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Entrevista concedida pelos engenheiros Fábio Rahmeier (OZ Engenharia) e Eduardo Bellanca (LLBC) ao programa Cidadania da TVE sobre métodos e soluções ecológicas para o tratamento de água. A instalação da OZ engenharia em parceria com a LLBC empregou tecnologias de membranas de microfiltração, ozônio e osmose reversa, para transformar a água do Arroio Dilúvio contaminada com esgoto, em água potável. Todo o sistema funciona com a energia fotovoltaica gerada por uma árvore solar.

 

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Há algum tempo o ozônio já vem sendo usado para combater agentes alérgenos, bactérias, fungos e inclusive vírus. Com o surgimento das superbactérias muitos testes foram feitos e descobriu-se a eficácia do ozônio contra a KPC.

A bactéria KPC (Klebsiella pneumoniae Carbapenemase) é um microrganismo que foi modificado geneticamente no ambiente hospitalar e que é resistente aos antibióticos. Os primeiros casos do microrganismo foram detectados em pacientes internados em UTI, nos Estados Unidos.

Abaixo entrevista feita pelo site IG com o médico Glacus de Souza Brito, da Divisão de Imunologia Clínica e Alergia do Hospital de Clínicas de São Paulo – idealizador do novo tratamento.

Ele diz que bastaram 5 minutos de exposição ao jato de ozônio para os agentes infecciosos perderem força e ficarem inativos. O mecanismo de ação é que o ozônio oxida as paredes dos microrganismos.  O próximo passo será testar o mesmo processo em pacientes. Leia a seguir a entrevista.

O senhor já utilizava o tratamento com ozônio para outros tipos de infecção. Como foi a ideia de testar a eficácia do gás para as superbactérias?

Glacus de Souza Brito: Já usamos o ozônio para tratar algumas feridas que não respondiam aos tratamentos convencionais. Temos um caso de um paciente acidentado no trânsito, que tinha um machucado na perna e nele foram encontradas quatro bactérias multirresistentes. Baseado em experiências internacionais, isolamos a ferida com um plástico e com uma máquina que emite ozônio simples, nebulizamos o local por uma hora diária com o gás. Em dois dias, as bactérias já estavam inativas e seis dias depois foi possível suspender todos os antibióticos. O paciente teve alta. Quando começaram a surgir os casos de bactérias multirresistentes, decidimos investigar a eficácia do ozônio.

Como foi feita a pesquisa?
Glacus de Souza Brito: Selecionamos 10 bactérias multirresistentes, identificadas em pacientes do próprio HC. A última testada foi a KPC. Isolamos os microrganismos em laboratório e, em todos eles, bastaram cinco minutos de exposição ao ozônio para os agentes infecciosos serem anulados.

Com estas evidências, qual é o próximo passo?
Glacus de Souza Brito: Precisamos agora montar esquemas de estudos que envolvam pacientes, porque ainda não sabemos como será a resposta em humanos. As bactérias resistentes nem sempre se manifestam em feridas, podem aparecer em pneumonias, por exemplo, por isso precisamos de mais pesquisas para confirmar se funciona. O importante é que é um tratamento simples e de muito pouco custo e que pode virar um padrão no sistema público brasileiro.

Além de infecções, o ozônio já é testado para outras doenças?
Glacus de Souza Brito: Internacionalmente, há uma utilização maior. A Alemanha e a Itália usam ozônio para tratar dores articulares e hérnia de disco, por exemplo. A pesquisa no Hospital das Clínicas foi só para ver a eficácia com as superbactérias e já encontramos êxito. Mas é um vasto campo a ser pesquisado.

Veja reportagem feita pelo SBT Brasil sobre o uso do ozônio no combate a superbactéria (KPC):

Jornal Nacional da Rede Globo também abordou o assunto:

A OZ Engenharia desenvolve Equipamentos Geradores de Ozônio com tecnologia de ponta e todos os recursos necessários para combater a superbactéria e demais microrganismos causadores de doenças  e suas patologias. Acesse nosso site e veja os aparelhos disponíveis ou nos ligue (51) 3339 0082. Caso queira comprar on line acesse nosso site de vendas.

 

 

 

 

 

 

Campanha Quer Acabar Com Veneno Na Lavoura

 

Para alertar a população sobre os riscos que os agrotóxicos presentes nos alimentos e acabar com seu uso no País, um conjunto de organizações criou a Campanha contra os agrotóxicos e pela vida.

A iniciativa valoriza a agroecologia (produção com recursos naturais) ao invés dos agrotóxicos e transgênicos e denuncia os efeitos prejudiciais à saúde (tanto dos trabalhadores rurais como dos consumidores nas cidades) e ao meio ambiente (contaminação dos solos e das águas).

A campanha quer responsabilizar as empresas que produzem e comercializam agrotóxicos, criar formas de restringir o uso de venenos e de impedir sua expansão, propondo projetos de lei, portarias e outras iniciativas legais.

O Brasil é o primeiro país no mundo que regulamentou o tratamento dos resíduos líquidos de agrotóxicos utilizados na pulverização das lavouras.

A Instrução Normativa 02 de 03/01/2008 do MAPA é exigida para aviação agrícola em todo território nacional, porém não abrange os tratores de pulverização terrestres, que devem ser licenciados por cada Estado, e representam 90% da pulverização de agrotóxicos.  O Estado do Mato Grosso instituiu o mesmo modelo de pátio de descontaminação da aviação agrícola para os tratores (Decreto 2.283 de 09/12/2009), porém, a alta demanda de licenciamentos e a falta de fiscalização suspenderam a exigência do pátio (ofício 2475/2011 do INDEA-MT), mantendo a antiga prática poluidora de despejo dos resíduos diretamente no meio ambiente.

O sistema de tratamento é muito simples e basicamente exige o recolhimento, oxidação e contenção dos resíduos líquidos dos pesticidas.

A suspensão da exigência da construção do pátio de descontaminação e o despejo direto dos resíduos de agrotóxicos no solo, geram um passivo ambiental e contaminação dos lençóis freáticos. Por se tratar de uma água pura, não existe capacidade de degradação destes poluentes, sendo sua remediação quase impossível.

Uma pesquisa em Lucas do Rio Verde – MT em 2011 apontou que 85% das mulheres apresentaram no leite materno pelo menos seis tipos de agrotóxicos e pelo menos um tipo em 100% delas. (Pignati, 2011).

Estudos apontam residual de pesticidas na água da chuva e água potável (Schreiber, 2012) e podem estar relacionados ao sumiço de abelhas em diversas regiões.

Recentemente o IBAMA (DOU 139 – 19/07/12) restringiu os inseticidas para pulverização aérea, porém também deve ser revista a utilização em tratores de pulverização terrestre.

A OZ Engenharia desenvolve desde o início das pesquisas o  Degradatox, aparelho gerador de ozônio que serviu de teste para a implementação do sistema que regulamentou o tratamento dos pátios. O ozônio quando utilizado no tratamento de resíduos tem excelentes resultados com tecnologia limpa e eficaz no tratamento de agrotóxicos, sendo o ozônio o mais indicado para essa finalidade.

Tabela de alimentos e percentual de agrotóxicos:

Mais de um milhão de toneladas de venenos foram jogados nas lavouras somente em 2010, segundo dados do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Agrícola.

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), na última safra foram comercializados mais de sete bilhões de dólares de agrotóxicos. Todo este mercado está concentrado em grandes empresas transnacionais, que controlam mais de 80% do mercado de veneno.

Os ingredientes ativos presentes nos agrotóxicos podem causar esterilidade masculina, formação de cataratas, evidências de mutagenicidade, reações alérgicas, distúrbios neurológicos, respiratórios, cardíacos, pulmonares, no sistema imunológico e no sistema endócrino, ou seja, na produção de hormônios, desenvolvimento de câncer, dentre outros agravos à saúde.

Mais informações acesse o site: http://www.contraosagrotoxicos.org.

Informações sobre o Degradatox clique aqui.

Vídeo com informações sobre o uso de agrotóxicos no Brasil:

 

 

 

Quantas vezes você se pegou sacudindo aquele vidro de ketchup a ponto de até sujar suas roupas com os respingos, ou aquela embalagem de maionese para retirar o restinho que está lá no fundo e nenhuma faca consegue alcançar ?

Pensando nisso o MIT – Instituto de Tecnologia de Massachusetts,  criou, a partir de materiais alimentares atóxicos, um revestimento super escorregadio chamado Liquiglide, que aplicado no interior de embalagens como as de ketchup, prometem facilitar a saída do produto em sua totalidade. Parece ser o fim das lambidinhas no final da lata de leite condensado, mas em compensação, pode significar uma redução no desperdício praticado todos os dias com restinhos de produtos presos nas paredes de embalagens pelo mundo, concordam? Dá pra imaginar a praticidade e a economia disso? Veja abaixo vídeos do funcionamento do produto.

Maionese

Ketchup

Em comemoração ao Dia da Terra, em 22 de abril, o movimento  Porto Alegre Mais Limpa e Verde, organizou a “Retomada da Prainha do Iberê”.  A ação reuniu dezenas de voluntários e realizou a limpeza da orla do lago Guaíba no trecho localizado em frente à Fundação Iberê Camargo (museu dedicado à memória e acervo do pintor gaúcho). Em um trecho de 600m, foi recolhida uma tonelada de lixo.

Soubemos da iniciativa através do comentário de Jorge Piqué em nosso post sobre o Dia da Terra. Jorge, que é um dos idealizadores do projeto, escreveu um texto sobre a limpeza da orla, que pode ser conferido aqui. Abaixo o vídeo da Retomada da Prainha:

Na próxima terça-feira, 24/04 inicia em Bento Gonçalves/RS a FIEMA -Feira Internacional de Tecnologia para o Meio Ambiente. Serão quatro dias em que o econegócio estará em foco. Empresas e organizações que acreditam no conceito green is green (o verde é bom negócio) se reunirão para mostrar que o desenvolvimento econômico pode ser aliado com o respeito ao meio ambiente.

A OZ Engenharia estará presente no Pavilhão A – Espaço SEBRAE – Estande 49. Venha nos visitar e conhecer de perto a tecnologia limpa baseada na utilização de ozônio. Na feira também estaremos lançando a campanha Águas Limpas, que promove nossa linha de produtos para tratamento de água e efluentes.

Abaixo o vídeo da campanha editado pela Agência Tree Haus.

Ano passado, o Google anunciou que estava explorando a Amazônia para nos trazer imagens da floresta e dos rios no Street View. Agora você pode conferir o trabalho, feito em parceria com a Fundação Amazonas Sustentável (FAS), no computador ou celular. O Google conseguiu acesso a várias áreas com acesso restrito ao público.

Google e FAS capturaram mais de 50.000 fotos para criar panorâmicas da floresta, rios e comunidades, pedalando o famoso triciclo do Street View pelos caminhos de terra, e navegando pelos rios em barcos com o equipamento do Street View instalado.

O Google não mapeou a Amazônia inteira, apenas um pequeno trecho próximo a Manaus – afinal, a floresta é enorme! Mas eles dizem que muitas áreas, incluindo a reserva Rio Negro – à qual eles tiveram acesso – são restritas ao público em geral. Assim, mesmo quem já entrou na Amazônia verá algo de novo no Street View.

Na página do Google Street View você pode conferir vários roteiros.

Fonte: http://www.gizmodo.com.br

Nos dias 16 e 17 de novembro de 2011, o 4º Congresso Internacional de Inovação trouxe em suas plenárias escritores renomados e cases de projetos mundiais que em rede desenvolveram ideias inovadoras focados na educação, sustentabilidade e tecnologia inclusiva.

A programação das duas tardes de palestras teve como atração de abertura a apresentação do grupo de dança do projeto educacional Atleta do Futuro do SESI de Novo Hamburgo/RS. Abaixo um vídeo gravado no evento que mostra o bonito trabalho do grupo:

Abaixo, um apanhado dos destaques das plenárias que aconteceram no congresso:

Don Tapscott – “The Man”:

O canadense Don Tapscott é escritor, pesquisador e consultor especializado em estratégia corporativa e transformação organizacional, além de abordar temas voltados para cultura digital, Web 2.0 e Geração Internet. Autor dos livros A Hora da Geração Digital, Wikinomics e Macrowikinomics, entre outros.

Don defendeu o desenvolvimento do conhecimento colaborativo, “Não é a era da inovação é a era da inteligência em rede”, pontuou.  O conhecimento está circulando e o compartilhamento permite que este seja melhorado. Como exemplo dessa colaboração inovadora Don citou o desafio lançado pela Gold Corp. Ao se deparar com uma dificuldade para encontrar novas áreas de mineração, a empresa lançou um concurso que dava um prêmio alto em dinheiro para quem conseguisse descobrir essa nova área. Para lançar o desafio, teve que abrir mão de algumas informações que antes mantinha em sigilo. No caso, abrir mão de parte de uma informação exclusiva fez com que a empresa faturasse muito mais.

O livro de maior sucesso de Don Tapscott é o Wikinomics que fala entre outras coisas, do novo modelo de engajamento do cidadão. O livro foi citado por Barack Obama como inspiração para mobilizar seus eleitores nas eleições para a presidência dos EUA.

Finalizando sua apresentação o escritor canadense exibiu o vídeo que mostra o vôo dos estorninhos (já postado aqui no blog) para fazer uma analogia de que: a inteligência compartilhada é superior a inteligência individual.

Incubadora Sustentável  – ENVIU:

Ainda no primeiro dia do congresso, conferimos a apresentação da Enviu por seu fundador o holandês Stef Van Dongen. A Enviu é uma incubadora de negócios para produtos sustentáveis que surgiu a partir da pergunta: “Como melhorar nossa qualidade de vida, acabar com a pobreza e preservar o meio ambiente ao mesmo tempo?” conta Stef. A organização desenvolve inovações sustentáveis e sociais e as leva para o mercado. Nesta cooperativa trabalham um grande grupo de jovens empreendedores, executivos, empresas parceiras e universidades para co-criar negócios inovadores.

Trata-se de um projeto singular que tem como característica a criação de oportunidades de negócios sustentáveis com o objetivo de ajudar a resolver as grandes questões sociais e ambientais. Um dos exemplos mostrados por Stef foi um projeto desenvolvido em Gana, onde através da Enviu conseguiu se desenvolver um projeto de casas para serem vendidas para a população ao valor de U$ 15.000,00 ao invés dos U$ 60.000,00 anteriores. Um valor mais acessível permitirá que a população possa adquirir mais facilmente um imóvel e por um preço justo. Outro exemplo que já foi muito comentado ao redor do mundo é o projeto “Balada Sustentável”, uma pista de dança que gera energia elétrica a partir do movimento dos participantes da festa.

Para mais informações acesse: http://www.enviu.org/?ac=Enviu-Default

Índia chamando:

A plenária do segundo dia de congresso abriu com a exposição de Anand Giridharadas, jornalista americano, filhos de indianos, colunista do New York Times e International Herald Tribune. Em 2011 publicou o livro “India Calling: An Intimate Portrait of a Nation‘s Remaking”, resultado de uma turnê pela Índia, em que observou as transformações na economia, educação, política e no desenvolvimento industrial.

Anand começou sua palestra falando sobre a situação atual do Brasil que não é mais o país do futuro e sim do presente. Hoje há uma descentralização dos pólos de inovação e modernidade. Nem todas as novidades vêm dos EUA e da velha Europa como acontecia até bem pouco tempo. Existe também um movimento de retomada de identidade nacional e nesse ponto o jornalista vê muitas semelhanças entre indianos e brasileiros.

Grandes empresas já enxergaram isso e estão facilitando o acesso de seus produtos para a população mais pobre, que por serem em maior número consomem muito mais, garantindo um faturamento contínuo.

A tecnologia contribuindo para a educação:

O americano Charles Kane apresentou a organização sem fins lucrativos “One Laptop Per Child (OLPC)”. A ideia é exatamente a que o nome diz: distribuir um computador por criança, em comunidades carentes, sobretudo nos países em desenvolvimento. Fornecendo assim um meio para um fim: que as crianças, mesmo nas regiões mais remotas do globo, tenham a oportunidade de desenvolver seu próprio potencial, sendo expostas a todo um mundo de ideias e contribuindo para uma comunidade mundial mais produtiva e sadia.

Desde 2005 a organização realiza parceria com escolas e prefeituras para a distribuição desses laptops que já vêm com um software apropriado para o uso das crianças e pronto para acessar a internet.

Aqui no Brasil já existem várias escolas que adotaram o programa. Mais informações no site: http://www.olpc.org.br/index.php

Foto: Divulgação Site do Evento

Nos dias 16 e 17 de novembro a OZ Engenharia esteve presente no 4º Congresso Internacional de Inovação, que aconteceu na FIERGS em Porto Alegre/RS.

O maior congresso de inovação empresarial do sul do país teve mais de 1.800 inscritos e contou com palestrantes do Brasil, Alemanha, Irlanda, Coreia do Sul, Cingapura, EUA, México, Canadá e Holanda.

A OZ assistiu aos painéis: “Empresas Emergentes em Países Emergentes” e “Sistematização da Inovação: orientação para o Desempenho das Empresas Emergentes”. Além das plenárias: “Desenvolvimento do Conhecimento Colaborativo” e “Inovação – Transformação de um Mundo Emergente”.  O evento conseguiu criar um ambiente inspirador, que com o relato dos palestrantes e apresentação dos cases de empresas que obtiveram resultados importantes a partir da implantação da inovação, conseguia instigar os espectadores a realizar projetos inovadores.

O tema desta edição falava sobre os desafios da Inovação em Mercados Emergentes e em muitas das exposições o destaque era o fator humano destes mercados emergentes. Países como Brasil e Índia, por exemplo, estão se destacando não só por desenvolverem novas tecnologias, mas também pela mudança de paradigmas vinda da população. Outro ponto mencionado como propulsor da inovação atualmente, é o poder do coletivo. Foram citados exemplos onde a mobilização de várias pessoas e a troca de experiências pôde fazer com que se criassem soluções para determinados problemas.

Na sequência, você poderá conferir aqui no Blog da OZ, relatos mais detalhados sobre as plenárias que aconteceram durante o 4º Congresso Internacional de Inovação. Por ora, recomendamos o vídeo abaixo exibido por um dos palestrantes, Don Tapscott, autor dos livros Wikinomics e Macrowikinomics. No vídeo Don faz uma analogia entre o voo coletivo dos pássaros e o compartilhamento de informações e os resultados positivos decorrentes dessa interação.

A OZ Engenharia confirmou nesta sexta-feira, 28 de outubro, sua participação na Fiema Brasil 2012 – Feira Internacional de Tecnologia para o Meio Ambiente, que acontece entre 24 e 27 de abril de 2012 em Bento Gonçalves/RS.

A feira, que está na sua 5ª edição, tem o foco no mercado dos econegócios e o objetivo de aproximar um número crescente de empresas e organizações, nacionais e internacionais, voltadas para a produção de tecnologia, soluções e serviços focados no meio ambiente e no desenvolvimento sustentável.

Os números apurados na última edição do evento em 2010 mostram a grandiosidade do evento organizado pela Fundação Proamb . A Feira ocupa um espaço de 10.444 m², no Parque de Eventos de Bento Gonçalves/RS, com 220 expositores, 10 países participantes e 22 mil visitantes.

Em breve, aqui no Blog da OZ, mais informações sobre a Fiema e sobre a participação da OZ nessa grande feira.

Veja o video institucional do evento:


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