisas devem ser aprofundadas antes que os novos produtos sejam liberados. No caso da soja modificada, existe o temor de que a substância EPSPS provoque efeitos inesperados no organismo dos consumidores, como alergias ou outro tipo de doença. Mesmo que o gene tenha sido preparado em laboratório para funcionar apenas nas folhas, e não nos grãos – a parte comestível da planta –, não há como garantir que eles atuarão da forma programada. Os transgênicos não se sairam bem com testes em cobaias (ratos) de laboratório. Os ratos tiveram tumores e outras complicações ao consumirem MILHO TRANSGÊNICOS.

Algodão geneticamente modificado alterando a cor do branco para alaranjado

Além da aplicação da biotecnologia pela indústria alimentícia, plantas e animais vêm sendo alterados para outras finalidades, como a produção de tecidos. Uma das mais recentes novidades desse campo, lançada em 1999 nos EUA, é um algodão que nasce colorido – verde, vermelho ou amarelo –, conforme o interesse do produtor. Outra linha de pesquisa avançada é a da modificação de organismos para a produção de medicamentos. Na Escócia, o Instituto Roslin – o mesmo que fez a clonagem da ovelha Dolly – cria carneiros em cujo leite é gerada uma droga que estimula a coagulação do sangue. Chamada de Fator IX, ela deverá ser empregada no combate à hemofilia.

Diante de todas as discussões a cerca dos transgênicos, como o consumidor identificará nos supermercados o alimento transgênico. Os rótulos abaixo exemplificam itens importantes que podem auxiliar o consumidor nessa identificação.
São eles:
  1. Presença do símbolo de Transgênicos no painel principal. Representado pelo triângulo eqüilátero amarelo, com a letra T dentro.
  2. Caso a embalagem não seja colorida o triângulo pode ser preto impresso sobre fundo branco.
  3. Presença da frase “Produto produzido a partir de soja transgênica” ou “Soja transgênica” e “Contém soja transgênica”.
  4. Presença do nome da espécie doadora do gene no local reservado para a identificação dos ingredientes.
Atualmente, os produtos transgênicos mais comuns são feitos de soja, milho ou batata, e há alguns alimentos que não indicam nas embalagens que são transgênicos. Na dúvida, consulte o  SAC da empresa para confirmar.

Dia da Terra 2013 – ou, oficialmente, Dia Internacional da Mãe Terra – é uma data criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2009 para marcar a responsabilidade coletiva para promover a harmonia com a natureza e a Terra e alcançar um balanço entre economia, sociedade e ambiente.

“O Dia Internacional da Mãe Terra é uma chance de reafirmar nossa responsabilidade coletiva para promover a harmonia com a natureza em um tempo em que nosso planeta está sob ameaça da mudança climática, exploração insustentável dos recursos naturais e outros problemas causados pelo homem. Quando nós ameaçamos nosso planeta, minamos nossa própria casa – e nossa sobrevivência no futuro”, diz mensagem do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.

Contudo, a história dessa comemoração é bem mais antiga. O primeiro Dia Nacional da Terra ocorreu em meio ao movimento hippie americano, em 1970. Se por um lado a música e os jovens eram engajados, de outro os americanos viviam com seus carros com motor V8 e a indústria despejando produtos poluidores com pouco medo de represálias legais.

A ideia de uma data para marcar a luta pelo ambiente veio do senador Gaylord Nelson, após este ver a destruição causada por um grande vazamento de óleo na Califórnia, em 1969. Ele recebeu o apoio do congressista republicano conservador Pete McCloskey e recrutou o estudante de Harvard Denis Hayes como coordenador da campanha.

No dia 22 de abril, 20 milhões de pessoas nos Estados Unidos saíram às ruas para protestar em favor de um planeta mais saudável e sustentável. Milhares de escolas e universidades organizaram manifestações contra a deterioração do ambiente e engrossaram os grupos ambientalistas. Foi um raro momento que juntou até mesmo democratas e republicanos.
O resultado prático foi a criação da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos e dos atos do Ar Limpo, Água Limpa e das Espécies Ameaçadas. “Foi uma aposta”, lembra o senador, “mas funcionou.”

Veja aqui fotos incríveis do nosso planeta.

Fonte: Site Terra 

 

Todos os dias nosso planeta sofre inúmeros impactos ambientais, que ajudam na deterioração da nossa fauna e flora, mas você sabe quais são os impactos que mais causam danos ? Abaixo listo os principais de acordo com trabalho feito para o site adorofisica, um resumo que pode nos ajudar a entender e até mesmo resumir esses danos.

Poluição do ar

fumaça no ar

O ar puro é formado por nitrogênio (N2), oxigênio (O2), gás carbônico (CO2), hidrogênio (H2), argônio e vapor de água. Esses componentes estão em equilíbrio em diferentes proporções, conforme a região da terra.

Esse equilíbrio é constantemente ameaçado por agressões como a queima de petróleo e do carvão mineral, que aumenta a quantidade de COe óxidos de nitrogênio (NOX) e de enxofre (SOX) no ar.

O enxofre e o nitrogênio reagem com o vapor da água e voltam a terra na forma de chuvas ácidas, destruindo florestas e plantações. O CO2 é o principal responsável pelo efeito estufa.

Fumaças de fábricas, spray, pós e gases são poluentes tóxicos do ar. Eles prejudicam o ambiente e a nossa saúde. Respirar ar poluído aumenta o risco de problemas respiratórios (como bronquite e enfisema) e desordens reprodutivas.

O monóxido de carbono (CO), gerado pela combustão incompleta em caldeiras, motores ou aquecedores domésticos a gás é bastante tóxico. A principal fonte de CO são veículos a gasolina, principalmente carros sem injeção eletrônica e sem catalisador de gases no escapamento.

Efeito Estufa

quadro van gogh

O quadro Noite Estrelada, pintado por Van Gogh aos 37 anos, enquanto esteve em um asilo em Saint-Rémy-de-Provence (1889-1890), ilustra perfeitamente o efeito estufa na nossa atmosfera, onde gases (principalmente o CO2) e partículas, acumuladas nas camadas superiores da atmosfera, formam uma cobertura que impede a dispersão natural dos raios solares refletidos pela superfície da Terra. O calor irradiado pela Terra fica retido na atmosfera e provoca um superaquecimento (aquecimento global).

Esse aquecimento pode ser catastrófico. Pode derreter geleiras e, com isso, elevar o nível dos mares, provocando a lenta inundação das regiões litorâneas do planeta.

O Protocolo de Kyoto, o único dispositivo legal existente que obriga países desenvolvidos a reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa veio como uma solução para a diminuição desses gases, só que nos últimos anos está enfraquecido devido a inúmeras desistências de países importantes como Estados Unidos e China que juntos são responsáveis por 40% das emissões de gases poluentes.

Buraco de Ozônio

O ozônio (O3) existe naturalmente nas camadas superiores da atmosfera. Ele filtra os raios solares ultravioletas, diminuindo sua incidência sobre a superfície terrestre. Essa proteção do ozônio é destruída por compostos químicos presentes em spray (pintura a pistola, tintas, inseticidas, desodorantes e perfumes), gases de geladeira, etc. Em regiões onde há buraco na camada de ozônio, aumentam a incidência de câncer de pele. Por isso, o uso de organoclorados em spray (clorofluorbenseno) e outras finalidades está proibido nos países com legislação ambiental mais avançada.

Smog

É a névoa cinzenta, que torna o céu cinza e reduz a visibilidade na cidade. O fenômeno, comum no inverno, é produzido por uma reação química entre a irradiação solar, hidrocarbonetos e óxidos de nitrogênio. Os produtos químicos são liberados pelos veículos automotivos e outras fontes industriais. O fenômeno acontece quando há uma inversão térmica que mantém as substancias em baixa altitude. A inversão térmica (ar quente, seco e sem ventos) funciona como um tampão, concentrando os poluentes do ar no nível próximo do solo, onde respiramos. Assim, provoca irritação nos olhos, dor de cabeça e problemas respiratórios, como pressão no peito, abafamento e falta de ar. Ocorre em grandes cidades industriais como São Paulo.

Poluição da Água e Ar

Os resíduos gerados pela industria, cidades e atividades agrícolas são sólidos ou líquidos, tendo um potencial de poluição muito grande. Os resíduos gerados pelas cidades, como lixo, entulhos e produtos tóxicos são carregados para rios com ajuda das chuvas. As industrias produzem grande quantidade de resíduos em seus processos, sendo uma parte retida pelas instalações de tratamento da própria industria, que retêm tanto resíduos líquidos quanto sólidos, e a outra parte despejada no ambiente. As cidades podem ser ainda poluídas pelas enxurradas, pelo lixo e pelo esgoto.

A poluição das águas pode aparecer de vários modos, incluindo a poluição térmica, que é a descarga de efluentes a altas temperaturas, poluição física, que é a descarga de material em suspensão, poluição biológica, que é a descarga de bactérias patogênicas e vírus, e poluição química, que pode ocorrer por deficiência de oxigênio, toxidez e eutrofização.

Para encontrar um novo equilíbrio ecológico e lutar contra os animais e plantas prejudiciais, começaram-se as utilizações, já há bastante anos, certos produtos químicos cujo numero e eficácia não parou de aumentar. Entre esses produtos destacam-se pesticidas (fungicidas e inseticidas) e herbicidas. Mas, lançamento de quantidades maciças de pesticidas e herbicidas, além de matar os “indesejáveis”, destrói muitos seres vivos que interferem na construção do solo, impedindo deste modo sua regeneração.

Os produtos tóxicos, acumulando-se nos solos, podem permanecer ativos durante longos anos. As plantas cultivadas nestes terrenos infectados podem absorve-los ainda mesmo quando estes na foram utilizados para o seu próprio tratamento.

Assim se explica a existência de pesticidas em alimentos como o leite e a carne, acabando a sua acumulação por se dar fundamentalmente no homem, que se encontra no fim das cadeias alimentares.

 

Mesmo com dois pareceres técnicos contrários, o Ministério da Agricultura (Mapa) liberou o uso de um agrotóxico não registrado no País para combater emergencialmente uma praga nas lavouras de algodão e soja. A decisão, publicada anteontem no Diário Oficial, permite o uso de defensivos agrícolas que tenham em sua composição o benzoato de emamectina, substância que, por ser considerada tóxica para o sistema neurológico, teve seu registro negado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em 2007.

O uso de agrotóxicos no País é norteado por pareceres do Comitê Técnico de Assessoramento para Agrotóxicos (CTA), formado por membros dos Ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente e da Anvisa – os dois últimos são encarregados de avaliar os riscos do uso de defensivo para o meio ambiente e a saúde pública.Em março, diante da praga da lagarta quarentenária A-1 Helicoverpa armigera em lavouras do oeste da Bahia, representantes do Mapa solicitaram uma reunião extraordinária do CTA para a liberação do benzoato. A proposta era que o produto fosse usado emergencialmente até a safra 2014/2015.

No primeiro encontro, representantes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e da Anvisa foram contrários à liberação. De acordo com a ata da reunião, a maioria do grupo afirmava que os documentos apresentados não permitiam tal liberação.Diante da negativa, o Mapa solicitou uma nova reunião, realizada cinco dias depois. Nesse encontro, tanto a Anvisa quanto o Ibama mantiveram sua posição: não havia elementos suficientes para que a liberação fosse realizada.

O Mapa, no entanto, decidiu liberar o uso do benzoato. De acordo com o ministério, não é a primeira vez que a Agricultura adota uma decisão unilateral. Em 1986, de acordo com a assessoria, também houve liberação de agrotóxicos para combater uma praga de gafanhoto.

Além do benzoato, outros cinco tiveram seu uso liberado para o combate à praga: dois produtos biológicos (Vírus VPN HzSNPV e Bacillus Thuringiensis) e três químicos (Clorantraniliprole, Clorfenapyr e Indoxacarbe). A diferença, no entanto, é que os cinco já têm registro no País para uso em outras lavouras.O uso do benzoato será regulamentado numa instrução normativa, seguindo as observações dos Ministérios do Meio Ambiente e da Saúde.

Solução ecológica

A OZ Engenharia desenvolve os aparelhos Degradatox, que são utilizados para tratamento da calda gerada nos pátios de descontaminação da aviação agrícola e dos tratores, evitando maiores riscos de contaminação do meio ambiente. Para saber mais sobre o equipamento clique no link ou nos ligue (51) 3339 0082.

Acesse nosso informativo sobre o equipamento Degradatox.

Fonte: Estadão

 

 

Armazenar e conservar os alimentos sempre foi um desafio para os seres humanos, por muitos anos os alimentos foram enterrados ou até mesmo imersos em gordura bovina ou suína para durarem mais tempo, depois do surgimento da geladeira muita coisa mudou, hoje em dia com o uso do ozônio a durabilidade dos alimentos aumentou ainda mais, gerando uma pós vida nunca antes imaginada, no caso de alguns alimentos a durabilidade mais que triplicou devido a ação do ozônio, muitas indústrias já estão usando essa tecnologia como por exemplo empresas de frutas e queijos.

Mas mesmo com todos esses recursos muitas pessoas ainda ficam confusas na hora de guardar de maneira correta cada tipo de alimento, abaixo vamos citar algumas regras simples mas muito eficazes para você manter o alimento sempre gostoso e fresquinho.

 

Vegetais

Ao contrário do que muitos pensam armazenar vegetais, como batata e cebola, na geladeira pode estragá-los mais rápido ainda. Vegetais de raízes longas devem ficar em local seco e não tão frio, ou seja, para dar-lhes vida mais longa o melhor é mantê-los frescos e longe da luz, impedindo a germinação. Uma alternativa é armazenar vegetais em sacos de papel em um armário, porque eles são mais porosos do que o plástico. Não se deve guardar batatas e cebolas juntas, porque, produzem gases prejudiciais às duas.

 

Queijos

Por possuírem enorme diversidade, para cada tipo de queijo existe um método próprio de conservação. Os queijos de massa mole, por exemplo, devem ser guardados na parte inferior da geladeira e em recipientes fechados. Os de massa semi-cozida devem ser guardados na parte inferior da geladeira, embrulhados em papel alumínio. Se inteiros, devem ser guardados onde não sofram variações de temperatura, cobertos com pano úmido. E os queijos duros e defumados devem ser cobertos e guardados em local com temperatura em torno de 18ºC. Não congele queijos, pois afetará seu sabor e textura.

 

 

Alimentos secos

Cereais, biscoitos e outros alimentos secos armazenados em sacos plásticos podem ficar sem sabor e acelerar a deterioração. A ideia é organizar esses alimentos em frascos com uma boa vedação, colocar em local fechado e ao abrigo da luz.

 

 

 

Pães

Muitas pessoas não conseguem entender porque o pão estraga de uma hora para a outra. O ideal é mantê-lo em temperatura ambiente, em um lugar fresco e seco e longe da luz solar direta. Colocar na geladeira não é a melhor opção, pois extrai a umidade e o pão seca rapidamente. Para cada pão também existe uma forma de armazenamento diferente. Os pães fatiados de sanduíche  por exemplo, devem ficar na própria embalagem para reter a umidade. Já os pães caseiros ou feitos de forma artesanal em padarias devem ser mantidos em embalagem de papel para mantê-los crocantes. O pão caseiro pode ficar esponjoso em um saco plástico úmido.

Ervas

Assim como as flores, ervas frescas armazenadas na água irão reter o sabor e a textura por mais tempo do que se estivessem soltas na geladeira. Ervas suaves como salsa, manjericão e coentro fresco devem ficar armazenados em vidro com cerca de uma polegada de água, fora da geladeira. Deve-se aparar os talos e colocá-las na água. Já as ervas como alecrim, sálvia e tomilho podem ficar na geladeira, mas enroladas em uma toalha umedecida e depois dentro de um saco de compras reutilizável.

 

 

Fonte: http://www.blogdojoe.com.br

Acostumado com seca, anatomia de besouro serve de base para técnica complexa de nanotecnologia

O besouro da Namíbia desenvolveu a capacidade de extrair água do ar através da condensação. Nas suas costas tem uma zona hidrófila onde armazena a água, o que é essencial para a sua sobrevivência visto que na zona onde habita é raro chover, diz o site do jornal espanhol ‘ABC’.

Ele desenvolveu um sistema de hidratação único: a água dos nevoeiros matinais é absorvida através de sua carapaça nas costas. Se o inseto de 1,4 centímetro consegue enfrentar a crise do abastecimento de água, nós também temos que conseguir. Nem que seja preciso copiar a tecnologia do besourinho diz diretor da empresa NBD responsável pelo projeto.

O caminho pra essa solução (como boa parte das soluções do futuro) passa pela nanotecnologia. A empresa NBD Nano, principal entusiasta da ideia, afirma em seu site que seu propósito é “aprimorar a condensação da água para levá-la até as áreas mais secas do planeta”. Eles estão desenvolvendo uma combinação de superfícies superhidrofóbicas (extremamente difíceis de molhar) e superhidrofílicas (películas que podem impedir um vidro de ficar embaçado) para literalmente resgatar a água do ar.

Este trabalho está ainda na sua fase inicial mas é um dos muitos exemplos que demonstram como os cientistas procuram na natureza inspiração para a tecnologia sustentável. Em declarações ao site da BBC, Miguel Galvez, co-fundador da empresa, afirmou que estão já a desenvolver um protótipo da garrafa. “Acreditamos que o protótipo inicial será capaz de recolher, em qualquer local, desde meio litro até três litros de água por hora, dependendo do meio ambiente”, acrescentou.

O potencial desta inovação reside no fato de haver milhões de litros de água no ar, que não são aproveitados enquanto recurso natural, principalmente considerando que há imensos países de terceiro mundo onde a água é escassa.

Segundo a NBD, essa tecnologia permitirá combater a umidade nos lares, além de produzir água potável para ações militares, plantações e “nações do terceiro mundo”, como eles mesmo colocam no site. Uma garrafa de água que se auto-enche é uma das invenções que estão a caminho – tudo isso deve virar realidade até 2015.

Achei um protótipo, vejam as fotos abaixo:

Protótipo e o besouro inspirador.

 

Como funciona o processo

Como as pessoas iriam se beneficiar

Quem gosta de usar lápis sabe que a certa altura eles ficam no cotoco, difícil até de segurar entre os dedos. Imagine se você pudesse se desfazer do pedacinho restante simplesmente enterrando-o no canteiro mais próximo e, tempos depois, encontrasse um broto de coentro, uma flor ou um vegetal?

É exatamente isso o que a empresa Democratech fez ao lançar no mercado americano o Sprout, um lápis com cápsulas de semente variadas, acopladas no lugar da borracha, que pode ser plantado. O resultado são brotos de tomate, coentro, salsa, alecrim e até flores, como margaridas, dependendo da escolha do freguês.

A ideia nasceu do curso de design de produto Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) em Cambridge, Estados Unidos, onde os alunos foram convidados a criar um produto sustentável para o escritório do futuro.

Ao inserir as sementes no corpo em madeira de cedro convencional, seus criadores aproveitaram para tornar o lápis também atrativos para as crianças, na esperança de estimulá-las a praticar a reciclagem através da jardinagem. No vídeo abaixo, Mario Bollini, um dos designers, fala sobre o processo de criação do Sprout:

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Para as pessoas que estão acostumadas a ficarem mastigando a ponta do lápis essa novidade não vai ter tanto  impacto assim, mas a ideia é bem legal.

retirado do blog: http://exame.abril.com.br/meio-ambiente-e-energia

Limpar a casa pode ser uma maneira de contribuir com a natureza, soluções naturais podem substituir de forma eficiente produtos como detergentes, desinfetantes, antimofo e muitos outros. Além de ajudar o meio ambiente ainda previne alergias e outros problemas de saúde.

Vinagre, suco de limão e bicarbonato de sódio: com esse trio nas mãos, você ataca de mofo, limo e manchas a gordura, entupimento e odores fortes. Ele tem propriedades bactericidas, abrasivas e ácidas tão eficientes quanto os produtos industrializados, mas com a vantagem de não agredir a nossa saúde nem o meio ambiente. “O multiúso e o detergente contêm fosfato na fórmula, um elemento que facilita a remoção da gordura. Em excesso, porém, ele causa a eutrofização da água – processo que leva ao crescimento exagerado de algas e micro-organismos e, consequentemente, ao desequilíbrio ecológico”, explica Márcio Augusto Araújo, consultor de ecoprodutos do Instituto para o Desenvolvimento da Habitação Ecológica (SP).

Embora no Brasil a quantidade de fosfato seja controlada, imagine o efeito provocado quando milhões de pessoas usam os produtos indiscriminadamente. “Os itens industrializados podem ser rastrea­dos, mas pior mesmo são os fabricados em `fundo de quintal’, que muita gente compra sem conhecer a fórmula e os efeitos colaterais”, diz o pesquisador Maurício Waldman (SP), autor do Guia Ecológico Doméstico (Ed. Contexto). Além das alergias na pele, podem ocorrer intoxicações causadas pelo forte odor e até envenenamento de animais domésticos. Abra mão também de detergentes, solventes e ceras que contenham compostos voláteis, cloro ou formaldeído, pois poluem o ar e provocam problemas respiratórios.

CONSUMO CONSCIENTE
Nas prateleiras dos supermercados já existem vários materiais de limpeza ecológicos, isentos de agentes químicos agressivos ou com o seu teor reduzido. Portanto, ao optar pelos industrializados, prefira os de baixo impacto ambiental. Maurício ressalta que é fundamental mudarmos os nossos hábitos de consumo. “As pessoas acham que basta limpar bem. Mas a ideia é sujar menos para dispor de uma quantidade menor de produtos químicos em casa, pois eles poluem os rios e matam os peixes. A água da máquina de lavar roupas que já tem sabão, por exemplo, é perfeita para higienizar o vaso sanitário ou tirar a sujeira do quintal”, ensina.

PRODUTOS SEM QUÍMICA
Na hora de limpar a casa, use estas receitas que garantem um ótimo resultado a baixo custo, não fazem mal à saúde nem poluem o ambiente.

Vinagre
Com alta concentração de ácido acético, o líquido funciona como um potente desinfetante e desengordurante. Os melhores para a limpeza são o branco (de álcool) e o de maçã.

Antimofo
Remova esse odor desagradável do armário limpando-o com um pano mbebido na mistura de 3 litros de água quente com 1 ou 2 colheres (sopa) de vinagre branco.

Fim da gordura
Ponha um pouco de vinagre puro sobre a gordura do fogão, deixe agir por um minuto e limpe.

Rejunte branquinho
Aplique vinagre puro com uma escovinha de dentes no rejunte do azulejo. Aguarde pelo menos duas horas para enxaguar com água. A dica também vale para limpar aquela parede com marcas de móveis ou de sapatos.

Brilho em vidros e espelhos
Dissolva 1 parte de vinagre em 4 de água quente e limpe essas superfícies. Os vidros ficam ainda mais transparentes!

Tapetes e carpetes novinhos
Para limpar essas peças, aplique uma mistura com a mesma quantidade de vinagre branco e água.

Amaciante
Substitua o produto convencional por 1/2 copo de vinagre no último enxágue da roupa. Ela fica supermacia…

Bicarbonato de sódio
À base de dióxido de carbono e hidróxido de sódio, o bicarbonato é bactericida e uma excelente alternativa para os produtos de limpeza abrasivos. Use-o, sempre com luvas, na limpeza da cozinha e para afastar odores desagradáveis.

Forno brilhante
Molhe um pano macio numa mistura de 1/2 litro de água quente e 3 colheres (sopa) de bicarbonato. Aplique em todo o forno e, após uma hora, retire-o com um pano úmido.

Ralos desentupidos
Misture bem 1 xícara (chá) de sal, 1 de bicarbonato e 1 litro de água quente. Jogue no ralo.

Carpete cheiroso
Para eliminar o odor forte, provocado por animais de estimação ou pela falta de ventilação no ambiente, pulverize bicarbonato de sódio sobre o carpete usando uma peneira grande. Deixe agir por dez minutos e aspire. Não passe vassoura para evitar que o tapete fique branco.

Geladeira limpinha
Sempre depois de finalizar a limpeza da geladeira e do freezer, passe um pano úmido com bicarbonato na parte interna para desinfetar o local.

Suco de limão
O ácido cítrico do fruto ajuda a dissolver o limo e até manchas de ferrugem.

Louça sem gordura
Dilua 1/4 de xícara (chá) de suco de limão em água e aplique na peça com um pano macio.

Antiferrugem
Retire esse tipo de mancha de talheres, grelhas e fogão esfregando a superfície com suco de limão e uma esponja.

MULTIÚSO CASEIRO
Num frasco de vinagre de maçã, junte 3 colheres (sopa) de bicarbonato de sódio e 1 copo de extrato de raspa de juá (árvore típica do Nordeste, também conhecida como juazeiro), à venda em lojas de produtos naturais. A solução tem validade de até seis meses se for guardada bem fechada e à sombra.

Importante
Mesmo os produtos sendo naturais, nunca deixe-os ao alcance de crianças e animais.

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/home/

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