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O site Portal Brasil elaborou uma lista de dicas de como economizar água nesses tempos de crise, vale a pena dar uma olhada e tentar seguir algumas dicas.

Pequenos gestos podem resultar em grandes resultados.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente (MMA), o território brasileiro abriga mais de 13% da água doce do mundo. Embora seja um País privilegiado em relação à quantidade de mananciais, o elevado consumo somado ao desperdício de água tem alertado autoridades e população acerca da importância de economizar.

Neste sentido, ações de uso sustentável da água são difundidas em todo o Brasil. Campanhas incentivam simples mudanças de atitudes, que vão desde evitar banhos demorados, até reaproveitamento da água da chuva.

Aparelhos eletrônicos e lâmpadas ligados sem necessidade também indicam desperdício de água. Isto porque a maior parte da energia do Brasil é gerada em usinas hidrelétricas (quase 90%) e seu potencial hídrico está associado à vazão do rio e à quantidade de chuvas.

Por ser muito utilizada também para fins industriais, agrícolas, de navegação e pesca, a preservação da qualidade da água depende de iniciativas de combate à contaminação por esgoto, agrotóxicos, lixo e outras formas de poluição.

Economizar em casa

  • Use bacias para lavar a louça

Ao lavar louça durante 15 minutos com a torneira aberta, gastam-se 240 litros de água. Mas ao usar uma bacia cheia de água pode-se reduzir o tempo em que a torneira fica aberta para 5 minutos e economizar 160 litros.

Para economizar ainda mais, encha duas bacias de água, ensaboe a louça com a água de uma bacia e enxague tudo na outra. Dessa maneira, gastam-se apenas 20 litros, e a economia diária será de 660 litros. Se por um dia 1 milhão de famílias fizer o mesmo, a água economizada apenas na lavagem de louça será suficiente para abastecer 3 milhões de pessoas.

  • Use os dois lados de uma folha de papel

Quem economiza papel está colaborando com o meio ambiente, pois evita a produção de resíduos e a derrubada de árvores. Além disso, vai também economizar água já que para se produzir um quilo de papel são necessários 540 litros de água.

  • Controle seu tempo no banho

O chuveiro elétrico é o responsável pelo maior consumo de água e energia em uma casa. O mercado oferece muitas opções de aparelhos que ajudam a poupar água: duchas com controle de vazão e os chuveiros eletrônicos que permitem regular a temperatura sem alterar a vazão.

  • Água aquecida pelo sol

O aquecimento solar de água, especialmente para o banho, consiste na instalação de placas sensíveis à luz do sol nos telhados. O investimento pode ser recuperado com a economia na conta de luz.

  • Reaproveitamento de água da chuva

Também podem ser adotadas medidas como a instalação de um sistema de reaproveitamento das águas pluviais. O reaproveitamento  compreende a coleta, filtragem e armazenamento das águas das chuvas que podem ser usadas em vários pontos como por exemplo o vaso sanitário, lavanderia, irrigação de jardins e na lavagem de automóveis e calçadas.

A água do aparelho de ar condicionado também pode ser reaproveitada para irrigar uma pequena horta por exemplo.

  • Iluminação de longa vida e baixo custo

A lâmpada de LED (diodo emissor de luz) é o produto mais econômico e ecológico disponível no mercado. Essas lâmpadas consomem menos energia e duram muito mais.

Outra solução que ajuda a economizar energia elétrica é a instalação de um dimmer, dispositivo que regula a intensidade luminosa, e de sensores de presença nos ambientes. Ao comprar eletrodomésticos, verifique a etiqueta PROCEL, que indica o consumo energético dos aparelhos, e prefira aqueles mais eficientes.

Veja o consumo de água no mundo através desse infográfico:

Economizar na empresa

  • Campanhas de conscientização

Campanhas para incentivar mudanças de hábitos podem ser realizadas de modo presencial através de palestras, minicursos, fóruns, apresentações teatrais ou ainda por meio da mídia seja ela digital ou impressa. As campanhas têm que, além de sensibilizar os servidores, proporcionar uma maior interatividade.

Coloque ou sugira a inserção de adesivos com mensagens educativas lembrando a todos da necessidade do bom uso da água no ambiente de trabalho.

  • Uso controlado de aparelhos eletrônicos

Equipamentos de climatização mecânica, ou de novas tecnologias de resfriamento do ar que utilizem energia elétrica, devem ser mantidos apenas nos ambientes em que forem indispensáveis.

No caso de lâmpadas, prefira as fluorescentes compactas ou tubulares de alto rendimento e de luminárias eficientes. Uso de sensores de presença em interruptores e iluminação do prédio também reduzem o consumo de energia.

  • Aparelhos econômicos

Substitua as torneiras e as caixas de descargas por outras mais econômicas. Outra medida que também pode ser adotada é utilizar “Dispositivos Economizadores de Água” que podem resultar numa redução de vazão de até 12 litros por minuto, em torneiras e chuveiros.

Utilize também vasos sanitários com caixa acoplada, registro com sensor, vasos a vácuo, entre outros aparelhos eficientes.

  • Vazamentos

Providencie de imediato os consertos de torneiras, bebedouros e descargas vazando em seu local de trabalho.Observe as contas de água da empresa. Este procedimento poderá indicar aumentos de consumo incomuns que podem representar vazamentos ou desperdício de água.

Economizar na agricultura 

A agricultura é responsável pela maior parte do consumo de água. Segundo o pesquisador da Embrapa Cerrados, Lineu Neiva Rodrigues, hoje estima-se que o setor utilize cerca de 70% das águas retiradas dos mananciais .

“Este número tem sido bastante questionado quanto a forma com que é calculado. Em relação à eficiência de irrigação, que dá uma estimativa da perda de água no sistema, os equipamentos mais modernos irrigam com uma eficiência em torno de 80 a 90%”, relata.

Confira abaixo algumas sugestões do pesquisador para evitar o desperdiço na agricultura:

  1. Verificar se há vazamento em tubos condutores de água. Caso constatado é aconselhável providenciar o conserto imediato;
  2. Realizar a irrigação da planta no período noturno, momento em que a força dos ventos é menor;
  3. Adotar técnicas de manejo de irrigação, como, por exemplo, o tensiômetro ou métodos do balanço de água no solo.
  4. Determinar a quantidade de água perdida por meio do processo de ‘evapotranspiração’ da cultura – processo simultâneo de transferência da água para atmosfera por evaporação da água do solo e transpiração das plantas.
  5. Realizar a medição da água da chuva através de equipamentos como pluviômetros;
  6. Em fruticultura (mamão, uva) e hortaliças, a ‘irrigação localizada (gotejamento’ e ‘microaspersão’)’ é mais utilizada. Trata-se de um método que normalmente apresenta maior eficiência, embora isso não possa ser generalizado.

Fontes:
Portal Brasil com informações da EmbrapaMinistério do Meio AmbienteCartilha A3P, Cartilha Consumo Sustentável e Cartilha Moradias Sustentáveis

 

O Instituto de Propriedade Industrial (INPI) publicou nesta terça-feira, 21/01/14 em sua página da internet “e-patentes”, parecer técnico sugerindo pela nulidade administrativa da patente PI08043167 de titularidade de uma concorrente multinacional depositada em 03/11/2008 e concedida em 24/01/2012 – aproximadamente 03 anos após o depósito.

De acordo com o parecer em tela, foi questionada a validade da patente, por falta de novidade e atividade inventiva (Art. 11 e 13 da LPI). Devido a um erro de publicação, a decisão foi divulgada apenas na RPI2246. As partes ainda tem 60 dias para manifestação.

A OZ buscou apoio junto ao ETT (Escritório de Transferência de Tecnologia da PUCRS) e Tecnopuc para a ação de pedido de nulidade administrativa (pedido em junho de 2012) e graças à argumentação  e análise da documentação apresentada ao INPI foi possível a publicação do parecer.

“Acionamos inclusive o Ministério Público e a Corregedoria do INPI para verificar possíveis erros dessa concessão” diz Fábio Rahmeier, diretor da OZ Engenharia. “Agora podemos finalmente comercializar tranquilamente nosso produto para higienização do sistema de ar condicionado dos veículos, cujo produto similar já era oferecido para linha de ônibus desde o ano 2003”.

A nulidade, se declarada, retroage à data do depósito do pedido de registro ou da patente (arts. 48 e 167 da Lei 9.279/96) e seu titular é considerado como nunca tendo adquirido direito algum sobre a marca ou invenção. (SCHMIDT, Lélio Denicoli. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2009.)

Veja os documentos na íntegra:

Parecer CGREC

Parecer Técnico – DIMEC_Page1

Parecer Técnico – DIMEC_Page2

Entrevista concedida pelos engenheiros Fábio Rahmeier (OZ Engenharia) e Eduardo Bellanca (LLBC) ao programa Cidadania da TVE sobre métodos e soluções ecológicas para o tratamento de água. A instalação da OZ engenharia em parceria com a LLBC empregou tecnologias de membranas de microfiltração, ozônio e osmose reversa, para transformar a água do Arroio Dilúvio contaminada com esgoto, em água potável. Todo o sistema funciona com a energia fotovoltaica gerada por uma árvore solar.

 

Muito se tem falado sobre a liberação de plantas resistentes ao uso do agente laranja em nossas plantações, pensando nisso o Blog da OZ Engenharia de Ozônio, resolveu fazer uma pesquisa sobre o assunto e as reais consequências e vantagens do uso desse agente (e se é realmente ele que será usado). Para isso vamos entender um pouco o contexto da sua criação.

Guerra do Vietnã

A Guerra do Vietnã foi um conflito armado que começou no ano de 1959 e terminou em 1975. As batalhas ocorreram nos territórios do Vietnã do Norte, Vietnã do Sul, Laos e Camboja. Esta guerra pode ser enquadrada no contexto histórico da Guerra Fria. O Vietnã havia sido colônia francesa e no final da Guerra da Indochina (1946-1954) foi dividido em dois países. O Vietnã do Norte era, comandado por Ho Chi Minh, possuindo orientação comunista pró União Soviética. O Vietnã do Sul, uma ditadura militar, passou a ser aliado dos Estados Unidos e, portanto, com um sistema capitalista.

A Guerra do Vietnã foi a primeira a utilizar helicópteros.

Os EUA passaram a colaborar com o Vietnã do Sul enviando armas, dinheiro e conselheiros militares.

Tudo isso fez com que surgissem os movimentos de oposição: Frente Nacional de Libertação (apoiados pelo Vietnã do Norte) juntamente com o seu exército Vietcongue.

Apoiados pelos americanos e suas armas poderosas os sul-vietnamitas atacaram por 10 anos o norte.
Porém, depois que algumas embarcações americanas foram bombardeadas no Golfo de Tonquim, o presidente Lindon B. Johnson ordenou bombardeios de represália contra o Vietnã do Norte. Esse fato marcou a entrada dos EUA na guerra (1965). Os soldados norte-americanos sofreram num território marcado por florestas tropicais fechadas e grande quantidade de chuvas. Os vietcongues utilizaram táticas de guerrilha, enquanto os norte-americanos empenharam-se no uso de armamentos modernos, helicópteros e outros recursos, entre eles o agente laranja e o napalm. O final dessa guerra a maioria conhece, sem apoio popular e com derrotas seguidas, o governo norte-americano aceita o Acordo de Paris, que previa o cessar-fogo, em 1973. Em 1975, ocorre a retirada total das tropas norte-americanas. É a vitória do Vietnã do Norte. O conflito deixou mais de 1 milhão de mortos (civis e militares) e o dobro de mutilados e feridos. A guerra destruiu casas e provocou prejuízos econômicos e arrasou campos agrícolas, com o uso do tão famoso Agente Laranja.

Agente Laranja

Agente laranja é uma mistura de dois herbicidas: o 2,4-D e o 2,4,5-T, recebeu esse nome  por causa de uma faixa laranja na embalagem. Por questões de negligência e pressa para utilização, durante a Guerra do Vietnã, foi produzido com inadequada purificação, apresentando teores elevados de um subproduto cancerígeno da síntese do 2,4,5-T: a dioxina tetraclorodibenzo- dioxina. Este resíduo não é normalmente encontrado nos produtos comerciais que incluem estes dois ingredientes, mas marcou para sempre o nome do Agente Laranja, cujo uso deixou sequelas terríveis na população daquele país e nos próprios soldados norte-americanos.

No período de 1961 a 1971, as tropas americanas aspergiram 80 milhões de litros de herbicidas, que continham 400 quilogramas de dioxina sobre o território vietnamita, de acordo com estatísticas oficiais.

Esse desfolhantes destruiram o habitat natural, deixaram 4,8 milhões de pessoas expostas ao agente laranja e provocaram enfermidades irreversíveis, sobretudo malformações congênitas, câncer e síndromes neurológicas em crianças, mulheres e homens do país.

Aproximadamente 50 anos depois do uso dessa arma química o Conselho Mundial da Paz (CMP) lança campanha para condenação dos Estados Unidos, pela destruição de  florestas e por ter vitimado milhões de pessoas (estima-se que pelo menos três milhões de vietnamitas vivam com sequelas). Além disso, mais de 25% das florestas foram atingidas – cerca de três milhões de hectares-,  chegando a contaminar o solo e lençóis freáticos. Em 2009, foi detectado que nível da substância na região estava de 300 a 400 vezes acima do limite tolerável.

Contexto Atual Agente Laranja

O herbicida 2,4-D que compõe o agente laranja é utilizado a mais de meio século em nossas lavouras. De acordo com informações publicadas em sites especializados, plantas com resistência ao herbicida podem ser liberadas geneticamente para uso em nossas plantações, de acordo com esses dados, os herbicidas à base de glifosato, anunciados em anos anteriores como solução definitiva contra pragas na agricultura, já não exercem a mesma eficácia sobre plantas daninhas. Como resultado, as espécies invasoras ocupam lavouras e resistem à pulverização, prejudicando ou até inviabilizando safras inteiras. Uma solução apresentada propõe o plantio de variedades transgênicas de soja e milho resistentes a um defensivo mais agressivo, o 2,4-D (ácido diclorofenoxiacético).

Atualmente em análise na Comissão Nacional de Biotecnologia (CTNBio), órgão vinculado ao Ministério de Ciência e Tecnologia, a solicitação caminha para a liberação. Mas a medida gera controvérsias: enquanto uma força-tarefa capitaneada pelo setor agroquímico defende a aprovação, alguns pesquisadores a condenam por fomentar o uso de um produto que imporia riscos à saúde humana.

A preocupação quanto à liberação de variedades resistentes ao 2,4-D aumenta na medida em que a agressividade do herbicida não se restringe às pragas que combate. Enquanto o glifosato e o glufosinato de amônio, que dominam o mercado brasileiro de defensivos, ocupam a faixa verde na Classificação Toxicológica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o 2,4-D está no ápice do risco: faixa vermelha – extremamente tóxico.

O uso indiscriminado desse herbicida concomitantemente com o não tramamento dos resíduos agrícolas pode gerar um contaminação ainda maior dos nossos solos, rios, animais, plantas e lençóis freáticos.

Preservar a diversidade e a integridade do patrimônio genético do País e fiscalizar as entidades dedicadas à pesquisa e manipulação de material genético At. 225 CF/88

Esse parágrafo da nossa constituição não está sendo respeitado, pois a fiscalização e punição de infratores está cada vez mais amarrada por regras e leis burocráticas e sem poder de ação, devemos repensar o modo como estamos tratando nossa terra, se ações corretas não forem feitas, nada mais nos restará, além da triste imagem das matas devastadas na guerra do vietnã.

Não confunda com Napalm

Napalm sendo utilizado na guerra do Vietnã

Pesquisando sobre o uso do agente laranja encontrei muitas informações confundindo a ação dele com o Napalm, o Napalm  é um conjunto de líquidos inflamáveis à base de gasolina gelificada, utilizados como armamento militar. O napalm é na realidade o agente espessante de tais líquidos, que quando misturado com gasolina a transforma num gel pegajoso e incendiário.

O napalm foi usado em lança-chamas e bombas incendiárias pelos Estados Unidos e nações aliadas, para aumentar a eficiência dos líquidos inflamáveis. A substância é formulada para queimar a uma taxa específica e aderir aos materiais. O napalm é misturado com a gasolina gélida (ou gelatinosa) em diferentes proporções para alcançar este objetivo.

Diversos lançadores foram desenvolvidos para seu uso, culminando nas armas lança-chamas utilizadas para atacar os exércitos vietnamitas no fim da década de 1960. Também foi usado contra cidades e vilarejos de civis posteriormente.

Na Segunda Guerra Mundial, as Forças aliadas bombardearam cidades do Japão com bombas incendiárias feitas com napalm. Este tipo de armamento foi usado também pelas Forças armadas dos Estados Unidos contra guerrilhas comunistas na Guerra civil grega, na Coreia, por ocasião da Guerra da Coréia e no Vietnã, Laos e Camboja, durante a Guerra do Vietnã. O governo do México também utilizou napalm em 1960 contra guerrilha de Guerrero. Há notícias, também, de ter sido utilizado por Portugal nas antigas colônias de África, na chamada Guerra Colonial (1961-1974), mais notadamente em Moçambique.
Um outro efeito do napalm em bombas, consiste na desoxigenação do ar envolvente e aumento da concentração de Monóxido de Carbono os quais provocam asfixia. Uma outra utilização do napalm na Guerra do Vietnã consistiu na rápida abertura de clareiras para a aterrissagem de helicópteros.

A menina que simboliza a guerra

A famosa foto com as crianças correndo, fugindo do local onde sua aldeia havia sido atacada por um bombardeio de Napalm, virou símbolo de uma guerra covarde e injusta, mostrando a dor de inocentes e o poder bélico de quem prefere matar à distância.
A foto foi feita no dia 08 de junho de 1972 pelo fotógrafo da agência Associated Press, Huynh Cong Ut, que posteriormente recebeu o prêmio Pulitzer pela imagem.
A menina da foto chama-se Phan Thi Kim Phúc e sua história é descrita com mais detalhes na matéria após a imagem símbolo e algumas imagens coloridas da ocasião.
Que este dia e esta imagem fiquem sempre na mente de todos, pois é importante que algo desse porte nunca volte a ocorrer novamente.
O Destino da menina
Ela se transformou no símbolo da Guerra do Vietnã. A foto da menina queimada, fugindo nua após seu vilarejo ser devastado pelos americanos, correu o mundo. Hoje, Phan Thi Kim Phuc ainda carrega as marcas do bombardeio, mas se esforça para superar o trauma. “Estive no inferno e percebi que, se mantivesse o ódio, nunca sairia dele”, disse a vietnamita em uma entrevista.
Phan conta que jamais esquecerá o dia 8 de junho de 1972. “Estávamos em casa e, de repente, começamos a ver nossa vila sendo atacada. Corremos para um templo, que depois também foi bombardeado. Decidimos sair correndo. Ao sair, senti meu corpo inteiro queimar, como se estivesse em um forno. Era o napalm, que eu, sinceramente, não tinha ideia do que fosse até aquele momento”, disse Phan, que teve 65% de seu corpo queimado.
Seu vilarejo, Trang Bang, fica no sul do Vietnã, a cerca de 40 quilômetros de Saigon. A bomba foi lançada por soldados do Vietnã do Sul contra tropas norte-vietnamitas. A operação foi coordenada por militares americanos, ainda que Washington jamais tenha admitido seu envolvimento.
Em 1972, ela tinha 9 anos. Hoje, aos 45, é casada e mora no Canadá com seus dois filhos. Sua foto, tirada por Huynh Cong Ut, fotógrafo da agência Associated Press, ganhou o Prêmio Pulitzer do ano seguinte e se transformou no símbolo do conflito.
Enquanto a foto corria o mundo, sua vida mudava de forma radical. Após o ataque, ela foi levada para um hospital em Saigon pelo próprio fotógrafo. “Só me lembro que jogava água no meu corpo.”
Quando chegou ao hospital, as enfermeiras disseram que a garota não sobreviveria. “Fiquei 14 meses internada e passei por 17 cirurgias”, diz. A última ocorreu na Alemanha Oriental, em 1984. Mas, nem assim, as marcas desapareceram. “Continuo sentindo muita dor a cada movimento.”
Um ano após o ataque, ela voltou ao vilarejo. “Alguns dias depois, meu pai me trouxe um jornal e me mostrou a foto. Fiquei horrorizada e chorei sem parar por vários dias. Foi naquele momento que comecei a entender o que eu tinha vivido. Além disso, estava muito envergonhada. Não suportava me ver nua em uma foto que o mundo inteiro viu.”
Phan relata que estava vestida com uma roupa leve no momento do ataque, a qual que foi queimada em alguns segundos. “Se estivesse usando uma roupa mais pesada, que levasse mais tempo para queimar, estaria morta. Muitos morreram exatamente desta forma.”
Aos 13 anos, ela foi estudar em Saigon. No regime comunista, obteve a autorização, alguns anos mais tarde, para estudar medicina em Cuba, onde conheceu seu marido. Na viagem de lua-de-mel, o avião fez uma escala no Canadá, de onde o casal nunca mais saiu.
Phan tentou viver no anonimato, mas foi descoberta nos anos 90. “Um dia, estava andando na rua em Toronto e alguém me disse que sabia quem eu era. Foi aí que eu entendi que não poderia mudar o passado, mas que poderia alterar o significado do que ocorreu.”
A vietnamita passou a atuar como ativista de direitos humanos, tornou-se embaixadora da Unesco e criou uma fundação. Até hoje, Phan se lembra com ironia dos comentários do então presidente americano Richard Nixon, que duvidava da autenticidade da foto.
 O Ozônio no Contexto

Pátio Agrícola – clique para ampliar

A possibilidade da intensificação do uso do 2,4-D em virtude da liberação dos novos transgênicos resistentes a ele é questionável no Brasil,  pois ainda não existe regulamentação para os pátios de descontaminação de pulverizadores terrestres, o que poria em risco todo nosso ecossistema, já que os resíduos líquidos da lavagem (calda tóxica) ainda são despejados diretamente no meio ambiente (solo e sumidouros), sem o tratamento adequado.   A OZ Engenharia possui em sua linha de produtos o DEGRADATOX®, um sistema de degradação dos princípios ativos com ozônio, utilizado no tratamento da calda proveniente da lavagem de aeronaves e tratores pulverizadores de agrotóxicos. Essa calda é posteriormente armazenada em tanque de evaporação, evitando desta maneira que o resíduo seja despejado no solo, contaminando-os, prevenindo riscos de contaminação do meio ambiente (volatilização e consequente sumiço das abelhas). Para saber mais sobre o equipamento clique no link ou nos ligue (51) 3339 0082.

Extra:

Opinião Monsanto sobre uso do Agente Laranja.

 

Fontes:

http://www.vn-agentorange.org/RL34761_200905.pdf

http://apogeudoabismo.blogspot.com.br/2012/06/menina-que-simboliza-guerra-do-vietna.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Agente_laranja

http://noticias.terra.com.br/ciencia/herbicida-do-agente-laranja-pode-ser-liberado-para-uso-em-lavouras,f8a8d8f8ccb10410VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html

http://www.suapesquisa.com/historia/guerra_do_vietna.htm

http://www.infoescola.com/historia/guerra-do-vietna/

 

 

 

 

 

 

 

 

O gás ozônio é muito mais que a camada que nos protege. É um gás com infinitas aplicações, nos mais diversos campos de atividade humana.

O ozônio é um dos gases mais importantes na estratosfera que cerca nosso planeta. Esta camada protetora de ozônio age como um filtro da energia ultravioleta (UV) altamente destrutiva que vem do sol ajudando a manter o equilíbrio biológico em nosso planeta.
O ozônio é a forma triatômica do oxigênio. O oxigênio é normalmente encontrado em sua forma diatômica (O2), mas assim como encontramos na natureza o alótropo do grafite na forma de diamante, o ozônio (O3) é o alótropo do oxigênio. Forma-se quando as moléculas de oxigênio (O2) se rompem , e os átomos separados combinam-se individualmente com outras moléculas de oxigênio. Pode ser formado naturalmente, pela ação dos raios UV ou pelos geradores de ozônio, que convertem O2 em O3

O ozônio (O3) é um gás bastante reativo e altamente instável, ou seja, logo se recompõe a oxigênio (O2). É um dos oxidantes naturais mais potentes e é também um poderoso germicida. Estas características conferem ao ozônio uma gama de aplicações, sendo utilizado em saúde e processos industriais, tratamento de águas, alimentos, gases, efluentes e também como agente clareador/branqueador.

SOBRE A OZONIOTERAPIA

A ozonioterapia é uma técnica que utiliza à aplicação de uma mistura dos gases oxigênio e ozônio, por diversas vias de administração, com finalidade terapêutica. Ozônio medicinal é sempre uma mistura de puro ozônio e oxigênio. De acordo com a indicação e tipo de aplicação, a concentração pode variar entre 1 e 100 mg/L (0,05-5%O3). O profissional habilitado determina a dose adequada e a via de aplicação de acordo com a indicação e as condições do paciente.

O sistema de Saúde da Alemanha, Itália e outros 16 países reconhecem o uso desta técnica para diversas patologias. Cuba conta com 39 Centros Clínicos de Ozonioterapia e na Rússia é utilizada em todos os Hospitais Governamentais. Atualmente aproximadamente 10.000 médicos utilizam este método na Europa.

As aplicações de Ozonioterapia são determinadas por suas propriedades antiinflamatórias, antissépticas, de modulação do estresse oxidativo, da melhora da circulação periférica e da oxigenação. Isto determina o amplo número de patologias em que pode ser utilizada de modo isolado ou complementar.

As concentrações e modo de aplicação variam de acordo com a afecção a ser tratada, já que a concentração de ozônio determina o tipo de efeito biológico e o modo de aplicação relaciona-se à sua ação no organismo. Dessa maneira, podem ser tratadas pela Ozonioterapia as patologias de origem inflamatória, infecciosa e isquêmica. Por sua habilidade de estimular a circulação, a Ozonioterapia é usada no tratamento de doenças circulatórias Possui propriedades bactericidas, fungicidas e virustáticas, pelo que é largamente utilizada para tratamento de feridas infectadas. Como o ozônio é um gás altamente instável e logo se recompõe a oxigênio, o gás deve ser gerado no local do uso, com equipamentos específicos, que produzem a mistura oxigênio-ozônio em concentrações específicas e precisas.

Ozonioterapia no Brasil

A Ozonioterapia está apenas sendo utilizada como terapia alternativa na área médica, mas ainda não está aprovada no Brasil para uso na odontologia (Julho de 2013), mas um pedido de aceitação e normatização da Ozonioterapia como terapia alternativa junto ao Conselho Regional de Odontologia, com principais indicações para Periodontia, Endodontia, Cirurgia, Cárie e Estomatologia está sendo encaminhado para o CRO. O que já é um ótimo começo. Para mais informações acesse o site da ABOZ.

Informações retiradas do site http://www.aboz.org.br

 

Sabe quando o carro está com um cheiro desagradável? E ainda piora quando você liga a ventilação ou o ar condicionado? E mesmo depois de mandar lavar o mau cheiro permanece? Isso pode ser falta de manutenção do ar condicionado. E essa falta de limpeza do sistema pode causar além do mau cheiro doenças respiratórias, como alergias.

 

A maior parte desses problemas é causada pela umidade natural formada no evaporador (resfriador) do ar-condicionado, por onde passa o ar. A sujeira que vem de fora do veículo em contato com a água cria um ambiente propício para o desenvolvimento de infestações, que provocam doenças respiratórias, como rinite, tosse, gripe e até pneumonia.

Como Prevenir:

  1. Evite deixar o ar condicionado parado por muito tempo. Mesmo nos dias frios, coloque o sistema para funcionar de vez em quando. Isso evita o acúmulo de poeira;
  2. Desligue o ar-condicionado três minutos antes de chegar ao destino. Isso faz com que a umidade no sistema seja retirada, evitando a proliferação de fungos e bactérias;
  3. Evite fumar no interior do veículo, pois a fumaça do cigarro se infiltra nos estofados e no sistema de circulação de ar;
  4. Limpe bem os calçados antes de entrar no veículo, evitando assim trazer sujeiras prevenientes da rua para dentro do carro;
  5. Não coma alimentos no interior do veículo, resíduos geram odores desagradáveis.

Ozônio no tratamento do ar condicionado

A OZ Engenharia desenvolve o equipamento Air Life, aparelho gerador de ozônio que quando utilizado no interior do veículo, com o ar condicionado ligado, faz o ar circular por entre os dutos de ventilação e demais partes do carro, desinfetando e esterilizando por completo o automóvel, inibindo o aparecimento de fungos e eliminando ácaros, bactérias e vírus.

Esse processo deixa o carro sem cheiro algum e pronto  para ser aromatizado com o odor que você achar mais agradável, muitas empresas de limpeza automotiva já estão utilizando esse sistema para higienizar os veículos, um método eficaz e rápido no combate ao mau cheiro e limpeza geral.

Chamado ozonização, o sistema  não utiliza produtos químicos e reduz microrganismos e odores de cigarros, animais, resíduos alimentares, etc. Popularmente o processo é conhecido como oxi-sanitização.

Recentemente uma patente desse processo foi anulada pelo INPI com subsídios fornecidos pela OZ Engenharia, pois o processo é de domínio público e estava sendo explorado comercialmente por apenas uma empresa.

Completamente ecológico, não gera resíduos, e não possui contra indicações para pessoas alérgicas, crianças ou animais.

Para mais informações sobre nossos produtos nos ligue (51) 3339 0082, acesse nosso site ou nos encaminhe um e-mail: atendimento@ozengenharia.com.br  – temos locais comprovados de uso dos nossos equipamentos de ozonização no interior de carros, ônibus  e demais veículos automotores, temos condições especiais para empresas que fazem a higienização automotiva.

A linha ASEPCO, marca registrada da OZ Engenharia, pode ser utilizada para essa finalidade.

Equipamento gerador de ozônio Asepco

Gerador de ozônio ASEPCO

 

 

 

Crédito: Bruno Todeschini/PUCRS

 

O sócio diretor da OZ Engenharia teve seu perfil empreendedor publicado na InovaNews edição nº 4 – maio/junho de 2013, veículo de comunicação da Rede Inovapucrs, que traz notícias de inovação e empreendedorismo da Universidade, com periodicidade bimestral. Na matéria Fábio Rahmeier falou sobre a importância da multidisciplinaridade e do talento e das possibilidades do uso do ozônio como alternativa ecológica e econômica para as empresas.

Veja na íntegra a entrevista acessando o site da INOVAPUCRS.

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Há algum tempo o ozônio já vem sendo usado para combater agentes alérgenos, bactérias, fungos e inclusive vírus. Com o surgimento das superbactérias muitos testes foram feitos e descobriu-se a eficácia do ozônio contra a KPC.

A bactéria KPC (Klebsiella pneumoniae Carbapenemase) é um microrganismo que foi modificado geneticamente no ambiente hospitalar e que é resistente aos antibióticos. Os primeiros casos do microrganismo foram detectados em pacientes internados em UTI, nos Estados Unidos.

Abaixo entrevista feita pelo site IG com o médico Glacus de Souza Brito, da Divisão de Imunologia Clínica e Alergia do Hospital de Clínicas de São Paulo – idealizador do novo tratamento.

Ele diz que bastaram 5 minutos de exposição ao jato de ozônio para os agentes infecciosos perderem força e ficarem inativos. O mecanismo de ação é que o ozônio oxida as paredes dos microrganismos.  O próximo passo será testar o mesmo processo em pacientes. Leia a seguir a entrevista.

O senhor já utilizava o tratamento com ozônio para outros tipos de infecção. Como foi a ideia de testar a eficácia do gás para as superbactérias?

Glacus de Souza Brito: Já usamos o ozônio para tratar algumas feridas que não respondiam aos tratamentos convencionais. Temos um caso de um paciente acidentado no trânsito, que tinha um machucado na perna e nele foram encontradas quatro bactérias multirresistentes. Baseado em experiências internacionais, isolamos a ferida com um plástico e com uma máquina que emite ozônio simples, nebulizamos o local por uma hora diária com o gás. Em dois dias, as bactérias já estavam inativas e seis dias depois foi possível suspender todos os antibióticos. O paciente teve alta. Quando começaram a surgir os casos de bactérias multirresistentes, decidimos investigar a eficácia do ozônio.

Como foi feita a pesquisa?
Glacus de Souza Brito: Selecionamos 10 bactérias multirresistentes, identificadas em pacientes do próprio HC. A última testada foi a KPC. Isolamos os microrganismos em laboratório e, em todos eles, bastaram cinco minutos de exposição ao ozônio para os agentes infecciosos serem anulados.

Com estas evidências, qual é o próximo passo?
Glacus de Souza Brito: Precisamos agora montar esquemas de estudos que envolvam pacientes, porque ainda não sabemos como será a resposta em humanos. As bactérias resistentes nem sempre se manifestam em feridas, podem aparecer em pneumonias, por exemplo, por isso precisamos de mais pesquisas para confirmar se funciona. O importante é que é um tratamento simples e de muito pouco custo e que pode virar um padrão no sistema público brasileiro.

Além de infecções, o ozônio já é testado para outras doenças?
Glacus de Souza Brito: Internacionalmente, há uma utilização maior. A Alemanha e a Itália usam ozônio para tratar dores articulares e hérnia de disco, por exemplo. A pesquisa no Hospital das Clínicas foi só para ver a eficácia com as superbactérias e já encontramos êxito. Mas é um vasto campo a ser pesquisado.

Veja reportagem feita pelo SBT Brasil sobre o uso do ozônio no combate a superbactéria (KPC):

Jornal Nacional da Rede Globo também abordou o assunto:

A OZ Engenharia desenvolve Equipamentos Geradores de Ozônio com tecnologia de ponta e todos os recursos necessários para combater a superbactéria e demais microrganismos causadores de doenças  e suas patologias. Acesse nosso site e veja os aparelhos disponíveis ou nos ligue (51) 3339 0082. Caso queira comprar on line acesse nosso site de vendas.

 

 

 

 

 

 

O Que São Alergias

Alergia ou reação de hipersensibilidade é uma resposta imunológica exagerada, que se desenvolve após a exposição a um determinado antígeno (substância estranha ao nosso organismo) e que ocorre em indivíduos suscetíveis (geneticamente) e previamente sensibilizados. A reação alérgica ocorrerá quando o número de anticorpos superar o número de antígenos.

antígeno invasor que provoca a alergia é chamado alérgeno e pode ser de vários tipos, de acordo com vários critérios, um dos quais é o de sua via de acesso ao organismo. Elementos como poeira, pólen e ácaros são causas frequentes de alergia por ingestão, podendo chegar ao sangue. Micróbios e parasitos são, às vezes, causas de alergias graves por contato de pele. Especialmente grave, entre as reações alérgicas imediatas, é o choque anafilático, no qual o organismo, já sensibilizado por determinado antígeno, reage violentamente a uma nova invasão desse mesmo antígeno, produzindo substâncias (histamina, serotonina, heparina) que alteram o equilíbrio fisiológico, contraindo músculos, dilatando vasos e bloqueando a circulação do sangue.

Ocorrências

Pode ocorrer, eventualmente, uma pessoa entrar em contato com uma substância alergênica e só apresentar reações alérgicas dias ou semanas depois. Isso acontece porque a quantidade de anticorpos produzidos não ultrapassou a quantidade de antígenos no organismo. Mas se a pessoa mantiver o contato com a substância durante vários dias, a quantidade de anticorpos ultrapassará a quantidade de antígenos e provocará então uma reação alérgica. As reações alérgicas acontecerão cada vez mais intensas sempre que o indivíduo entrar em contato com as substâncias alergênicas. As consequencias mais graves da alergia são:

  1. Erupções extensas na pele, às vezes com lesões bolhosas e inchaço.
  2. Edema de Quinck, caracterizado pelo inchaço das vias aéreas superiores (faringe e laringe), o que pode provocar sufocação e morte.

Controle

Como o pólen se dissemina

É importante observar que as alergias não têm cura. No entanto, a identificação das substâncias alergênicas a cada indivíduo é muito importante para o seu controle. Os principais métodos utilizados para o seu controle são:

  1. Vacinas que são produzidas com pequenas quantidades das substâncias alergênicas. As doses vão aumentando gradativamente de modo que o organismo “acostume-se” com as substâncias alergênicas;
  2. Afastamento das substâncias alergênicas;
  3. O uso de cortisona para o tratamento dos casos de alergia agudos. A cortisona e seus derivados são drogas que agem diretamente na quantidade de anticorpos no organismo. Entretanto, o uso da cortisona à longo prazo pode ocasionar a queda de imunidade do organismo provocando o surgimento de infecções oportunistas.

A prevenção é a melhor providência.

Sintomas

Clique na imagem para ampliar

Os sintomas mais comuns que indicam o surgimento das alergias são os resfriados constantes, espirros, coceiras, coriza, dores de cabeça e outros. Por serem tão comuns, muitas vezes não prestamos atenção ao que pode ser um sintoma de alergia. Esta possibilidade aumenta nas grandes cidades devido à poeira e à poluição que circulam livremente. Mas as alergias têm outras fontes como a alimentação, o ar e, às vezes, o simples contato com objetos.Os sintomas locais são:

Nariz: inchaço da mucosa nasal (rinite alérgica).
Olhos: vermelhidão e coceira da conjuntiva (conjuntivite alérgica).
Via aéreas: broncoconstrição, respiração difícil e dispnéia, algumas vezes ataques de asma.
Pele: várias erupções como eczema, urticária e dermatite de contato.

Tipos de Alergias e Alérgenos Mais Comuns

Além das proteínas alheias encontradas em transfusões de sangue e vacinas, os alérgenos mais comuns e seus tipos de alergia incluem:

Pólens de plantas – febre do feno.
Esporos de mofo.
Drogas: penicilinas, sulfonamidas, anestésicos, salicilatos.
Alimentos: alergia alimentar – nozes, frutos do mar, gergelim, clara de ovo, alguns legumes, soja, leite, trigo, milho ou maizena.
Picadas de insetos.
Pêlos de animais.

Tecnologia Do Ozônio Ajuda Na Prevenção

A OZ Engenharia desenvolve uma linha de produtos destinados a prevenção de doenças transmitidas pelo ar, o ozônio gerado pelo equipamento ajuda a proteger o ambiente de agentes contaminantes como alérgenos, fungos, bactérias e vírus, causadores de gripes – inclusive a gripe A (H1N1) também conhecida como gripe suína – rinites, infecções respiratórias e outras doenças;

Como Funciona?

O ar que passa no interior do aparelho é higienizado e o residual de ozônio liberado na frente do aparelho inibe microrganismos presentes no ambiente ou depositados sobre as superfícies dos objetos (mesas, cortinas, pisos e paredes). O aparelho gerador de ozônio Air Life possui tecnologia desenvolvida pela OZ Engenhariae contempla os conceitos de higienização e desinfecção do ar ambiente utilizando o ozônio como barreira sanitária.

Pode ser utilizado em residências, estabelecimentos comerciais, escritórios, clínicas, consultórios, hotéis, restaurantes, hospitais, indústrias e depósitos como complementar da assepsia e higienização do ambiente.

Para adquirir o seu Air Life acesse nosso site de vendas ou nos ligue (51) 3339 0082.

Fontes: vocesabia e minhavida

 

 

O que é uma alimentação consciente ?

A alimentação consciente tem relação direta com a forma de produção orgânica, com hábitos alimentares saudáveis e de consumo responsável. Busca mais do que uma alimentação isenta de aditivos químicos, pois procura observar técnicas de plantio sustentáveis, realçando o problema dos agrotóxicos, dos produtos transgênicos. Observa com atenção os rótulos de produtos industrializados, preocupa-se com a forma de conservação dos alimentos, enfatiza a importância da hora das refeições e da criatividade na elaboração do prato. Em suma, a alimentação consciente preocupa-se com o alimento desde sua produção até o momento de ser consumido.

O que é um alimento orgânico ?

Trata-se do alimento produzido em sistemas que não utilizam agrotóxicos (inseticidas, herbicidas, fungicidas, nematicidas) e outros insumos artificiais tóxicos (adubos químicos altamente solúveis), organismos geneticamente modificados – OGM / transgênicos ou radiações ionizantes. Esses elementos são excluídos do processo de produção, transformação, armazenamento e transporte, privilegiando a preservação da saúde do homem, dos animais e do meio ambiente, com respeito ao trabalho humano. Em 23 de dezembro de 2003 foi sancionada a Lei n. 10.831, que estabelece as normas de produção, embalagem, distribuição e rotulagem para os produtos orgânicos de origem animal e vegetal.

Quando podemos dizer que um produto alimentar é orgânico?

Considera-se produto da agricultura orgânica, seja in natura ou processado, todo aquele obtido através dos princípios e normas específicas da produção agropecuária ou industrial orgânica. Para um alimento processado ser considerado orgânico e receber o selo de qualidade, é preciso que contenha pelo menos 95% de ingredientes originados da agricultura orgânica.

Como saber se o produto é orgânico?

Existem instituições certificadoras e associações que são responsáveis pelo acompanhamento e fiscalização da produção. Cerca de 20 certificadoras atuam no Brasil.

Campanha do Ministério da Fazenda a Favor dos Orgânicos.

O que significa um alimento certificado?

A certificação é um processo de inspeção das propriedades agrí-colas, realizado com periodicidade que varia de dois a seis meses, para verificar se o alimento orgânico está sendo cultivado e processado de acordo com as normas de produção orgânica. O foco da inspeção não é o produto, mas a terra e o processo de produção. Assim, uma vez credenciada, a propriedade pode gerar vários produtos certificados, que irão receber um selo de qualidade.

Selo para identificar os produtos orgânicos.

Em que a preparação do alimento orgânico é diferente?

Produtos orgânicos processados devem respeitar as normas estabelecidas em lei. Por exemplo, para fazer um suco de uva orgânico, o transformador deve encontrar frutas que foram produzidas de forma orgânica e não utilizar nenhum tipo de corante ou conservante no processamento. Até mesmo o transporte deve ser separado do similar convencional.

Por que consumir orgânicos ?

Afinal, o que tem levado cada vez mais consumidores a aderirem ao consumo de produtos orgânicos? Pesquisas realizadas  em várias partes do mundo  apontam três motivos:

Saúde

A preocupação com a saúde é a principal motivação dos consumidores de produtos orgânicos. Eles aspiram a uma alimentação mais saudável, natural e equilibrada. Você sabia que durante a existência de uma pessoa (com média de 70 anos) transitam cerca de 25 toneladas de alimento pelo sistema digestivo. Mesmo que contaminados com teores baixos de agentes químicos, pode ocorrer alguma intoxicação em determinado período da vida. Um dos problemas no diagnóstico é que não existem sintomas característicos da epidemia de intoxicação subclínica por agrotóxico. Segundo Higashi, nenhum medicamento pode agir adequadamente em pacientes com acúmulo de agrotóxicos em seu organismo.

Meio ambiente

Pesquisa do IBOPE Opinião revela que os transgênicos não têm boa aceitação no Brasil. Enquanto existirem divergências entre os cientistas em relação a possíveis prejuízos à saúde e ao meio ambiente, 74% preferem não comer alimentos transgênicos, 92% dos brasileiros acreditam que a rotulagem deveria ser obrigatória e 73% são contra a liberação de variedades transgênicas em escala comercial.

Melhor sabor

Encontrar o gosto autêntico dos alimentos no sabor das frutas, dos legumes e nas carnes provenientes de animais criados soltos é uma preocupação constante. Além disso, os alimentos orgânicos são livres de antibióticos, hormônios de crescimento, sendo processados sem o uso de aromas artificiais, conservantes e corantes. Pesquisas de análise sensorial, comparando alimentos orgânicos e convencionais, mostraram superioridade do alimento orgânico, destacadamente em preparo ao vapor.

Como achar o seu orgânico ?

Com o objetivo de tornar os produtos orgânicos mais acessíveis aos consumidores e fomentar uma alimentação saudável, o Idec realiza o Mapa de Feiras Orgânicas. Basta digitar um endereço para encontrar todas as feiras especializadas e grupos de consumo responsável mais próximos de você, bem como informações de horários de funcionamento e tipos de produtos encontrados nesses locais.

Além disso, o mapa mostrará quais são as frutas, verduras e legumes da estação na sua região para que opte pelos produtos locais.

Clique para acessar o mapa

E se não for possível consumir orgânicos ?

Dê preferência à compra de frutas e verduras da época. Fora da estação adequada é quase certo que uma fruta, verdura ou legume tenha recebido cargas maiores de agrotóxicos. É por isso que, quando você não encontrar tomate, cebola ou outros produtos na feira orgânica, não está na época deles. Escolha outro produto que os substitua em termos nutricionais;

Como ainda são poucas as frutas produzidas organicamente, procure sempre descascar as frutas, em especial os pêssegos, pêras e maçãs. Alguns resíduos de agrotóxicos ficam depositados nas cascas;

Lave bem as frutas e verduras em água corrente e coloque-as numa solução de água com um pouco de vinagre (4 colheres para 1 litro). Esse procedimento pode reduzir uma pequena parte dos resíduos de agrotóxicos de contato, além de possíveis contaminações microbiológicas.

Como escolher alimentos com menos agrotóxicos ?

Folhosas (alface, almeirão, agrião, rúcula, couve manteiga, cheiro-verde). Apresentam ciclo curto e são os vegetais que recebem menor número de pulverizações com agrotóxicos.

Atenção: a alface, por ser consumida em grande escala e cultivada de forma intensiva, pode receber mais pulverizações, por isso prefira as orgânicas.

 

Plantas de raiz, bulbo, tuberosas (beterraba, cenoura, cebola, alho, batata).O seu ciclo de vida é intermediário e, dessa forma, recebem um número de pulverizações um pouco maior que as folhosas.

Atenção: A batata e a cebola são plantas que recebem cerca de 30 pulverizações com agrotóxicos durante o ciclo da cultura.

 

Plantas de frutos e legumes (tomate, pimentão, berinjela, pepino).São as mais delicadas para produzir, com ciclo mais longo, ficando mais sujeitas ao ataque de pragas e doenças.

Atenção: O tomate, um dos campeões de venda, também é campeão em resíduos; recebe entre 30 e 40 pulverizações com agrotóxicos durante o ciclo. Alternativa: O tomate cereja é uma espécie mais rústica, resistente a pragas e doenças. Você pode produzi-lo no seu próprio jardim.

 

• Frutas. Por terem o ciclo ainda mais longo, em geral, recebem um número maior de pulverizações. Entretanto, é possível selecionar frutas com menor possibilidade de contaminação por agrotóxicos:
Frutas com baixo risco de contaminação • abacate, acerola, banana, caqui, coco, jabuticaba, mexericas e tangerinas, kiwi, nêspera e outras frutas nativas (pitanga, fruta-do-conde, amora, carambola).
Frutas com médio risco de contaminação • manga, abacaxi, melancia, laranja, mamão formosa e maracujá.
Frutas com alto risco de contaminação • morango, maçã, uva, pêssego, mamão papaia, goiaba, figo, pera, melão e nectarina.

Vocabulário da saúde alimentar:

Veja Como Equilibrar Sua Alimentação

Alimentos funcionais • Também conhecidos como nutracêuticos, agem diretamente sobre as funções do organismo e, por isso, previnem doenças degenerativas, crônicas, cardiovasculares (infarto e derrame) e câncer. O tomate, por exemplo, é um desses alimentos. Devido à ação do licopeno, pode oferecer proteção contra o câncer de próstata. Para o alimento ter atuação benéfica e de forma plena, sugere-se que seja produzido organicamente, no intuito de minimizar possíveis resíduos
químicos indesejáveis.

Alimentos naturais • Provêm de fontes originais da natureza. Não são produzidos em laboratórios, não possuem sabores e corantes artificiais de frutas, verduras, leite ou outros alimentos. Entretanto, um alimento natural pode ser produzido com agrotóxico.

Alimentos orgânicos • Produzidos num sistema isento de contaminantes que ponham em risco a saúde do consumidor, do
agricultor e do meio ambiente.

Alimentos integrais • Mantêm, ao serem consumidos, todos os integrantes nutricionais básicos. Exemplo: a farinha de trigo integral gera um produto com a totalidade dos ingredientes básicos para um pão nutritivo. Entretanto, normalmente o trigo utilizado é produzido no sistema convencional. Dessa forma, um alimento integral produzido organicamente seria o ideal para o consumo.

Alimentos diet • Modificados para atender à determinada finalidade: sem açúcar para o diabético, sem gordura para os que necessitam de baixa ingestão de gorduras e sem sal para hipertensos. Esse tipo de alimento não necessita ter redução calórica. Por esse motivo, se um alimento contiver a quantidade de açúcar, sódio, colesterol, aminoácidos ou proteínas abaixo do limite estabelecido em legislação, pode ser classificado comercialmente como diet. Basta que apenas um desses componentes esteja abaixo do limite. Assim, um alimento que não contém açúcar, mas que apresenta grande quantidade de gorduras é considerado diet, mesmo tendo uma quantidade de calorias semelhante ao seu similar não diet(em função da grande quantidade de gorduras).

Alimentos light • Abrandados ou diminuídos em um ou mais de seus nutrientes. Têm redução calórica de no mínimo 25% em relação ao seu similar.

Quer saber o que a OZ Engenharia faz para ajudar o meio ambiente ? Acesse uma matéria explicando nossos principais produtos.

Fonte: IAPAR

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