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Para adultos e crianças, a adaptação modernizada e musical da história feita por Ronald Radde, traz aos palcos Cinderela, ou também conhecida como a Gata Borralheira, de Charles Perrault, um dos contos de fadas mais conhecidos e um dos mais apreciados.

“A menina Ella, filha de um nobre, fica sob os cuidados da madrasta após a morte do pai. Ela tem duas meio -irmãs que são más e morrem de inveja dela. Vive como uma escrava e é vítima de buylling por parte das irmãs que a apelidam de CinderElla por viver sempre suja de fuligem e “cinzas”. Até que, um dia e com a ajuda de uma fada-madrinha, CinderElla consegue ir ao baile da corte.

CinderElla

CinderElla no Teatro DC em Porto Alegre

Lá, conhece um lindo príncipe. Mas ela tem que retornar para casa antes das 12 badaladas noturnas, pois o encanto feito pela fada acabará após a meia-noite. Mas, na hora da saída, ela perde seu sapatinho de cristal e será através dele e de um talento único que o Príncipe reencontrará a sua amada”.

Músicas criadas especialmente para o espetáculo entremearão a história que virá com grandes e mágicas novidades, marca da Cia Teatro Novo nestes 47 anos. Belos figurinos e cenários, coreografias e atores /cantores vão tocar os corações de crianças e adultos em mais uma aventura nos palcos do Teatro Novo DC.

Temporada: 23 de agosto a 15 de novembro – sempre aos domingos 17h no Teatro Novo DC. Mais informações: http://www.teatronovo.com.br/

A OZ Engenharia entende que a cultura faz parte da vivência de seus clientes e colaboradores e por isso incentiva a divulgação de suas parcerias.

 

A OZ Engenharia está apoiando o espetáculo infantil Para Sempre Terra do Nunca 2, em cartaz no Teatro Novo DC em Porto Alegre.

Em 2012, a peça “Para Sempre Terra do Nunca” foi assistida por mais de 38.500 espectadores, entre crianças e adultos. O sucesso foi tanto que o dramaturgo escreveu, para 2014, a sequência.

“Dar seguimento a uma peça que atingiu quase 40.000 espectadores aumenta nossa responsabilidade. Assim, “Para Sempre Terra do Nunca 2 – A volta dos que não foram“ foi pensada em não ser parecida na história, mas igual na qualidade”, afirma o diretor da peça Ronald Radde.

A Terra do Nunca é onde todos os sonhos se realizam. Cansado das lutas travadas com o Peter Pan, de sair pelos mares com seu fiel escudeiro Barrica, de perseguir a Sininho e de fugir do Crocodilo Tic-tac, o Capitão James Gancho tem uma ideia: transformar a Terra do Nunca numa ilha de turismo.  Porém, inesperados obstáculos e personagens transformarão sua ideia num verdadeiro pesadelo, como por exemplo, a chegada do Homem de Lata e do Leão, ambos do clássico Mágico de Oz, e de um príncipe que representa todos os mocinhos dos contos de fadas, sem falar na bruxa má do oeste com seus assustadores e atrapalhados macacos alados.

– Nós todos temos uma Terra do Nunca para irmos quando estamos com dificuldades. Isso é eterno. Sempre mantemos um coração de criança – afirma o diretor.

O espetáculo fica em cartaz até agosto, sempre aos domingos, às 17h. Os ingressos custam R$ 25 (plateia baixa) e R$ 20 (plateia alta).

Elenco

Capitão Gancho – Pedro Juvenal
Barrica – Karen Radde
Peter Pan – Luciano Pieper
Homem de Lata – Fabrízio Gorziza
Leão – Joana Izabel
Bruxa Má do Oeste – Ellen D´avila
Príncipe e macaco alado “Caco”- Daniel Anillo
Wendy e macaca alada “Caca” – Márjori Moreira

Ficha técnica

Texto e Direção: Ronald Radde
Direção de Produção: Ellen D´avila
Produção Executiva: Karen Radde
Assistente de Produção: Gaya
Gerente Administrativo/Financeiro: Bernardo Altenbernd
Trilha Sonora Original e Arranjos: André Trento
Preparação Física e Coreografias: Márcia Chemale Kalil
Figurinos e Acessórios: Titi Lopes
Cenografia e Adereços: Júlio Freitas
Execução: José Hildemar Cavalheiro, Patrik Simões e Eduardo Chitolina
Iluminação: Ronald Radde e José H. Cavalheiro
Operação de Luz: Patrik Simões
Operação de Som: Ronald Radde
Manutenção do TNDC: Denise Ferreira
Programação Visual: Rogério Araújo
Fotos: Lisa Roos
Assessoria de Imprensa: Phosphoros Novas Ideias
Web Designer: Rosana Almendares
Projeto A Escola vai ao Teatro: Ane Marie Kranen
Escola Teatro Novo (Coordenação): Márcia Dias
Realização: Cia. Teatro Novo – 46 anos!

Serviço:

Para Sempre Terra do Nunca 2 – A volta dos que não foram
De 9 de março a 17 de agosto
Teatro Novo DC – DC Shopping
Rua Frederico Mentz, 1561 D – Navegantes
Informações: 51 3374-7626 / 3374-3722
www.teatronovo.com.br

Muito se tem falado sobre a liberação de plantas resistentes ao uso do agente laranja em nossas plantações, pensando nisso o Blog da OZ Engenharia de Ozônio, resolveu fazer uma pesquisa sobre o assunto e as reais consequências e vantagens do uso desse agente (e se é realmente ele que será usado). Para isso vamos entender um pouco o contexto da sua criação.

Guerra do Vietnã

A Guerra do Vietnã foi um conflito armado que começou no ano de 1959 e terminou em 1975. As batalhas ocorreram nos territórios do Vietnã do Norte, Vietnã do Sul, Laos e Camboja. Esta guerra pode ser enquadrada no contexto histórico da Guerra Fria. O Vietnã havia sido colônia francesa e no final da Guerra da Indochina (1946-1954) foi dividido em dois países. O Vietnã do Norte era, comandado por Ho Chi Minh, possuindo orientação comunista pró União Soviética. O Vietnã do Sul, uma ditadura militar, passou a ser aliado dos Estados Unidos e, portanto, com um sistema capitalista.

A Guerra do Vietnã foi a primeira a utilizar helicópteros.

Os EUA passaram a colaborar com o Vietnã do Sul enviando armas, dinheiro e conselheiros militares.

Tudo isso fez com que surgissem os movimentos de oposição: Frente Nacional de Libertação (apoiados pelo Vietnã do Norte) juntamente com o seu exército Vietcongue.

Apoiados pelos americanos e suas armas poderosas os sul-vietnamitas atacaram por 10 anos o norte.
Porém, depois que algumas embarcações americanas foram bombardeadas no Golfo de Tonquim, o presidente Lindon B. Johnson ordenou bombardeios de represália contra o Vietnã do Norte. Esse fato marcou a entrada dos EUA na guerra (1965). Os soldados norte-americanos sofreram num território marcado por florestas tropicais fechadas e grande quantidade de chuvas. Os vietcongues utilizaram táticas de guerrilha, enquanto os norte-americanos empenharam-se no uso de armamentos modernos, helicópteros e outros recursos, entre eles o agente laranja e o napalm. O final dessa guerra a maioria conhece, sem apoio popular e com derrotas seguidas, o governo norte-americano aceita o Acordo de Paris, que previa o cessar-fogo, em 1973. Em 1975, ocorre a retirada total das tropas norte-americanas. É a vitória do Vietnã do Norte. O conflito deixou mais de 1 milhão de mortos (civis e militares) e o dobro de mutilados e feridos. A guerra destruiu casas e provocou prejuízos econômicos e arrasou campos agrícolas, com o uso do tão famoso Agente Laranja.

Agente Laranja

Agente laranja é uma mistura de dois herbicidas: o 2,4-D e o 2,4,5-T, recebeu esse nome  por causa de uma faixa laranja na embalagem. Por questões de negligência e pressa para utilização, durante a Guerra do Vietnã, foi produzido com inadequada purificação, apresentando teores elevados de um subproduto cancerígeno da síntese do 2,4,5-T: a dioxina tetraclorodibenzo- dioxina. Este resíduo não é normalmente encontrado nos produtos comerciais que incluem estes dois ingredientes, mas marcou para sempre o nome do Agente Laranja, cujo uso deixou sequelas terríveis na população daquele país e nos próprios soldados norte-americanos.

No período de 1961 a 1971, as tropas americanas aspergiram 80 milhões de litros de herbicidas, que continham 400 quilogramas de dioxina sobre o território vietnamita, de acordo com estatísticas oficiais.

Esse desfolhantes destruiram o habitat natural, deixaram 4,8 milhões de pessoas expostas ao agente laranja e provocaram enfermidades irreversíveis, sobretudo malformações congênitas, câncer e síndromes neurológicas em crianças, mulheres e homens do país.

Aproximadamente 50 anos depois do uso dessa arma química o Conselho Mundial da Paz (CMP) lança campanha para condenação dos Estados Unidos, pela destruição de  florestas e por ter vitimado milhões de pessoas (estima-se que pelo menos três milhões de vietnamitas vivam com sequelas). Além disso, mais de 25% das florestas foram atingidas – cerca de três milhões de hectares-,  chegando a contaminar o solo e lençóis freáticos. Em 2009, foi detectado que nível da substância na região estava de 300 a 400 vezes acima do limite tolerável.

Contexto Atual Agente Laranja

O herbicida 2,4-D que compõe o agente laranja é utilizado a mais de meio século em nossas lavouras. De acordo com informações publicadas em sites especializados, plantas com resistência ao herbicida podem ser liberadas geneticamente para uso em nossas plantações, de acordo com esses dados, os herbicidas à base de glifosato, anunciados em anos anteriores como solução definitiva contra pragas na agricultura, já não exercem a mesma eficácia sobre plantas daninhas. Como resultado, as espécies invasoras ocupam lavouras e resistem à pulverização, prejudicando ou até inviabilizando safras inteiras. Uma solução apresentada propõe o plantio de variedades transgênicas de soja e milho resistentes a um defensivo mais agressivo, o 2,4-D (ácido diclorofenoxiacético).

Atualmente em análise na Comissão Nacional de Biotecnologia (CTNBio), órgão vinculado ao Ministério de Ciência e Tecnologia, a solicitação caminha para a liberação. Mas a medida gera controvérsias: enquanto uma força-tarefa capitaneada pelo setor agroquímico defende a aprovação, alguns pesquisadores a condenam por fomentar o uso de um produto que imporia riscos à saúde humana.

A preocupação quanto à liberação de variedades resistentes ao 2,4-D aumenta na medida em que a agressividade do herbicida não se restringe às pragas que combate. Enquanto o glifosato e o glufosinato de amônio, que dominam o mercado brasileiro de defensivos, ocupam a faixa verde na Classificação Toxicológica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o 2,4-D está no ápice do risco: faixa vermelha – extremamente tóxico.

O uso indiscriminado desse herbicida concomitantemente com o não tramamento dos resíduos agrícolas pode gerar um contaminação ainda maior dos nossos solos, rios, animais, plantas e lençóis freáticos.

Preservar a diversidade e a integridade do patrimônio genético do País e fiscalizar as entidades dedicadas à pesquisa e manipulação de material genético At. 225 CF/88

Esse parágrafo da nossa constituição não está sendo respeitado, pois a fiscalização e punição de infratores está cada vez mais amarrada por regras e leis burocráticas e sem poder de ação, devemos repensar o modo como estamos tratando nossa terra, se ações corretas não forem feitas, nada mais nos restará, além da triste imagem das matas devastadas na guerra do vietnã.

Não confunda com Napalm

Napalm sendo utilizado na guerra do Vietnã

Pesquisando sobre o uso do agente laranja encontrei muitas informações confundindo a ação dele com o Napalm, o Napalm  é um conjunto de líquidos inflamáveis à base de gasolina gelificada, utilizados como armamento militar. O napalm é na realidade o agente espessante de tais líquidos, que quando misturado com gasolina a transforma num gel pegajoso e incendiário.

O napalm foi usado em lança-chamas e bombas incendiárias pelos Estados Unidos e nações aliadas, para aumentar a eficiência dos líquidos inflamáveis. A substância é formulada para queimar a uma taxa específica e aderir aos materiais. O napalm é misturado com a gasolina gélida (ou gelatinosa) em diferentes proporções para alcançar este objetivo.

Diversos lançadores foram desenvolvidos para seu uso, culminando nas armas lança-chamas utilizadas para atacar os exércitos vietnamitas no fim da década de 1960. Também foi usado contra cidades e vilarejos de civis posteriormente.

Na Segunda Guerra Mundial, as Forças aliadas bombardearam cidades do Japão com bombas incendiárias feitas com napalm. Este tipo de armamento foi usado também pelas Forças armadas dos Estados Unidos contra guerrilhas comunistas na Guerra civil grega, na Coreia, por ocasião da Guerra da Coréia e no Vietnã, Laos e Camboja, durante a Guerra do Vietnã. O governo do México também utilizou napalm em 1960 contra guerrilha de Guerrero. Há notícias, também, de ter sido utilizado por Portugal nas antigas colônias de África, na chamada Guerra Colonial (1961-1974), mais notadamente em Moçambique.
Um outro efeito do napalm em bombas, consiste na desoxigenação do ar envolvente e aumento da concentração de Monóxido de Carbono os quais provocam asfixia. Uma outra utilização do napalm na Guerra do Vietnã consistiu na rápida abertura de clareiras para a aterrissagem de helicópteros.

A menina que simboliza a guerra

A famosa foto com as crianças correndo, fugindo do local onde sua aldeia havia sido atacada por um bombardeio de Napalm, virou símbolo de uma guerra covarde e injusta, mostrando a dor de inocentes e o poder bélico de quem prefere matar à distância.
A foto foi feita no dia 08 de junho de 1972 pelo fotógrafo da agência Associated Press, Huynh Cong Ut, que posteriormente recebeu o prêmio Pulitzer pela imagem.
A menina da foto chama-se Phan Thi Kim Phúc e sua história é descrita com mais detalhes na matéria após a imagem símbolo e algumas imagens coloridas da ocasião.
Que este dia e esta imagem fiquem sempre na mente de todos, pois é importante que algo desse porte nunca volte a ocorrer novamente.
O Destino da menina
Ela se transformou no símbolo da Guerra do Vietnã. A foto da menina queimada, fugindo nua após seu vilarejo ser devastado pelos americanos, correu o mundo. Hoje, Phan Thi Kim Phuc ainda carrega as marcas do bombardeio, mas se esforça para superar o trauma. “Estive no inferno e percebi que, se mantivesse o ódio, nunca sairia dele”, disse a vietnamita em uma entrevista.
Phan conta que jamais esquecerá o dia 8 de junho de 1972. “Estávamos em casa e, de repente, começamos a ver nossa vila sendo atacada. Corremos para um templo, que depois também foi bombardeado. Decidimos sair correndo. Ao sair, senti meu corpo inteiro queimar, como se estivesse em um forno. Era o napalm, que eu, sinceramente, não tinha ideia do que fosse até aquele momento”, disse Phan, que teve 65% de seu corpo queimado.
Seu vilarejo, Trang Bang, fica no sul do Vietnã, a cerca de 40 quilômetros de Saigon. A bomba foi lançada por soldados do Vietnã do Sul contra tropas norte-vietnamitas. A operação foi coordenada por militares americanos, ainda que Washington jamais tenha admitido seu envolvimento.
Em 1972, ela tinha 9 anos. Hoje, aos 45, é casada e mora no Canadá com seus dois filhos. Sua foto, tirada por Huynh Cong Ut, fotógrafo da agência Associated Press, ganhou o Prêmio Pulitzer do ano seguinte e se transformou no símbolo do conflito.
Enquanto a foto corria o mundo, sua vida mudava de forma radical. Após o ataque, ela foi levada para um hospital em Saigon pelo próprio fotógrafo. “Só me lembro que jogava água no meu corpo.”
Quando chegou ao hospital, as enfermeiras disseram que a garota não sobreviveria. “Fiquei 14 meses internada e passei por 17 cirurgias”, diz. A última ocorreu na Alemanha Oriental, em 1984. Mas, nem assim, as marcas desapareceram. “Continuo sentindo muita dor a cada movimento.”
Um ano após o ataque, ela voltou ao vilarejo. “Alguns dias depois, meu pai me trouxe um jornal e me mostrou a foto. Fiquei horrorizada e chorei sem parar por vários dias. Foi naquele momento que comecei a entender o que eu tinha vivido. Além disso, estava muito envergonhada. Não suportava me ver nua em uma foto que o mundo inteiro viu.”
Phan relata que estava vestida com uma roupa leve no momento do ataque, a qual que foi queimada em alguns segundos. “Se estivesse usando uma roupa mais pesada, que levasse mais tempo para queimar, estaria morta. Muitos morreram exatamente desta forma.”
Aos 13 anos, ela foi estudar em Saigon. No regime comunista, obteve a autorização, alguns anos mais tarde, para estudar medicina em Cuba, onde conheceu seu marido. Na viagem de lua-de-mel, o avião fez uma escala no Canadá, de onde o casal nunca mais saiu.
Phan tentou viver no anonimato, mas foi descoberta nos anos 90. “Um dia, estava andando na rua em Toronto e alguém me disse que sabia quem eu era. Foi aí que eu entendi que não poderia mudar o passado, mas que poderia alterar o significado do que ocorreu.”
A vietnamita passou a atuar como ativista de direitos humanos, tornou-se embaixadora da Unesco e criou uma fundação. Até hoje, Phan se lembra com ironia dos comentários do então presidente americano Richard Nixon, que duvidava da autenticidade da foto.
 O Ozônio no Contexto

Pátio Agrícola – clique para ampliar

A possibilidade da intensificação do uso do 2,4-D em virtude da liberação dos novos transgênicos resistentes a ele é questionável no Brasil,  pois ainda não existe regulamentação para os pátios de descontaminação de pulverizadores terrestres, o que poria em risco todo nosso ecossistema, já que os resíduos líquidos da lavagem (calda tóxica) ainda são despejados diretamente no meio ambiente (solo e sumidouros), sem o tratamento adequado.   A OZ Engenharia possui em sua linha de produtos o DEGRADATOX®, um sistema de degradação dos princípios ativos com ozônio, utilizado no tratamento da calda proveniente da lavagem de aeronaves e tratores pulverizadores de agrotóxicos. Essa calda é posteriormente armazenada em tanque de evaporação, evitando desta maneira que o resíduo seja despejado no solo, contaminando-os, prevenindo riscos de contaminação do meio ambiente (volatilização e consequente sumiço das abelhas). Para saber mais sobre o equipamento clique no link ou nos ligue (51) 3339 0082.

Extra:

Opinião Monsanto sobre uso do Agente Laranja.

 

Fontes:

http://www.vn-agentorange.org/RL34761_200905.pdf

http://apogeudoabismo.blogspot.com.br/2012/06/menina-que-simboliza-guerra-do-vietna.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Agente_laranja

http://noticias.terra.com.br/ciencia/herbicida-do-agente-laranja-pode-ser-liberado-para-uso-em-lavouras,f8a8d8f8ccb10410VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html

http://www.suapesquisa.com/historia/guerra_do_vietna.htm

http://www.infoescola.com/historia/guerra-do-vietna/

 

 

 

 

 

 

 

 

Dia da Terra 2013 – ou, oficialmente, Dia Internacional da Mãe Terra – é uma data criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2009 para marcar a responsabilidade coletiva para promover a harmonia com a natureza e a Terra e alcançar um balanço entre economia, sociedade e ambiente.

“O Dia Internacional da Mãe Terra é uma chance de reafirmar nossa responsabilidade coletiva para promover a harmonia com a natureza em um tempo em que nosso planeta está sob ameaça da mudança climática, exploração insustentável dos recursos naturais e outros problemas causados pelo homem. Quando nós ameaçamos nosso planeta, minamos nossa própria casa – e nossa sobrevivência no futuro”, diz mensagem do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.

Contudo, a história dessa comemoração é bem mais antiga. O primeiro Dia Nacional da Terra ocorreu em meio ao movimento hippie americano, em 1970. Se por um lado a música e os jovens eram engajados, de outro os americanos viviam com seus carros com motor V8 e a indústria despejando produtos poluidores com pouco medo de represálias legais.

A ideia de uma data para marcar a luta pelo ambiente veio do senador Gaylord Nelson, após este ver a destruição causada por um grande vazamento de óleo na Califórnia, em 1969. Ele recebeu o apoio do congressista republicano conservador Pete McCloskey e recrutou o estudante de Harvard Denis Hayes como coordenador da campanha.

No dia 22 de abril, 20 milhões de pessoas nos Estados Unidos saíram às ruas para protestar em favor de um planeta mais saudável e sustentável. Milhares de escolas e universidades organizaram manifestações contra a deterioração do ambiente e engrossaram os grupos ambientalistas. Foi um raro momento que juntou até mesmo democratas e republicanos.
O resultado prático foi a criação da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos e dos atos do Ar Limpo, Água Limpa e das Espécies Ameaçadas. “Foi uma aposta”, lembra o senador, “mas funcionou.”

Veja aqui fotos incríveis do nosso planeta.

Fonte: Site Terra 

 

O ChildFund Brasil divulgou no final de 2012 a terceira edição da pesquisa Small Voices Big Dreams – Pequenas vozes, grandes sonhos.  O estudo entrevistou 6.200 crianças que responderam seis perguntas, incluindo, pela primeira vez, questões sobre meio ambiente. O levantamento constatou que uma, em cada três crianças de países em desenvolvimento, já vivenciou secas (40%), inundações (33%) ou queimadas (30%). Uma, em cada duas crianças quer investimentos maiores na Educação.

No Brasil 104 crianças participaram da pesquisa, representando 2% do total de meninos e meninas entrevistadas em 47 países. As maiores preocupações dessas crianças estão relacionadas ao meio ambiente, na seguinte ordem de grandeza: com a poluição (37%), desmatamento (23%), desastres naturais (14%) e com a poluição da água (12%). “As pessoas gastam muita água e às vezes eles cortam os tubos que levam a água para as casas e desviam para outros lugares. Gostaria que parassem de cortar as árvores e jogar lixo nas ruas, porque o lixo deve ser colocado na lata de lixo. Eu gostaria que todos respeitassem o meio ambiente e os direitos humanos.”, disse Tainara de 11 anos.
Coerente com a ênfase na educação, a maioria das crianças nos países em desenvolvimento, sonha com profissões que exigem uma educação universitária, como a de médico (27%) e de professor (24%).
A maior preocupação ecológica constatada não foi um desastre natural, mas a crescente ameaça de poluição no meio ambiente. Um em cada quatro entrevistados (26%) citou diversas formas de poluição como o “problema ambiental que mais as preocupam”. Paralelamente, uma em cada três crianças (33%) nos países desenvolvidos destacou a poluição como sua maior preocupação ambiental.
Quando perguntados o que fariam para mudar o ambiente em torno de sua comunidade, 28% das crianças de países em desenvolvimento disseram que é necessário plantar árvores e construir mais parques. Um número semelhante (29%) das crianças dos países desenvolvidos, disse que a principal prioridade seria reduzir ou parar de jogar lixo em lugares impróprios.
“Se você fosse presidente ou líder de seu país, o que você faria para melhorar a vida das crianças em seu país?” Um em cada dois (50%) dos entrevistados nos países em desenvolvimento disseram que melhorariam a educação ou ofereceriam maiores oportunidades de geração de renda. Outros 22% supririam necessidades básicas como alimentos, roupas e abrigo, que foi a resposta mais citada entre crianças de países desenvolvidos (25%).
A pesquisa foi realizada pela ChildFund Alliance, entre junho a agosto de 2012, e o resultado finalizado no dia 20 de novembro, em comemoração ao Dia Universal da Criança.
Fontes:
Estela Caparelli, UNICEF no Brasil
Telefone: (61) 3035 1963
Pedro Ivo Alcantara, UNICEF no Brasil 
Telefone: (61) 3035 1983
Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda)
Telefones: 61. 2025.3525 / 3524 / 3534 / 9192 / 3698 / 9689 / 9866
Fax: 61.2025.9604
Míriam Maria José dos Santos, presidente do Conanda
Telefone: (31) 2103.1200
Secretaria de Estado da Criança
Telefone geral: (61) 3361-9617
Chefe da Assessoria de Comunicação: Carla Lisboa
ChildFund Alliance
Telefone geral: (31) 9215.3571
Assessoria de Comunicação: Yan Presoti
Notícia retirada do Blog: http://blog.andi.org.br/

Acostumado com seca, anatomia de besouro serve de base para técnica complexa de nanotecnologia

O besouro da Namíbia desenvolveu a capacidade de extrair água do ar através da condensação. Nas suas costas tem uma zona hidrófila onde armazena a água, o que é essencial para a sua sobrevivência visto que na zona onde habita é raro chover, diz o site do jornal espanhol ‘ABC’.

Ele desenvolveu um sistema de hidratação único: a água dos nevoeiros matinais é absorvida através de sua carapaça nas costas. Se o inseto de 1,4 centímetro consegue enfrentar a crise do abastecimento de água, nós também temos que conseguir. Nem que seja preciso copiar a tecnologia do besourinho diz diretor da empresa NBD responsável pelo projeto.

O caminho pra essa solução (como boa parte das soluções do futuro) passa pela nanotecnologia. A empresa NBD Nano, principal entusiasta da ideia, afirma em seu site que seu propósito é “aprimorar a condensação da água para levá-la até as áreas mais secas do planeta”. Eles estão desenvolvendo uma combinação de superfícies superhidrofóbicas (extremamente difíceis de molhar) e superhidrofílicas (películas que podem impedir um vidro de ficar embaçado) para literalmente resgatar a água do ar.

Este trabalho está ainda na sua fase inicial mas é um dos muitos exemplos que demonstram como os cientistas procuram na natureza inspiração para a tecnologia sustentável. Em declarações ao site da BBC, Miguel Galvez, co-fundador da empresa, afirmou que estão já a desenvolver um protótipo da garrafa. “Acreditamos que o protótipo inicial será capaz de recolher, em qualquer local, desde meio litro até três litros de água por hora, dependendo do meio ambiente”, acrescentou.

O potencial desta inovação reside no fato de haver milhões de litros de água no ar, que não são aproveitados enquanto recurso natural, principalmente considerando que há imensos países de terceiro mundo onde a água é escassa.

Segundo a NBD, essa tecnologia permitirá combater a umidade nos lares, além de produzir água potável para ações militares, plantações e “nações do terceiro mundo”, como eles mesmo colocam no site. Uma garrafa de água que se auto-enche é uma das invenções que estão a caminho – tudo isso deve virar realidade até 2015.

Achei um protótipo, vejam as fotos abaixo:

Protótipo e o besouro inspirador.

 

Como funciona o processo

Como as pessoas iriam se beneficiar

Limpar a casa pode ser uma maneira de contribuir com a natureza, soluções naturais podem substituir de forma eficiente produtos como detergentes, desinfetantes, antimofo e muitos outros. Além de ajudar o meio ambiente ainda previne alergias e outros problemas de saúde.

Vinagre, suco de limão e bicarbonato de sódio: com esse trio nas mãos, você ataca de mofo, limo e manchas a gordura, entupimento e odores fortes. Ele tem propriedades bactericidas, abrasivas e ácidas tão eficientes quanto os produtos industrializados, mas com a vantagem de não agredir a nossa saúde nem o meio ambiente. “O multiúso e o detergente contêm fosfato na fórmula, um elemento que facilita a remoção da gordura. Em excesso, porém, ele causa a eutrofização da água – processo que leva ao crescimento exagerado de algas e micro-organismos e, consequentemente, ao desequilíbrio ecológico”, explica Márcio Augusto Araújo, consultor de ecoprodutos do Instituto para o Desenvolvimento da Habitação Ecológica (SP).

Embora no Brasil a quantidade de fosfato seja controlada, imagine o efeito provocado quando milhões de pessoas usam os produtos indiscriminadamente. “Os itens industrializados podem ser rastrea­dos, mas pior mesmo são os fabricados em `fundo de quintal’, que muita gente compra sem conhecer a fórmula e os efeitos colaterais”, diz o pesquisador Maurício Waldman (SP), autor do Guia Ecológico Doméstico (Ed. Contexto). Além das alergias na pele, podem ocorrer intoxicações causadas pelo forte odor e até envenenamento de animais domésticos. Abra mão também de detergentes, solventes e ceras que contenham compostos voláteis, cloro ou formaldeído, pois poluem o ar e provocam problemas respiratórios.

CONSUMO CONSCIENTE
Nas prateleiras dos supermercados já existem vários materiais de limpeza ecológicos, isentos de agentes químicos agressivos ou com o seu teor reduzido. Portanto, ao optar pelos industrializados, prefira os de baixo impacto ambiental. Maurício ressalta que é fundamental mudarmos os nossos hábitos de consumo. “As pessoas acham que basta limpar bem. Mas a ideia é sujar menos para dispor de uma quantidade menor de produtos químicos em casa, pois eles poluem os rios e matam os peixes. A água da máquina de lavar roupas que já tem sabão, por exemplo, é perfeita para higienizar o vaso sanitário ou tirar a sujeira do quintal”, ensina.

PRODUTOS SEM QUÍMICA
Na hora de limpar a casa, use estas receitas que garantem um ótimo resultado a baixo custo, não fazem mal à saúde nem poluem o ambiente.

Vinagre
Com alta concentração de ácido acético, o líquido funciona como um potente desinfetante e desengordurante. Os melhores para a limpeza são o branco (de álcool) e o de maçã.

Antimofo
Remova esse odor desagradável do armário limpando-o com um pano mbebido na mistura de 3 litros de água quente com 1 ou 2 colheres (sopa) de vinagre branco.

Fim da gordura
Ponha um pouco de vinagre puro sobre a gordura do fogão, deixe agir por um minuto e limpe.

Rejunte branquinho
Aplique vinagre puro com uma escovinha de dentes no rejunte do azulejo. Aguarde pelo menos duas horas para enxaguar com água. A dica também vale para limpar aquela parede com marcas de móveis ou de sapatos.

Brilho em vidros e espelhos
Dissolva 1 parte de vinagre em 4 de água quente e limpe essas superfícies. Os vidros ficam ainda mais transparentes!

Tapetes e carpetes novinhos
Para limpar essas peças, aplique uma mistura com a mesma quantidade de vinagre branco e água.

Amaciante
Substitua o produto convencional por 1/2 copo de vinagre no último enxágue da roupa. Ela fica supermacia…

Bicarbonato de sódio
À base de dióxido de carbono e hidróxido de sódio, o bicarbonato é bactericida e uma excelente alternativa para os produtos de limpeza abrasivos. Use-o, sempre com luvas, na limpeza da cozinha e para afastar odores desagradáveis.

Forno brilhante
Molhe um pano macio numa mistura de 1/2 litro de água quente e 3 colheres (sopa) de bicarbonato. Aplique em todo o forno e, após uma hora, retire-o com um pano úmido.

Ralos desentupidos
Misture bem 1 xícara (chá) de sal, 1 de bicarbonato e 1 litro de água quente. Jogue no ralo.

Carpete cheiroso
Para eliminar o odor forte, provocado por animais de estimação ou pela falta de ventilação no ambiente, pulverize bicarbonato de sódio sobre o carpete usando uma peneira grande. Deixe agir por dez minutos e aspire. Não passe vassoura para evitar que o tapete fique branco.

Geladeira limpinha
Sempre depois de finalizar a limpeza da geladeira e do freezer, passe um pano úmido com bicarbonato na parte interna para desinfetar o local.

Suco de limão
O ácido cítrico do fruto ajuda a dissolver o limo e até manchas de ferrugem.

Louça sem gordura
Dilua 1/4 de xícara (chá) de suco de limão em água e aplique na peça com um pano macio.

Antiferrugem
Retire esse tipo de mancha de talheres, grelhas e fogão esfregando a superfície com suco de limão e uma esponja.

MULTIÚSO CASEIRO
Num frasco de vinagre de maçã, junte 3 colheres (sopa) de bicarbonato de sódio e 1 copo de extrato de raspa de juá (árvore típica do Nordeste, também conhecida como juazeiro), à venda em lojas de produtos naturais. A solução tem validade de até seis meses se for guardada bem fechada e à sombra.

Importante
Mesmo os produtos sendo naturais, nunca deixe-os ao alcance de crianças e animais.

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/home/

Pensando em viajar, que tal adotar o passaporte verde !!

Iniciativa da Força-Tarefa Internacional para o Desenvolvimento do Turismo Sustentável, a campanha Passaporte Verde traz dicas para estimular o turista a adotar uma postura responsável no turismo, mostrando de que forma seu comportamento pode contribuir para a conservação do meio ambiente e para a melhoria da qualidade de vida das pessoas.

No Brasil, a campanha é coordenada pelos Ministérios do Meio Ambiente e do Turismo, em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.

www.passaporteverde.gov.br

 

A OZ Engenharia acaba de firmar um convênio com a Universidade Estadual Paulista (UNESP) para execução do projeto “Avaliação dos aspectos nutricionais e antinutricionais de alimentos cultivados em sistema orgânico e convencional, submetidos a ozonização e tratamento térmico”. A coordenação fica a cargo da Profª. Drª. Giuseppina Pace Pereira Lima e da Engª. Drª. Luciana Manoel e participação de Luciana Manoel, Tatiana Machado e Adelita Kelen Antunes Gomes.

O projeto que inicia ainda no ano de 2012 terá sua conclusão em 2017, nesse tempo será avaliado a influência do tipo de cultivo e a aplicação de um sanitizante alternativo e seguro (ozônio), para os alimentos em substituição do cloro, também irá avaliar a tolerância de frutas e legumes quanto a doses e exposição a água ozonizada, avaliando qualidades nutricionais, microbiológicos e os aspectos bioquímicos dos produtos.

Nos dias 30 e 31 de outubro de 2012, acontece no Teatro do Sesi em Porto Alegre-RS, o 5º Congresso Internacional de Inovação. Nesta edição o tema do evento será: Economia Criativa: Ideias e iDEAIS Gerando Riquezas. O evento ainda vai abordar assuntos como consumo colaborativo, educação e tecnologia na construção do futuro, economia verde e indústria do entretenimento.

Durante os dois dias do evento será discutido como as novas tendências em negócios podem gerar mudanças na configuração industrial. Assim como, o que ocorre quando a conectividade gera inovações na forma de comercialização, entrega e produção de serviços, exigindo um novo perfil de profissionais e de organizações.

Entre os palestrantes já confirmados está o professor da New York University e crítico cultural, Steven Johnson, que fará a palestra “De onde vem as boas ideias?”. Jonhson, que é colunista do New York Times e autor do livro que tem o mesmo nome da palestra. A diretora do Collaborative Lab, Lauren Anderson, também estará no congresso falando sobre “Como o Consumo Colaborativo está influenciando a Indústria?” e Gerd Leonhard, considerado um pensador líder e um dos principais futuristas de mídia do mundo, abordará “Indústria do entretenimento”.

Para falar sobre desenvolvimento econômico sustentável, estará presente o americano Marc Weiss que destacará a economia verde. Do Brasil, Ana Carla Reis, sócia-diretora da Garimpo de Soluções, o presidente da Porto Digital, Francisco Saboya, o educador Rubem Alves e o empresário Ricardo Felizzola darão seus depoimentos.

Saiba mais sobre o evento e veja a programação completa no site do Congresso.

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