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De 23 a 26 de fevereiro, Porto Alegre/RS, receberá o 1º Fórum Mundial da Bicicleta. O evento terá palestras, debates e oficinas sobre mobilidade urbana, turismo, economia, esporte, meio-ambiente, entre outros temas.

O primeiro Fórum Mundial da Bicicleta, que acontecerá em Porto Alegre de 23 a 26 de fevereiro de 2012, é um espaço para discutir o futuro das cidades e o papel da bicicleta nos âmbitos social, econômico, ambiental, esportivo e cultural. A iniciativa partiu da reunião de moradores de Porto Alegre que utilizam a bicicleta para a prática do esporte, transporte urbano, lazer, bem como empresários do setor de comércio e serviços.

A data para o Fórum Mundial da Bicicleta foi escolhida em virtude do aniversário de um ano do atropelamento intencional que ocorreu contra os participantes da Massa Crítica de Porto Alegre, em 25 de fevereiro de 2011, que gerou manifestações de solidariedade em diversas cidades do mundo e vem fomentado a discussão sobre a violência no trânsito.

A programação traz painéis com a participação de expoentes do cicloativismo e das áreas de mobilidade urbana, ciclismo de competição, turismo relacionado à bicicleta e o papel da bicicleta no fomento à economia, bem como oficinas autogestionadas sobre diversos assuntos relacionados ao ciclismo urbano, turístico e esportivo. A participação tanto nos painéis quanto nas oficinas é gratuita e aberta a toda a população.

Passeios especiais

Na quinta-feira, 23/02 haverá um bike city tour, passando pelos principais pontos turísticos de Porto Alegre.

Na sexta-feira, 24/02,  o Fórum se junta à Massa Crítica, na bicicletada tradicional da última sexta-feira do mês, com concentração a partir das 18h15 no Largo Zumbi dos Palmares.

No dia 26/02, haverá um passeio dominical reunindo os conhecedores das bicicletas reclinadas e demais ciclistas.

Mais detalhes da programação e  notícias, no site oficial do evento: http://forummundialdabici.com

O artista plástico uruguaio Juan Muzzi, que mora no Brasil há 41 anos, encontrou um destino realmente sustentável e útil para o plástico das garrafas PET. Ele faz bicicletas! O projeto levou 12 anos para ficar pronto e há um ano e meio o produto está sendo produzido sob encomenda na fábrica fundada por Juan em São Paulo.

No processo de produção, o plástico granulado é misturado a outras substâncias químicas e injetado em um molde de aço. Um quadro pode ser feito em apenas dois minutos e meio. Quando é feito somente de PET são utilizadas 200 garrafas.

A bicicleta feita de garrafas PET já faz tanto sucesso que mesmo com a produção mensal de 15 mil unidades, há uma fila de espera de pelo menos 2.500 pessoas para adquirir o produto. O valor de cada bicicleta fica entre R$ 400,00 e R$ 3.000,00, dependendo dos acessórios escolhidos pelo cliente.

A grande procura se justifica pelas vantagens, pois, o plástico é mais resistente, flexível e barato. Além disso, não enferruja, tem amortecimento natural e sua fabricação ainda transforma resíduos sólidos em um novo produto, beneficiando o meio ambiente.

As encomendas podem ser feitas pelo site http://www.muzzicycles.com.br/.
Com informações do site da MuzziCycles e do site Ciclo Vivo.

Há aproximadamente cinco meses é realizado em São Paulo o projeto Coletivas que com o lema: “Bicicleta parada não leva a nada”, promove uma rede de empréstimo de bicicletas na cidade. Quem tem uma bike parada e sem uso, pode doar. Ou então, pode colocá-la à disposição de uma rede de empréstimos quando não estiver usando. Doação de peças e ajuda com mão-de-obra voluntária em consertos e ajustes também são bem-vindas.

A ideia é disponibilizar bicicletas coletivas para qualquer pessoa que esteja querendo experimentar pedalar pela cidade e ainda não possa ou não queira comprar a sua própria bicicleta. Uma bicicleta será emprestada por um curto período de tempo, e depois será devolvida para que esteja disponível para que mais pessoas possam utilizá-la. A manutenção dessas bicicletas, assim como lugares para guardá-las, é também uma questão que se resolverá de forma descentralizada, num acordo entre zelador e usuário.

O projeto é sem fins lucrativos e funciona na base da confiança mútua. Não tem uma sede, ou uma oficina, ou pessoas contratadas para mantê-lo. O projeto é organizado de forma colaborativa. Funciona como uma comunidade de pessoas que emprestam e tomam emprestadas bicicletas que não pertencem necessariamente a uma única pessoa, mas à comunidade toda. Desta forma, o zelo pelas bicicletas, pela credibilidade das pessoas e pela manutenção dessa rede é de responsabilidade de todos os participantes.

E se você ficou triste que sua cidade não possui um sistema parecido, saiba que qualquer pessoa pode desenvolver o projeto na sua comunidade. O projeto é creative commons atribuição sharealike: se não tiver fins lucrativos, copie o que quiser. Replique na sua cidade, se achar que vale a pena, mas mantenha a mesma licença de reutilização.

Confira o site do Coletivas e saiba como participar da rede.

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