No dia 1º de julho a Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul confirmou mais uma morte por gripe suína no Estado. A sétima vítima fatal de 2011 – uma moradora de Hulha Negra tinha 55 anos, era diabética e não estava vacinada.

Outros 11 casos foram confirmados no Estado, mas com perspectiva de melhora. Segundo a secretaria, já chegaram 140 mil doses de vacina monovalente contra gripe suína no Rio Grande do Sul. Os imunizantes foram remanejados dos estoques dos Estados do Pará e de Alagoas.

Para 2012, os estados do Sul do país – Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul irão propor ao Ministério da Saúde que o combate à gripe A H1N1 tenha mudanças na região incluindo, por exemplo, pessoas entre 2 e 20 anos na campanha de imunização.

O surto em 2009:

Em março e abril de 2009, um surto de doença respiratória foi primeiramente descrito no México, o qual foi relacionado ao vírus Influenza A H1N1. O surto se espalhou rapidamente para Estados Unidos, Canadá e para o resto do mundo graças às viagens aéreas.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 207 países e territórios notificaram casos confirmados laboratorialmente de gripe suína, incluindo pelo menos 8.768 óbitos. Como a doença se espalhou amplamente, alguns países pararam de contar casos individuais, principalmente aqueles que apresentam sintomas leves, de modo que a OMS agora só divulga o total de óbitos.

Os sinais e sintomas da gripe suína são semelhantes aos da gripe comum, tais como febre, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dor na garganta e fraqueza. Entretanto, diferentemente da gripe comum, ela costuma apresentar complicações em pessoas jovens.

Prevenção:

Ter hábitos de higiene regulares, como lavar as mãos, é uma das formas de prevenir a transmissão da doença. Além disto, deve-se evitar o contato das mãos com olhos, nariz e boca depois de tocar em superfícies, usar lenços descartáveis ao tossir ou espirrar, evitar aglomerações e ambientes fechados e ter hábitos saudáveis como hidratação corporal, alimentação equilibrada e atividade física.

Em ambientes coletivos, uma ótima opção é a higienização do ar, que pode ser realizada com aparelhos geradores de ozônio. O ozônio reduz os agentes patogênicos causadores de doenças transmitidas pelo ar, como a Gripe A. Por ser um excelente desinfetante o ozônio é indicado para devolver a qualidade do ar à ambientes fechados que tem problemas de ventilação.

Entre os produtos fabricados pela OZ Engenharia está o gerador de ozônio da Linha Air Life, indicado para higienização do ar em ambiente doméstico. Um equipamento portátil que pode ser utilizado em forma de rodízio em todos os ambientes de casa ou do escritório. Por ser de fácil utilização o Air Life também é ideal para clínicas, hotéis, pousadas, lojas, ou onde haja necessidade em manter o ar higienizado.