Posts com a Tag ‘Cliente OZ Engenharia’

Crédito: Bruno Todeschini/PUCRS

 

O sócio diretor da OZ Engenharia teve seu perfil empreendedor publicado na InovaNews edição nº 4 – maio/junho de 2013, veículo de comunicação da Rede Inovapucrs, que traz notícias de inovação e empreendedorismo da Universidade, com periodicidade bimestral. Na matéria Fábio Rahmeier falou sobre a importância da multidisciplinaridade e do talento e das possibilidades do uso do ozônio como alternativa ecológica e econômica para as empresas.

Veja na íntegra a entrevista acessando o site da INOVAPUCRS.

Clique na imagem para aumentar

Há algum tempo o ozônio já vem sendo usado para combater agentes alérgenos, bactérias, fungos e inclusive vírus. Com o surgimento das superbactérias muitos testes foram feitos e descobriu-se a eficácia do ozônio contra a KPC.

A bactéria KPC (Klebsiella pneumoniae Carbapenemase) é um microrganismo que foi modificado geneticamente no ambiente hospitalar e que é resistente aos antibióticos. Os primeiros casos do microrganismo foram detectados em pacientes internados em UTI, nos Estados Unidos.

Abaixo entrevista feita pelo site IG com o médico Glacus de Souza Brito, da Divisão de Imunologia Clínica e Alergia do Hospital de Clínicas de São Paulo – idealizador do novo tratamento.

Ele diz que bastaram 5 minutos de exposição ao jato de ozônio para os agentes infecciosos perderem força e ficarem inativos. O mecanismo de ação é que o ozônio oxida as paredes dos microrganismos.  O próximo passo será testar o mesmo processo em pacientes. Leia a seguir a entrevista.

O senhor já utilizava o tratamento com ozônio para outros tipos de infecção. Como foi a ideia de testar a eficácia do gás para as superbactérias?

Glacus de Souza Brito: Já usamos o ozônio para tratar algumas feridas que não respondiam aos tratamentos convencionais. Temos um caso de um paciente acidentado no trânsito, que tinha um machucado na perna e nele foram encontradas quatro bactérias multirresistentes. Baseado em experiências internacionais, isolamos a ferida com um plástico e com uma máquina que emite ozônio simples, nebulizamos o local por uma hora diária com o gás. Em dois dias, as bactérias já estavam inativas e seis dias depois foi possível suspender todos os antibióticos. O paciente teve alta. Quando começaram a surgir os casos de bactérias multirresistentes, decidimos investigar a eficácia do ozônio.

Como foi feita a pesquisa?
Glacus de Souza Brito: Selecionamos 10 bactérias multirresistentes, identificadas em pacientes do próprio HC. A última testada foi a KPC. Isolamos os microrganismos em laboratório e, em todos eles, bastaram cinco minutos de exposição ao ozônio para os agentes infecciosos serem anulados.

Com estas evidências, qual é o próximo passo?
Glacus de Souza Brito: Precisamos agora montar esquemas de estudos que envolvam pacientes, porque ainda não sabemos como será a resposta em humanos. As bactérias resistentes nem sempre se manifestam em feridas, podem aparecer em pneumonias, por exemplo, por isso precisamos de mais pesquisas para confirmar se funciona. O importante é que é um tratamento simples e de muito pouco custo e que pode virar um padrão no sistema público brasileiro.

Além de infecções, o ozônio já é testado para outras doenças?
Glacus de Souza Brito: Internacionalmente, há uma utilização maior. A Alemanha e a Itália usam ozônio para tratar dores articulares e hérnia de disco, por exemplo. A pesquisa no Hospital das Clínicas foi só para ver a eficácia com as superbactérias e já encontramos êxito. Mas é um vasto campo a ser pesquisado.

Veja reportagem feita pelo SBT Brasil sobre o uso do ozônio no combate a superbactéria (KPC):

Jornal Nacional da Rede Globo também abordou o assunto:

A OZ Engenharia desenvolve Equipamentos Geradores de Ozônio com tecnologia de ponta e todos os recursos necessários para combater a superbactéria e demais microrganismos causadores de doenças  e suas patologias. Acesse nosso site e veja os aparelhos disponíveis ou nos ligue (51) 3339 0082. Caso queira comprar on line acesse nosso site de vendas.

 

 

 

 

 

 

Você sabe o que significa o símbolo abaixo, presente nos alimentos que você compra?

Este símbolo é do Alimento Geneticamente Modificado

Alimentos Geneticamente Modificados: são alimentos criados em laboratórios com a utilização de genes (parte do código genético) de espécies diferentes de animais, vegetais ou micróbios. Os OGM sofreram alteração no seu código genético por métodos ou meios que não ocorrem naturalmente, mas sim através da Engenharia Genética.

Engenharia Genética: ciência responsável pela manipulação das informações contidas no código genético, que comanda todas as funções da célula. Esse código é retirado da célula viva e manipulado fora dela, modificando a sua estrutura (modificações genéticas).

Com o aprimoramento e desenvolvimento das técnicas de obtenção de organismos geneticamente modificados e o aumento da sua utilização, surgiram então, dois novos termos para o nosso vocabulário: biotecnologia e biossegurança.

Biotecnologia é o processo tecnológico que permite a utilização de material biológico para fins industriais.

A biossegurança é a ciência responsável por controlar e minimizar os riscos da utilização de diferentes tecnologias em laboratórios ou quando aplicadas ao meio ambiente.

Pontos positivos dos alimentos transgênicos

– Aumento da produção de alimentos;
– Melhoria do conteúdo nutricional, desenvolvimento de nutricênicos (alimentos que teriam fins terapêuticos);
– Maior resistência e durabilidade na estocagem e armazenamento.

Pontos negativos dos alimentos transgênicos

– Aumento das reações alérgicas;
– As plantas que não sofreram modificação genética podem ser eliminadas pelo processo de seleção natural, pois, as transgênicas possuem maior resistência às pragas e pesticidas;
– Aumento da resistência aos pesticidas e gerando maior consumo deste tipo de produto;
– Apesar de eliminar pragas prejudiciais à plantação, o cultivo de plantas transgênicas pode, também, matar populações benéficas como abelhas, minhocas e outros animais e espécies de plantas.

Número de países com OGM está aumentando

Desde o final da década de 70, pesquisadores do mundo inteiro aprenderam a transferir genes de um organismo para outro, seja ele animal ou vegetal, alterando suas características naturais. Com isso, tornaram possível criar porcos com menos gordura na carne, plantar feijão com mais proteína nos grãos ou soja resistente a herbicidas. O lançamento da soja transgênica no mercado aquece a polêmica sobre a biotecnologia em 1999. Essa planta tem em suas células um gene que não faz parte do organismo de nenhum vegetal. Retirado de uma bactéria, a agrobacterium, ele controla a fabricação de uma proteína, conhecida pela sigla EPSPS, que bloqueia a ação dos herbicidas. Isso permite eliminar o mato sem risco de prejudicar a planta cultivada.

Riscos ainda sobre avaliação

Os críticos dos alimentos geneticamente alterados dizem que a ciência não tem controle total sobre o funcionamento dos genes. Para eles, as pesquisas devem ser aprofundadas antes que os novos produtos sejam liberados. No caso da soja modificada, existe o temor de que a substância EPSPS provoque efeitos inesperados no organismo dos consumidores, como alergias ou outro tipo de doença. Mesmo que o gene tenha sido preparado em laboratório para funcionar apenas nas folhas, e não nos grãos – a parte comestível da planta –, não há como garantir que eles atuarão da forma programada. Os transgênicos não se sairam bem com testes em cobaias (ratos) de laboratório. Os ratos tiveram tumores e outras complicações ao consumirem MILHO TRANSGÊNICOS.

Algodão geneticamente modificado alterando a cor do branco para alaranjado

Além da aplicação da biotecnologia pela indústria alimentícia, plantas e animais vêm sendo alterados para outras finalidades, como a produção de tecidos. Uma das mais recentes novidades desse campo, lançada em 1999 nos EUA, é um algodão que nasce colorido – verde, vermelho ou amarelo –, conforme o interesse do produtor. Outra linha de pesquisa avançada é a da modificação de organismos para a produção de medicamentos. Na Escócia, o Instituto Roslin – o mesmo que fez a clonagem da ovelha Dolly – cria carneiros em cujo leite é gerada uma droga que estimula a coagulação do sangue. Chamada de Fator IX, ela deverá ser empregada no combate à hemofilia.

Diante de todas as discussões a cerca dos transgênicos, como o consumidor identificará nos supermercados o alimento transgênico. Os rótulos abaixo exemplificam itens importantes que podem auxiliar o consumidor nessa identificação.
São eles:
  1. Presença do símbolo de Transgênicos no painel principal. Representado pelo triângulo eqüilátero amarelo, com a letra T dentro.
  2. Caso a embalagem não seja colorida o triângulo pode ser preto impresso sobre fundo branco.
  3. Presença da frase “Produto produzido a partir de soja transgênica” ou “Soja transgênica” e “Contém soja transgênica”.
  4. Presença do nome da espécie doadora do gene no local reservado para a identificação dos ingredientes.
Atualmente, os produtos transgênicos mais comuns são feitos de soja, milho ou batata, e há alguns alimentos que não indicam nas embalagens que são transgênicos. Na dúvida, consulte o  SAC da empresa para confirmar.

Mesmo com dois pareceres técnicos contrários, o Ministério da Agricultura (Mapa) liberou o uso de um agrotóxico não registrado no País para combater emergencialmente uma praga nas lavouras de algodão e soja. A decisão, publicada anteontem no Diário Oficial, permite o uso de defensivos agrícolas que tenham em sua composição o benzoato de emamectina, substância que, por ser considerada tóxica para o sistema neurológico, teve seu registro negado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em 2007.

O uso de agrotóxicos no País é norteado por pareceres do Comitê Técnico de Assessoramento para Agrotóxicos (CTA), formado por membros dos Ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente e da Anvisa – os dois últimos são encarregados de avaliar os riscos do uso de defensivo para o meio ambiente e a saúde pública.Em março, diante da praga da lagarta quarentenária A-1 Helicoverpa armigera em lavouras do oeste da Bahia, representantes do Mapa solicitaram uma reunião extraordinária do CTA para a liberação do benzoato. A proposta era que o produto fosse usado emergencialmente até a safra 2014/2015.

No primeiro encontro, representantes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e da Anvisa foram contrários à liberação. De acordo com a ata da reunião, a maioria do grupo afirmava que os documentos apresentados não permitiam tal liberação.Diante da negativa, o Mapa solicitou uma nova reunião, realizada cinco dias depois. Nesse encontro, tanto a Anvisa quanto o Ibama mantiveram sua posição: não havia elementos suficientes para que a liberação fosse realizada.

O Mapa, no entanto, decidiu liberar o uso do benzoato. De acordo com o ministério, não é a primeira vez que a Agricultura adota uma decisão unilateral. Em 1986, de acordo com a assessoria, também houve liberação de agrotóxicos para combater uma praga de gafanhoto.

Além do benzoato, outros cinco tiveram seu uso liberado para o combate à praga: dois produtos biológicos (Vírus VPN HzSNPV e Bacillus Thuringiensis) e três químicos (Clorantraniliprole, Clorfenapyr e Indoxacarbe). A diferença, no entanto, é que os cinco já têm registro no País para uso em outras lavouras.O uso do benzoato será regulamentado numa instrução normativa, seguindo as observações dos Ministérios do Meio Ambiente e da Saúde.

Solução ecológica

A OZ Engenharia desenvolve os aparelhos Degradatox, que são utilizados para tratamento da calda gerada nos pátios de descontaminação da aviação agrícola e dos tratores, evitando maiores riscos de contaminação do meio ambiente. Para saber mais sobre o equipamento clique no link ou nos ligue (51) 3339 0082.

Acesse nosso informativo sobre o equipamento Degradatox.

Fonte: Estadão

 

 

Certificações ISO são almejadas por muitas empresas para atestar a qualidade dos serviços e produtos oferecidos ou para padronizar procedimentos. A mais famosa é a ISO 9001 que designa um grupo de normas técnicas que estabelecem um modelo de gestão da qualidade para organizações em geral. Agora, com os cuidados com o Meio Ambiente tão em alta, a certificação aspirada, principalmente por indústrias é a ISO 14001 – Norma internacional que especifica processos para controlar e melhorar o desempenho ambiental de uma organização.

ISO quer dizer: Organização Internacional para Padronização (em inglês: International Organization for Standardization; em francês: L’Organisation internationale de normalisation). Organização não-governamental fundada em 1947, em Genebra, e hoje presente em cerca de 162 países. A sua função é a de promover a normatização de produtos e serviços, para que a qualidade dos mesmos seja permanentemente melhorada.

A ISO 14001 define o que deve ser feito para estabelecer um Sistema de Gestão Ambiental (SGA) efetivo. A norma é desenvolvida com objetivo de criar o equilíbrio entre a manutenção da rentabilidade e a redução do impacto ambiental. Para a obtenção e manutenção do certificado, a organização tem que se submeter a auditorias periódicas, realizadas por uma empresa certificadora, credenciada e reconhecida pelos organismos nacionais e internacionais.

Nas auditorias são verificados o cumprimento de requisitos como:

– Cumprimento da legislação ambiental;

– Diagnóstico atualizado dos aspectos e impactos ambientais de cada atividade;

– Procedimentos padrões e planos de ação para eliminar ou diminuir os impactos ambientais sobre os aspectos ambientais;

– Pessoal devidamente treinado e qualificado.

Empresas que possuem esse selo ganham credibilidade perante seus interlocutores, sejam eles clientes, fornecedores ou funcionários. Hoje, grandes empresas buscam parcerios comprometidos com a responsabilidade ambiental.

Além disso, o desenvolvimento aliado à sustentabilidade, ajuda na melhor gestão dos recursos trazendo benefícios de imagem, financeiros e de fato, para o Meio Ambiente.

A OZ Engenharia trabalha com tecnologia limpa, que auxilia na diminuição de impactos ambientais. Nossos equipamentos utilizam ozônio, gás derivado do oxigênio que se dissipa facilmente sem deixar resíduos. No tratamento de água, por exemplo, o processo ganha aliados como as membranas de microfiltração e filtros de carvão e areia, conforme a necessidade de cada projeto. Empresas como Memphis e GKN, são nossos clientes e utilizam equipamentos da linha de Tratamento de Água e Efluentes para atender requisitos solicitados pelas normas da ISO 14001.

 

Saiba mais sobre a ISO no site oficial.

A GKN é líder global em fornecimento para os fabricantes automotivos, aeroespacial e offhighway, dispõe de produtos com base tecnológica, altamente projetados para os principais fabricantes mundiais de veículos leves, agrícolas e equipamentos para construção, aeronaves e motores.

Um dos braços da empresa, a GKN Driveline, está no Brasil há mais de 35 anos e consolida sua marca como maior fabricante de semi-eixos homocinéticos do país. Dentre os maiores clientes da empresa está a GM do Brasil, que em março deste ano fez o primeiro pedido de ‘diferenciais abertos’ (dispositivo mecânico que tem a função de dividir o torque entre dois semi-eixos) que serão produzidos na unidade brasileira.

A unidades da GKN Driveline, com sede no Rio Grande do Sul, principal do Brasil,  adquiriu equipamentos da linha de tratamento de água e efluentes, Águas Limpas. Os filtros de carvão e os geradores de ozônio proporcionam à estação de tratamento de efluentes (ETE), um efluente de melhor qualidade, que pode ser descartado de forma mais segura, sem prejuízos ao meio ambiente. Com essa ação, a GKN melhora seus processos com o foco no reuso total dos efluentes gerados, sempre buscando a melhoria continua , um dos requisitos da certificação ISO 14001.

Sua responsabilidade para com a comunidade e meio ambiente é reforçada através de projetos na área social, cultural, de conscientização ambiental e educacional.

Conheça mais sobre o trabalho da GKN, produtos e ações sociais. Clique aqui e veja a apresentação institucional.

 

A perfumaria Memphis, quinta maior empresa do segmento de sabonetes no Brasil, tem como definição de negócio o conceito “Emoções no banho”, e faz isso com responsabilidade social e ambiental. A empresa possui várias certificações e prêmios que atestam sua excelência, entre eles estão a ISO 9001, desde 1997 e a ISO 14001 desde 2001.

A certificação ISO 14001 é dada às organizações que possuem competência na Gestão Ambiental. A matriz, localizada em Porto Alegre/RS, conta com uma Estação de Tratamento de Efluentes – ETE, para purificar o efluente gerado. A Estação funciona com um sistema contínuo de tratamento e reduz até 98% dos compostos presentes no efluente, atendendo a todos os padrões de emissão estabelecidos pela legislação municipal. A empresa é cliente da OZ Engenharia e agregou o ozônio ao seu sistema com a aquisição dos filtros e do gerador de ozônio Linha TrataOZ .

Na área social a Memphis possui o Certificado de Responsabilidade Social, concedido pela Kinder – Centro de Integração da Criança Especial, além de ser franqueada pela Fundação Projeto Pescar. Através do projeto Pescar, a empresa oferece cursos profissionalizantes a jovens entre 16 e 19 anos, em situação de vulnerabiliade social, com o objetivo de qualificá-los profissionalmente e como cidadão. Alia aprendizagens básicas para o exercício de uma profissão nas mais diversas áreas da Indústria, Comércio e Prestação de Serviços.

Assim a Memphis mostra que responsabilidade socioambiental e desenvolvimento podem caminhar juntos.

Para saber mais sobre a empresa e conhecer seus produtos acesse: http://www.memphisbr.com/

Foto: Miro de Souza, Agência RBS

Na Terça-feira, 08 de maio, a SAP, cliente OZ Engenharia, foi destaque na Zero Hora,  jornal gaúcho pertencente ao Grupo RBS, empresa afiliada da Rede Globo. A notícia foi sobre o prédio da  SAP Labs Brasil, localizado no Parque Tecnológico de São Leopoldo (Tecnosinos), que foi considerada uma das primeiras construções 100% sustentáveis da América Latina.

Foram cerca de R$ 40 milhões investidos para implantar ações ambientalmente corretas. Entre outras iniciativas, a empresa reutiliza toda a água que descarta através de um sistema próprio de tratamento. As vidraças, que formam as paredes e o teto do prédio, permitem a entrada de luz natural, minimizando o uso de eletricidade.

Neste prédio estamos tratando o espelho d’água (jardim de inverno), as torres de resfriamento para ar condicionado e o reúso de água para descarga nos banheiros, com ozônio. O ozônio é tecnologia limpa, não deixa resíduos na água tratada e elimina o uso de cloro.

Fundada em 1972, a SAP (que significa “Sistemas, aplicações e produtos no processamento de dados”) é líder de mercado em software de aplicação empresarial e possui um rico histórico de inovação e crescimento como verdadeiro líder do setor. Sua missão e visão, publicadas no site da instituição, resumem de forma clara sua atuação: “Nossa missão é ajudar as empresas de todos os portes e setores a se tornarem empresas mais bem administradas. Nossa visão é ajudar o mundo a funcionar melhor.”

Na edição de novembro da revista especializada em Aviação Agrícola, Ag Air Update, a empresa Banalves Aviação Agrícola, foi destaque em matéria sobre a pulverização aérea em plantação de bananas.

A matéria salienta a preocupação ambiental da empresa que possui o Sistema de Ozônio para tratamento de resíduos agrícolas – Degradatox.

A AgAir update é editada nos EUA e possui edições especiais para a América Latina em português e espanhol.

Conforme prometido, durante essa semana traremos mais relatos sobre as palestras acontecidas durante o 4º Congresso Internacional de Inovação. No primeiro painel assistido pela OZ, o assunto era sobre as Empresas Emergentes em Países Emergentes.

Seamus Grimes, professor irlandês que realiza pesquisas voltadas para investimentos em P&D em multinacionais na China iniciou a apresentação falando sobre a importância da inovação local. “Os chineses são bons imitadores, conseguem copiar a tecnologia de outros lugares e adaptar para suas necessidades”, afirmou. Grimes também salientou que o futuro do desenvolvimento está no Oriente e por isso muitas empresas multinacionais estão se instalando na região. Muitas dessas empresas trabalham na China e querem ocupar seu mercado, mas não querem deixar o conhecimento lá. O país quer mudar isso e o investimento em patentes no mercado interno é uma das estratégias.

Logo após foi a vez de Chin Tah Ang, diretor do escritório do Singapore Economic Development Board (EDB) baseado em São Paulo há dois anos. O EDB é a agência governamental responsável por planejar e executar estratégias visando o desenvolvimento industrial e comercial de Cingapura. Na sua exposição Chin falou sobre o país e como o investimento em projetos inovadores fez o país crescer rapidamente. Cingapura se tornou independente em 09/08/1965 e no início não existia nem água potável suficiente para abastecer todo o pequeno país que fica no nordeste asiático e tem uma área equivalente ao Estado do Rio de Janeiro.  O país tem sua economia baseada em “3Cs”: Capital Intelectual, apostando em pesquisa; Capital Físico, com o desenvolvimento de green buildings e ecocidades; e Capital Humano, oferecendo vários programas de educação para a população.

Depois foi a vez do professor Seung-Hyun Yoo da Coreia do Sul, diretor do Center of Human Resource Development da Ajou University (Suwon – Korea) e Vice presidente da Korea Triz Association (KTA). Embora a Coreia do Sul seja uma referência em inovação e educação, o Professor Yoo desmitificou essa imagem mostrando vários dados curiosos, como por exemplo, que o país é o primeiro em acidentes de trânsito e em suicídios no mundo, além de ter índices de corrupção equivalentes aos do Brasil e da Itália. “A Coreia está crescendo economicamente, porém a qualidade de vida da população está baixando”, completa o professor. Em contrapartida o país investe fortemente em educação para o desenvolvimento e contra a pobreza. Ainda defendeu que o tão mencionado BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), deveria ter o “K” de Korea acrescentado, se tornando assim o BRICK, palavra que em inglês significa tijolo e segundo a analogia feita pelo Professor Yoo, necessário para a construção do desenvolvimento mundial.

Para finalizar o painel, foi apresentado o case da SAP Brasil, cliente da OZ Engenharia. A apresentação foi feita pelo presidente do Laboratório de Inovação da SAP Brasil, Erwin Rezelman. A empresa tem um escritório em São Paulo e um centro tecnológico em São Leopoldo/RS no Tecnosinos, parque tecnológico da UNISINOS. Erwin falou sobre o intercâmbio de conhecimento entre colaboradores de diferentes nacionalidades e os brasileiros afirmando que “Equipes multiculturais geram inovação”. Ainda citou a preocupação da empresa com o meio ambiente e na meta de todos os prédios da sede de São Leopoldo terem certificação LEED.  Além disso, falou da vantagem de instalar o centro de inovação da SAP no Tecnosinos, já que em São Paulo há muita concorrência e muita rotatividade, porém lamentou a estrutura de transporte e serviços gaúchos, “Precisamos da infraestrutura da China e de Cingapura aqui no RS”, completou.

Pesquisar
Divulgação
Calendário
agosto 2017
S T Q Q S S D
« jul    
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031  
Site OZ Engenharia
Águas Limpas
Google +1
Categorias