Posts com a Tag ‘Alimentos’

 

Balas M&M 40 gramas – 200cal

Um estudo muito visual e informativo apresentou uma série de fotos, que comparam 200 calorias em diferentes alimentos. Você acha que um punhado de ursinhos de goma não poderia engordar muito, certo ..? Bem, acontece que, apenas 51 gramas deles equivale a mesma quantidade calórica de cerca de 600 gramas de brócolis ou 3 ovos inteiros. E agora vamos ser honestos – qual dessas quantidades soam mais parecidos com uma refeição adequada para você?

O estudo compara 71 alimentos diferentes. Estatisticamente um adulto médio precisa de 2000-2500 calorias por dia, mas isso, é claro, é diferente, dependendo de como você se exercita diariamente. Portanto, para aqueles que não gostam de suar na academia, uma colher de manteiga de amendoim já se torna um pecado!

Veja abaixo alguns comparativos de quantidades de alimentos que equivalem a 200 calorias:

Ursinhos de Goma 51 gramas

Maças 385 gramas

Baby Cenouras 570 gramas

Brócolis 588 gramas

Milho 308 gramas

Manteiga 28 gramas

Ervilhas 357 gramas

Coca Cola 496 ml

Doritos 41 gramas

Kiwi 328 gramas

McDonald’s Cheeseburger 75 gramas

Uvas 290 gramas

Barra de Chocolate Snickers 41 gramas

Para ver a lista completa clique aqui.

Vídeo demonstrativo e explicativo:

 

O que é uma alimentação consciente ?

A alimentação consciente tem relação direta com a forma de produção orgânica, com hábitos alimentares saudáveis e de consumo responsável. Busca mais do que uma alimentação isenta de aditivos químicos, pois procura observar técnicas de plantio sustentáveis, realçando o problema dos agrotóxicos, dos produtos transgênicos. Observa com atenção os rótulos de produtos industrializados, preocupa-se com a forma de conservação dos alimentos, enfatiza a importância da hora das refeições e da criatividade na elaboração do prato. Em suma, a alimentação consciente preocupa-se com o alimento desde sua produção até o momento de ser consumido.

O que é um alimento orgânico ?

Trata-se do alimento produzido em sistemas que não utilizam agrotóxicos (inseticidas, herbicidas, fungicidas, nematicidas) e outros insumos artificiais tóxicos (adubos químicos altamente solúveis), organismos geneticamente modificados – OGM / transgênicos ou radiações ionizantes. Esses elementos são excluídos do processo de produção, transformação, armazenamento e transporte, privilegiando a preservação da saúde do homem, dos animais e do meio ambiente, com respeito ao trabalho humano. Em 23 de dezembro de 2003 foi sancionada a Lei n. 10.831, que estabelece as normas de produção, embalagem, distribuição e rotulagem para os produtos orgânicos de origem animal e vegetal.

Quando podemos dizer que um produto alimentar é orgânico?

Considera-se produto da agricultura orgânica, seja in natura ou processado, todo aquele obtido através dos princípios e normas específicas da produção agropecuária ou industrial orgânica. Para um alimento processado ser considerado orgânico e receber o selo de qualidade, é preciso que contenha pelo menos 95% de ingredientes originados da agricultura orgânica.

Como saber se o produto é orgânico?

Existem instituições certificadoras e associações que são responsáveis pelo acompanhamento e fiscalização da produção. Cerca de 20 certificadoras atuam no Brasil.

Campanha do Ministério da Fazenda a Favor dos Orgânicos.

O que significa um alimento certificado?

A certificação é um processo de inspeção das propriedades agrí-colas, realizado com periodicidade que varia de dois a seis meses, para verificar se o alimento orgânico está sendo cultivado e processado de acordo com as normas de produção orgânica. O foco da inspeção não é o produto, mas a terra e o processo de produção. Assim, uma vez credenciada, a propriedade pode gerar vários produtos certificados, que irão receber um selo de qualidade.

Selo para identificar os produtos orgânicos.

Em que a preparação do alimento orgânico é diferente?

Produtos orgânicos processados devem respeitar as normas estabelecidas em lei. Por exemplo, para fazer um suco de uva orgânico, o transformador deve encontrar frutas que foram produzidas de forma orgânica e não utilizar nenhum tipo de corante ou conservante no processamento. Até mesmo o transporte deve ser separado do similar convencional.

Por que consumir orgânicos ?

Afinal, o que tem levado cada vez mais consumidores a aderirem ao consumo de produtos orgânicos? Pesquisas realizadas  em várias partes do mundo  apontam três motivos:

Saúde

A preocupação com a saúde é a principal motivação dos consumidores de produtos orgânicos. Eles aspiram a uma alimentação mais saudável, natural e equilibrada. Você sabia que durante a existência de uma pessoa (com média de 70 anos) transitam cerca de 25 toneladas de alimento pelo sistema digestivo. Mesmo que contaminados com teores baixos de agentes químicos, pode ocorrer alguma intoxicação em determinado período da vida. Um dos problemas no diagnóstico é que não existem sintomas característicos da epidemia de intoxicação subclínica por agrotóxico. Segundo Higashi, nenhum medicamento pode agir adequadamente em pacientes com acúmulo de agrotóxicos em seu organismo.

Meio ambiente

Pesquisa do IBOPE Opinião revela que os transgênicos não têm boa aceitação no Brasil. Enquanto existirem divergências entre os cientistas em relação a possíveis prejuízos à saúde e ao meio ambiente, 74% preferem não comer alimentos transgênicos, 92% dos brasileiros acreditam que a rotulagem deveria ser obrigatória e 73% são contra a liberação de variedades transgênicas em escala comercial.

Melhor sabor

Encontrar o gosto autêntico dos alimentos no sabor das frutas, dos legumes e nas carnes provenientes de animais criados soltos é uma preocupação constante. Além disso, os alimentos orgânicos são livres de antibióticos, hormônios de crescimento, sendo processados sem o uso de aromas artificiais, conservantes e corantes. Pesquisas de análise sensorial, comparando alimentos orgânicos e convencionais, mostraram superioridade do alimento orgânico, destacadamente em preparo ao vapor.

Como achar o seu orgânico ?

Com o objetivo de tornar os produtos orgânicos mais acessíveis aos consumidores e fomentar uma alimentação saudável, o Idec realiza o Mapa de Feiras Orgânicas. Basta digitar um endereço para encontrar todas as feiras especializadas e grupos de consumo responsável mais próximos de você, bem como informações de horários de funcionamento e tipos de produtos encontrados nesses locais.

Além disso, o mapa mostrará quais são as frutas, verduras e legumes da estação na sua região para que opte pelos produtos locais.

Clique para acessar o mapa

E se não for possível consumir orgânicos ?

Dê preferência à compra de frutas e verduras da época. Fora da estação adequada é quase certo que uma fruta, verdura ou legume tenha recebido cargas maiores de agrotóxicos. É por isso que, quando você não encontrar tomate, cebola ou outros produtos na feira orgânica, não está na época deles. Escolha outro produto que os substitua em termos nutricionais;

Como ainda são poucas as frutas produzidas organicamente, procure sempre descascar as frutas, em especial os pêssegos, pêras e maçãs. Alguns resíduos de agrotóxicos ficam depositados nas cascas;

Lave bem as frutas e verduras em água corrente e coloque-as numa solução de água com um pouco de vinagre (4 colheres para 1 litro). Esse procedimento pode reduzir uma pequena parte dos resíduos de agrotóxicos de contato, além de possíveis contaminações microbiológicas.

Como escolher alimentos com menos agrotóxicos ?

Folhosas (alface, almeirão, agrião, rúcula, couve manteiga, cheiro-verde). Apresentam ciclo curto e são os vegetais que recebem menor número de pulverizações com agrotóxicos.

Atenção: a alface, por ser consumida em grande escala e cultivada de forma intensiva, pode receber mais pulverizações, por isso prefira as orgânicas.

 

Plantas de raiz, bulbo, tuberosas (beterraba, cenoura, cebola, alho, batata).O seu ciclo de vida é intermediário e, dessa forma, recebem um número de pulverizações um pouco maior que as folhosas.

Atenção: A batata e a cebola são plantas que recebem cerca de 30 pulverizações com agrotóxicos durante o ciclo da cultura.

 

Plantas de frutos e legumes (tomate, pimentão, berinjela, pepino).São as mais delicadas para produzir, com ciclo mais longo, ficando mais sujeitas ao ataque de pragas e doenças.

Atenção: O tomate, um dos campeões de venda, também é campeão em resíduos; recebe entre 30 e 40 pulverizações com agrotóxicos durante o ciclo. Alternativa: O tomate cereja é uma espécie mais rústica, resistente a pragas e doenças. Você pode produzi-lo no seu próprio jardim.

 

• Frutas. Por terem o ciclo ainda mais longo, em geral, recebem um número maior de pulverizações. Entretanto, é possível selecionar frutas com menor possibilidade de contaminação por agrotóxicos:
Frutas com baixo risco de contaminação • abacate, acerola, banana, caqui, coco, jabuticaba, mexericas e tangerinas, kiwi, nêspera e outras frutas nativas (pitanga, fruta-do-conde, amora, carambola).
Frutas com médio risco de contaminação • manga, abacaxi, melancia, laranja, mamão formosa e maracujá.
Frutas com alto risco de contaminação • morango, maçã, uva, pêssego, mamão papaia, goiaba, figo, pera, melão e nectarina.

Vocabulário da saúde alimentar:

Veja Como Equilibrar Sua Alimentação

Alimentos funcionais • Também conhecidos como nutracêuticos, agem diretamente sobre as funções do organismo e, por isso, previnem doenças degenerativas, crônicas, cardiovasculares (infarto e derrame) e câncer. O tomate, por exemplo, é um desses alimentos. Devido à ação do licopeno, pode oferecer proteção contra o câncer de próstata. Para o alimento ter atuação benéfica e de forma plena, sugere-se que seja produzido organicamente, no intuito de minimizar possíveis resíduos
químicos indesejáveis.

Alimentos naturais • Provêm de fontes originais da natureza. Não são produzidos em laboratórios, não possuem sabores e corantes artificiais de frutas, verduras, leite ou outros alimentos. Entretanto, um alimento natural pode ser produzido com agrotóxico.

Alimentos orgânicos • Produzidos num sistema isento de contaminantes que ponham em risco a saúde do consumidor, do
agricultor e do meio ambiente.

Alimentos integrais • Mantêm, ao serem consumidos, todos os integrantes nutricionais básicos. Exemplo: a farinha de trigo integral gera um produto com a totalidade dos ingredientes básicos para um pão nutritivo. Entretanto, normalmente o trigo utilizado é produzido no sistema convencional. Dessa forma, um alimento integral produzido organicamente seria o ideal para o consumo.

Alimentos diet • Modificados para atender à determinada finalidade: sem açúcar para o diabético, sem gordura para os que necessitam de baixa ingestão de gorduras e sem sal para hipertensos. Esse tipo de alimento não necessita ter redução calórica. Por esse motivo, se um alimento contiver a quantidade de açúcar, sódio, colesterol, aminoácidos ou proteínas abaixo do limite estabelecido em legislação, pode ser classificado comercialmente como diet. Basta que apenas um desses componentes esteja abaixo do limite. Assim, um alimento que não contém açúcar, mas que apresenta grande quantidade de gorduras é considerado diet, mesmo tendo uma quantidade de calorias semelhante ao seu similar não diet(em função da grande quantidade de gorduras).

Alimentos light • Abrandados ou diminuídos em um ou mais de seus nutrientes. Têm redução calórica de no mínimo 25% em relação ao seu similar.

Quer saber o que a OZ Engenharia faz para ajudar o meio ambiente ? Acesse uma matéria explicando nossos principais produtos.

Fonte: IAPAR

Você sabe o que significa o símbolo abaixo, presente nos alimentos que você compra?

Este símbolo é do Alimento Geneticamente Modificado

Alimentos Geneticamente Modificados: são alimentos criados em laboratórios com a utilização de genes (parte do código genético) de espécies diferentes de animais, vegetais ou micróbios. Os OGM sofreram alteração no seu código genético por métodos ou meios que não ocorrem naturalmente, mas sim através da Engenharia Genética.

Engenharia Genética: ciência responsável pela manipulação das informações contidas no código genético, que comanda todas as funções da célula. Esse código é retirado da célula viva e manipulado fora dela, modificando a sua estrutura (modificações genéticas).

Com o aprimoramento e desenvolvimento das técnicas de obtenção de organismos geneticamente modificados e o aumento da sua utilização, surgiram então, dois novos termos para o nosso vocabulário: biotecnologia e biossegurança.

Biotecnologia é o processo tecnológico que permite a utilização de material biológico para fins industriais.

A biossegurança é a ciência responsável por controlar e minimizar os riscos da utilização de diferentes tecnologias em laboratórios ou quando aplicadas ao meio ambiente.

Pontos positivos dos alimentos transgênicos

– Aumento da produção de alimentos;
– Melhoria do conteúdo nutricional, desenvolvimento de nutricênicos (alimentos que teriam fins terapêuticos);
– Maior resistência e durabilidade na estocagem e armazenamento.

Pontos negativos dos alimentos transgênicos

– Aumento das reações alérgicas;
– As plantas que não sofreram modificação genética podem ser eliminadas pelo processo de seleção natural, pois, as transgênicas possuem maior resistência às pragas e pesticidas;
– Aumento da resistência aos pesticidas e gerando maior consumo deste tipo de produto;
– Apesar de eliminar pragas prejudiciais à plantação, o cultivo de plantas transgênicas pode, também, matar populações benéficas como abelhas, minhocas e outros animais e espécies de plantas.

Número de países com OGM está aumentando

Desde o final da década de 70, pesquisadores do mundo inteiro aprenderam a transferir genes de um organismo para outro, seja ele animal ou vegetal, alterando suas características naturais. Com isso, tornaram possível criar porcos com menos gordura na carne, plantar feijão com mais proteína nos grãos ou soja resistente a herbicidas. O lançamento da soja transgênica no mercado aquece a polêmica sobre a biotecnologia em 1999. Essa planta tem em suas células um gene que não faz parte do organismo de nenhum vegetal. Retirado de uma bactéria, a agrobacterium, ele controla a fabricação de uma proteína, conhecida pela sigla EPSPS, que bloqueia a ação dos herbicidas. Isso permite eliminar o mato sem risco de prejudicar a planta cultivada.

Riscos ainda sobre avaliação

Os críticos dos alimentos geneticamente alterados dizem que a ciência não tem controle total sobre o funcionamento dos genes. Para eles, as pesquisas devem ser aprofundadas antes que os novos produtos sejam liberados. No caso da soja modificada, existe o temor de que a substância EPSPS provoque efeitos inesperados no organismo dos consumidores, como alergias ou outro tipo de doença. Mesmo que o gene tenha sido preparado em laboratório para funcionar apenas nas folhas, e não nos grãos – a parte comestível da planta –, não há como garantir que eles atuarão da forma programada. Os transgênicos não se sairam bem com testes em cobaias (ratos) de laboratório. Os ratos tiveram tumores e outras complicações ao consumirem MILHO TRANSGÊNICOS.

Algodão geneticamente modificado alterando a cor do branco para alaranjado

Além da aplicação da biotecnologia pela indústria alimentícia, plantas e animais vêm sendo alterados para outras finalidades, como a produção de tecidos. Uma das mais recentes novidades desse campo, lançada em 1999 nos EUA, é um algodão que nasce colorido – verde, vermelho ou amarelo –, conforme o interesse do produtor. Outra linha de pesquisa avançada é a da modificação de organismos para a produção de medicamentos. Na Escócia, o Instituto Roslin – o mesmo que fez a clonagem da ovelha Dolly – cria carneiros em cujo leite é gerada uma droga que estimula a coagulação do sangue. Chamada de Fator IX, ela deverá ser empregada no combate à hemofilia.

Diante de todas as discussões a cerca dos transgênicos, como o consumidor identificará nos supermercados o alimento transgênico. Os rótulos abaixo exemplificam itens importantes que podem auxiliar o consumidor nessa identificação.
São eles:
  1. Presença do símbolo de Transgênicos no painel principal. Representado pelo triângulo eqüilátero amarelo, com a letra T dentro.
  2. Caso a embalagem não seja colorida o triângulo pode ser preto impresso sobre fundo branco.
  3. Presença da frase “Produto produzido a partir de soja transgênica” ou “Soja transgênica” e “Contém soja transgênica”.
  4. Presença do nome da espécie doadora do gene no local reservado para a identificação dos ingredientes.
Atualmente, os produtos transgênicos mais comuns são feitos de soja, milho ou batata, e há alguns alimentos que não indicam nas embalagens que são transgênicos. Na dúvida, consulte o  SAC da empresa para confirmar.

Mesmo com dois pareceres técnicos contrários, o Ministério da Agricultura (Mapa) liberou o uso de um agrotóxico não registrado no País para combater emergencialmente uma praga nas lavouras de algodão e soja. A decisão, publicada anteontem no Diário Oficial, permite o uso de defensivos agrícolas que tenham em sua composição o benzoato de emamectina, substância que, por ser considerada tóxica para o sistema neurológico, teve seu registro negado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em 2007.

O uso de agrotóxicos no País é norteado por pareceres do Comitê Técnico de Assessoramento para Agrotóxicos (CTA), formado por membros dos Ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente e da Anvisa – os dois últimos são encarregados de avaliar os riscos do uso de defensivo para o meio ambiente e a saúde pública.Em março, diante da praga da lagarta quarentenária A-1 Helicoverpa armigera em lavouras do oeste da Bahia, representantes do Mapa solicitaram uma reunião extraordinária do CTA para a liberação do benzoato. A proposta era que o produto fosse usado emergencialmente até a safra 2014/2015.

No primeiro encontro, representantes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e da Anvisa foram contrários à liberação. De acordo com a ata da reunião, a maioria do grupo afirmava que os documentos apresentados não permitiam tal liberação.Diante da negativa, o Mapa solicitou uma nova reunião, realizada cinco dias depois. Nesse encontro, tanto a Anvisa quanto o Ibama mantiveram sua posição: não havia elementos suficientes para que a liberação fosse realizada.

O Mapa, no entanto, decidiu liberar o uso do benzoato. De acordo com o ministério, não é a primeira vez que a Agricultura adota uma decisão unilateral. Em 1986, de acordo com a assessoria, também houve liberação de agrotóxicos para combater uma praga de gafanhoto.

Além do benzoato, outros cinco tiveram seu uso liberado para o combate à praga: dois produtos biológicos (Vírus VPN HzSNPV e Bacillus Thuringiensis) e três químicos (Clorantraniliprole, Clorfenapyr e Indoxacarbe). A diferença, no entanto, é que os cinco já têm registro no País para uso em outras lavouras.O uso do benzoato será regulamentado numa instrução normativa, seguindo as observações dos Ministérios do Meio Ambiente e da Saúde.

Solução ecológica

A OZ Engenharia desenvolve os aparelhos Degradatox, que são utilizados para tratamento da calda gerada nos pátios de descontaminação da aviação agrícola e dos tratores, evitando maiores riscos de contaminação do meio ambiente. Para saber mais sobre o equipamento clique no link ou nos ligue (51) 3339 0082.

Acesse nosso informativo sobre o equipamento Degradatox.

Fonte: Estadão

 

 

Campanha Quer Acabar Com Veneno Na Lavoura

 

Para alertar a população sobre os riscos que os agrotóxicos presentes nos alimentos e acabar com seu uso no País, um conjunto de organizações criou a Campanha contra os agrotóxicos e pela vida.

A iniciativa valoriza a agroecologia (produção com recursos naturais) ao invés dos agrotóxicos e transgênicos e denuncia os efeitos prejudiciais à saúde (tanto dos trabalhadores rurais como dos consumidores nas cidades) e ao meio ambiente (contaminação dos solos e das águas).

A campanha quer responsabilizar as empresas que produzem e comercializam agrotóxicos, criar formas de restringir o uso de venenos e de impedir sua expansão, propondo projetos de lei, portarias e outras iniciativas legais.

O Brasil é o primeiro país no mundo que regulamentou o tratamento dos resíduos líquidos de agrotóxicos utilizados na pulverização das lavouras.

A Instrução Normativa 02 de 03/01/2008 do MAPA é exigida para aviação agrícola em todo território nacional, porém não abrange os tratores de pulverização terrestres, que devem ser licenciados por cada Estado, e representam 90% da pulverização de agrotóxicos.  O Estado do Mato Grosso instituiu o mesmo modelo de pátio de descontaminação da aviação agrícola para os tratores (Decreto 2.283 de 09/12/2009), porém, a alta demanda de licenciamentos e a falta de fiscalização suspenderam a exigência do pátio (ofício 2475/2011 do INDEA-MT), mantendo a antiga prática poluidora de despejo dos resíduos diretamente no meio ambiente.

O sistema de tratamento é muito simples e basicamente exige o recolhimento, oxidação e contenção dos resíduos líquidos dos pesticidas.

A suspensão da exigência da construção do pátio de descontaminação e o despejo direto dos resíduos de agrotóxicos no solo, geram um passivo ambiental e contaminação dos lençóis freáticos. Por se tratar de uma água pura, não existe capacidade de degradação destes poluentes, sendo sua remediação quase impossível.

Uma pesquisa em Lucas do Rio Verde – MT em 2011 apontou que 85% das mulheres apresentaram no leite materno pelo menos seis tipos de agrotóxicos e pelo menos um tipo em 100% delas. (Pignati, 2011).

Estudos apontam residual de pesticidas na água da chuva e água potável (Schreiber, 2012) e podem estar relacionados ao sumiço de abelhas em diversas regiões.

Recentemente o IBAMA (DOU 139 – 19/07/12) restringiu os inseticidas para pulverização aérea, porém também deve ser revista a utilização em tratores de pulverização terrestre.

A OZ Engenharia desenvolve desde o início das pesquisas o  Degradatox, aparelho gerador de ozônio que serviu de teste para a implementação do sistema que regulamentou o tratamento dos pátios. O ozônio quando utilizado no tratamento de resíduos tem excelentes resultados com tecnologia limpa e eficaz no tratamento de agrotóxicos, sendo o ozônio o mais indicado para essa finalidade.

Tabela de alimentos e percentual de agrotóxicos:

Mais de um milhão de toneladas de venenos foram jogados nas lavouras somente em 2010, segundo dados do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Agrícola.

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), na última safra foram comercializados mais de sete bilhões de dólares de agrotóxicos. Todo este mercado está concentrado em grandes empresas transnacionais, que controlam mais de 80% do mercado de veneno.

Os ingredientes ativos presentes nos agrotóxicos podem causar esterilidade masculina, formação de cataratas, evidências de mutagenicidade, reações alérgicas, distúrbios neurológicos, respiratórios, cardíacos, pulmonares, no sistema imunológico e no sistema endócrino, ou seja, na produção de hormônios, desenvolvimento de câncer, dentre outros agravos à saúde.

Mais informações acesse o site: http://www.contraosagrotoxicos.org.

Informações sobre o Degradatox clique aqui.

Vídeo com informações sobre o uso de agrotóxicos no Brasil:

 

 

 

No dia 04 de outubro de 2012 a OZ Engenharia participou da 19ª Semana Interamericana da Água e da 12ª Semana Estadual da Água com o evento realizado no Auditório Talento Empreendedor no TECNOPUC onde o tema discutido foi: “O Uso do Ozônio no Combate à Contaminação das Águas com Agrotóxicos” foram abordados diversos assuntos com participações de especialistas e autoridades.  O site AGAPAN (Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural) deu um destaque ao evento como você pode verificar no link:

http://agapan.blogspot.com.br/2012/10/o-uso-do-ozonio-no-combate-contaminacao.html?spref=fb

A OZ Engenharia acaba de firmar um convênio com a Universidade Estadual Paulista (UNESP) para execução do projeto “Avaliação dos aspectos nutricionais e antinutricionais de alimentos cultivados em sistema orgânico e convencional, submetidos a ozonização e tratamento térmico”. A coordenação fica a cargo da Profª. Drª. Giuseppina Pace Pereira Lima e da Engª. Drª. Luciana Manoel e participação de Luciana Manoel, Tatiana Machado e Adelita Kelen Antunes Gomes.

O projeto que inicia ainda no ano de 2012 terá sua conclusão em 2017, nesse tempo será avaliado a influência do tipo de cultivo e a aplicação de um sanitizante alternativo e seguro (ozônio), para os alimentos em substituição do cloro, também irá avaliar a tolerância de frutas e legumes quanto a doses e exposição a água ozonizada, avaliando qualidades nutricionais, microbiológicos e os aspectos bioquímicos dos produtos.

Com o slogan,Ideias são semenetes. Plante a sua.,  acontece, de 30 de setembro a 02 de outubro de 2011, na Usina do Gasômetro, em Porto Alegre/RS, a BioNat Expo, evento dedicado a cadeia produtiva da sustentabilidade ambiental. A feira reúne num mesmo local e data a Feira de Produtos Orgânicos, Fitoterápicos e Plantas Bioativas, a Mostra de Turismo Agroecológico e Rural, o Espaço Vida Sustentável e a BioNat Cultural.

A programação é diversificada contando com oficinas práticas de educação ambiental e alimentar, painéis, debates, exposição de artes visuais e mostra de filmes ambientais.

Para quem estiver em Porto Alegre neste período, vale a pena conferir o evento que está em sua 4ª edição e tem entrada franca.

Mais informações sobre a programação no site da BioNat Expo.

Há alguns dias o programa Globo Repórter falou sobre o desperdício de alimentos. Um dos destaques foi o Programa Mesa Brasil SESC, programa de segurança alimentar e nutricional sustentável, que visa diminuir o desperdício de alimentos. Formado por uma rede de banco de alimentos que busca onde sobra e entrega onde falta, o Mesa Brasil SESC contribui para o combate à fome através da complementação de refeições.

Além de beneficiar camadas mais carentes da população, o programa traz em seu site cartilhas que fazem parte da ação educativa do projeto e orienta as melhores práticas no transporte, higiene e aproveitamento dos alimentos.

É o conceito da sustentabilidade na prática e em ações que podem ser feitas por qualquer um de nós.

Abaixo um exemplo de receita simples e saborosa feita com cascas de banana:

BOLO DE CASCAS DE BANANA:

Ingredientes:

1 xícara de óleo

2 xícaras de açúcar

1 xícara de farinha de trigo

1 xícara de farinha de milho

1 colher de sopa de fermento

6 cascas de bananas (ou 2 xícaras de cascas)

3 ovos


Modo de Preparo:

Pique as cascas e bata no liqüidificador acrescentando óleo e ovos.

Misture o açúcar, a farinha de trigo, a farinha de milho e o fermento.

Coloque em uma assadeira untada com óleo e leve ao forno pré aquecido a 250°C por 45 minutos.


Aqui você encontra mais receitas sustentáveis e nutritivas.

Para saber mais sobre o projeto e como contribuir, visite o site do Mesa Brasil.

E para quem não viu, abaixo a reportagem do Globo Repórter.

Hoje, 28 de julho é comemorado o dia do agricultor. A data foi instituída no ano de 1960 por ocasião do centenário da criação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), pelo então presidente,  Juscelino Kubitschek.

“O país deve grande parte de sua prosperidade à economia agrícola; é justiça reverenciar aqueles que se dedicam ao cultivo da terra, transformando em riqueza dinamizada as dádivas naturais”. Essas são algumas das palavras do Decreto nº 48.630, que determinou a comemoração da data.

Nós da OZ Engenharia aproveitamos para parabenizar à todos  que trabalham no meio agrícola, setor importantíssimo para o crescimento do Brasil, que é o segundo maior exportador de alimentos no mundo.

Homenageamos sobretudo nossos clientes que estão em grande parcela no setor agrícola. Através do trabalho do agricultor todo o mercado de alimentos é abastecido, assim como a matéria prima para diversos produtos. Parabéns à todos os agricultores!

Foto: CMRech

Pesquisar
Divulgação
Calendário
maio 2017
S T Q Q S S D
« jul    
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
293031  
Site OZ Engenharia
Águas Limpas
Google +1
Categorias