A Fiema Brasil 2012 – Feira Internacional de Tecnologia para o Meio Ambiente que acontece de 24 a 27 de abril, em Bento Gonçalves/RS, tem uma intensa programação paralela com debates, exposições e seminários sobre temas relacionados ao meio ambiente e à sustentabilidade. Entre os eventos paralelos estão o 3º Congresso Internacional de Tecnologias para o Meio Ambiente e o 3º Seminário de Gestão Ambiental na Agropecuária.
O congresso e o seminário irão apresentar as novidades em pesquisas acadêmicas que mostram o desenvolvimento aliado à preservação ambiental. Os interessados em aprsentar seu artigo têm até sexta-feira, 10 de fevereiro para efetuar a inscrição. Serão aceitos trabalhos em Português, Inglês e Espanhol. Os artigos aceitos serão apresentados na forma de cartaz (pôster).
O Congresso Internacional de Tecnologias para o Meio Ambiente aceitará trabalhos em 13 temas: Resíduos Sólidos; Águas Residuárias; Recursos Hídricos; Gestão Ambiental na Indústria; Gestão Ambiental Pública; Tecnologias Ambientais; Poluição Atmosférica; Créditos de Carbono; Energia; Biocombustíveis; Educação Ambiental; Impactos Ambientais e Tecnologias Limpas.
O Seminário de Gestão Ambiental na Agropecuária, receberá trabalhos em 7 temas: Gestão ambiental na agropecuária; Metodologias de avaliação e/ou mensuração do impacto ambiental na agropecuária; Tecnologias para redução do impacto ambiental; Tecnologias para gestão de resíduos sólidos e líquidos na atividade agropecuária; Relatos de casos de diagnósticos e de redução do impacto ambiental (produtores, associações, instituições públicas, universidades etc.); Tecnologia de aplicação de agrotóxicos e Avaliação sócio-econômica de ações de redução do impacto ambiental.
A OZ Engenharia estará presente na Fiema Brasil 2012, expondo as vantagens da utilização do ozônio como tecnologia limpa para o tratamento de água, ar e efluentes. Mais informações sobre as inscrições de trabalhos, programação completa da Feira e eventos paralelos no site http://www.fiema.com.br.
Edição 2012 do evento contará com 500 horas de programação formada por grandes nomes da internet, inovação e movimentos sociais

Campuseiros entram na Arena - 06/02/2012 - Foto: Cristiano Sant´Anna/indicefoto.com
A Campus Party Brasil, maior evento de tecnologia, inovação e cultura digital do país começa nesta segunda-feira (6) e vai até dia 12, domingo, no Anhembi Parque, zona norte de São Paulo, que tem 64 mil m². A quinta edição do projeto, traz como novidade o aumento de velocidade de conexão da internet para 20 Gbps, o dobro do que foi disponibilizado no ano anterior.
Serão mais de 500 horas de intensa programação, que se dividirá em quatro zonas de conhecimento: Zona Ciência, Zona Cultura Digital, Zona Inovação e Zona Empreendedorismo.
Um dos destaques dos debates e discussões será a presença de movimentos sociais que sacudiram o planeta no ano passado. Será a primeira vez que estarão reunidos em um evento representantes do Occupy Wall Street, Primavera Árabe e os espanhóis da Acampada Del Sol.
Na área de inovação e tecnologia, serão ministradas palestras por nomes destacados nesse meio como Vince Gerardis, produtor da série Game of Thrones, e Kul Wadhwa, diretor da Wikimedia Foundation.
Nova chance!
Quem não comprou antecipadamente seu ingresso terá uma nova chance. Hoje, a partir das 17h a organização disponibilizará 500 ingressos adicionais (sem direito a camping). Aqui, você consegue mais informações sobre como adquirir seu ingresso. E para quem não puder comparecer no Anhembi Parque, pode acompanhar a programação do evento aqui.
Não sabe onde depositar baterias usadas, pilhas, lâmpadas ou até aquele microondas antigo, que pega poeira num canto da casa? O Instituto Sergio Motta, com sede em São Paulo, criou o E-Lixo Maps, uma ferramenta que mapeou o cadastramento de postos de coleta e reciclagem de lixo eletrônico em todo o Brasil. Basta digitar o seu endereço e filtrar que tipo de rejeito você quer descartar adequadamente, como “celular”, “DVD”, “bateria” ou “computador”. agora ficou fácil descartar de maneira correta o seu lixo eletrônico.
Para resgatar a biodiversidade em grandes cidades, o escritório holandês de arquitetura WaterStudio criou o projeto de uma estrutura de cerca de 30 metros, que imita uma árvore e pode abrigar diversos animais.
A Sea Tree poder ser construída em rios, oceanos e lagos e tem a intenção de atrair pássaros, abelhas, morcegos e outros animais pequenos.
Segundo a empresa que idealizou o projeto, a tecnologia para a construção de uma árvore é semelhante a de uma plataforma de petróleo – as petrolíferas poderiam, inclusive, “doar” uma Sea Tree aos locais onde trabalham, para aproveitar o conhecimento técnico da atividade.
Segundo os arquitetos, a inspiração para a Sea Tree veio de um desafio proposto por ecologistas para a criação de espaços para animais e plantas que as pessoas não pudessem atrapalhar. “A água é o jeito perfeito de manter as pessoas distantes”.
O custo da invenção é estimado em 4,5 milhões de dólares.
Fonte: Super Interessante
Para fugir de supostos riscos à saúde, americanos buscam refúgio em área sem nenhum sinal eletromagnético.
Existe uma
espécie de migração antitecnológica em curso nos Estados Unidos. São pessoas que se mudam para Green Bank, área livre de ondas eletromagnéticas na Virgínia. A região fica na chamada zona de silêncio de rádio dos EUA, onde os sinais são bloqueados para não afetar uma rede de espionagem do exército e de telescópios instalados no local.
Os novos moradores dizem sofrer de hipersensibilidade eletromagnética, distúrbio que, segundo eles, afeta a saúde de quem estiver exposto a sinais de telefones celulares, roteadores de banda larga e outros aparelhos de ondas eletromagnéticas. Cerca de 5% dos americanos acreditam sofrer do transtorno. Essas pessoas dizem que têm queimaduras na pele e dores de cabeça quando estão próximas a um telefone celular, tornando se forçadamente antissociais. Em Green Bank, sem internet e celular, elas se sentem mais felizes e saudáveis.
Mas há divergências sobre o assunto. Boa parte da comunidade científica questiona dados como os da Universidade do Estado da Louisiana, que publicou um estudo que mostra que há relação entre as dores e a frequência eletromagnética. E ainda não foi comprovada a relação entre o celular e o câncer. Mesmo assim, a Organização Mundial da Saúde elevou este ano o celular para a categoria “possivelmente cancerígeno”.
Fonte: Planeta Sustentável
Relatório publicado pela consultoria Ernst & Young aponta índice das nações mais atrativas para os investimentos em energias limpas; Brasil subiu uma posição em relação ao semestre anterior e ficou entre as dez mais.
Fazendo uma retrospectiva energética de 2011, pode-se dizer que o último ano foi favorável para as energias renováveis no Brasil, especialmente para a energia eólica. Pelo menos é o que mostra o Índice de Atratividade das Energias Renováveis por País, publicado pela consultoria Ernst & Young em novembro.
De acordo com o relatório, o Brasil subiu uma posição em relação ao semestre analisado anteriormente, e ficou entre as dez nações mais atrativas para as energias limpas. A principal responsável pela ascensão do país no ranking foi a energia eólica, cujo preço alcançou patamares mais baixos (R$ 99,56/MWh) que o do gás natural (R$ 103/MWh) em leilões de energia.
Energia eólica

Principalmente por causa disso, o país saltou quatro posições no índice de energia eólica, ficando em décimo na classificação. Durante o terceiro trimestre de 2011, o setor eólico conseguiu garantir acordos de compra de energia para 78 projetos, totalizando 1.979 MW. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), a capacidade de energia eólica do Brasil deve crescer 600% até 2014, pulando de cerca de 1 GW em 2010 para 7 GW.
Alguns analistas acreditam que a queda no valor da energia eólica, que levou ao aumento no número de projetos do setor, foi causada por muitas razões, incluindo a chegada de equipamentos eólicos chineses com preços competitivos ao Brasil. Isso obrigou os fornecedores brasileiros a reduzirem seus custos para competir com os produtos chineses.
Mas apesar do grande progresso dessa fonte renovável, a Abeeólica (Associação Brasileira de Energia Eólica) declarou que a pequena margem de retorno dos projetos ainda ameaça o crescimento do setor no país, que fica vulnerável a complicações que podem surgir durante a construção das usinas e dos abalos no mercado.
Para contornar essa questão, a associação afirma que o aperfeiçoamento no licenciamento ambiental e soluções para problemas logísticos são as principais respostas.
Biomassa, Pequenas centrais hidrelétricas e energia solar
A biomassa também teve projetos desenvolvidos, mas o desempenho do setor caiu devido ao aumento da concorrência da energia eólica. Apenas 11 projetos dessa fonte, totalizando 554 MW ganharam contratos no terceiro trimestre. Além do setor eólico, a biomassa também enfrenta a concorrência do gás natural e de pequenas centrais hidrelétricas. Ainda não há certeza se em médio e longo prazo a energia produzida pelo setor se tornará mais cara.
Assim como a biomassa, as pequenas centrais hidrelétricas não obtiveram muito crescimento no terceiro trimestre, indicando que os projetos do setor não conseguiram competir com os preços baixos apresentados nos leilões. No ranking da energia solar, o país se manteve na 16ª posição, sugerindo que esse setor também não fez grandes progressos no terceiro trimestre.
Cenário mundial
Em escala mundial, pouca coisa mudou em relação ao semestre analisado anteriormente. A China segue em primeiro como país mais atrativo para as energias renováveis, seguida pelos Estados Unidos(2º), Alemanha (3º), Índia (4º) e Itália (5º). O Reino Unido, que antes dividia o posto com a Itália, caiu para sexto lugar, seguido pela França (7º), Canadá (8º) e Espanha (9º).

A novidade ficou por conta da Romênia, que saltou do 16º para o 13º lugar, sobretudo por conta de uma nova lei sobre energias renováveis (RES-E), que aumentou os certificados verdes para as tecnologias renováveis e criou um dos esquemas mais favoráveis de incentivo na Europa. O Japão, a África do Sul e Taiwan também tiveram aumentos significativos em suas posições, subindo de 19º para 15º, de 26º para 23º e 31º para 27º, respectivamente.
Já entre as maiores quedas na classificação geral, ficaram Portugal (de 16º para 19º), Chile (de 34º para 39º) e República Tcheca (de 35º para 40º). No ranking eólico, as maiores mudanças ficaram por conta do Brasil, Romênia (ascensão de 16º para 13º), Espanha (queda de 10º para 15º), Finlândia (queda de 20º para 23º), Chile (queda de 33º para 36º), Áustria (queda de 34º para 37º) e República Tcheca (queda de 35º para 38º).
Por fim, no índice solar, o Egito despencou do 15º para 19º lugar, Áustria do 17º para o 21º, Canadá do 21º para o 25º, Bulgária do 22º para o 26º, Suécia e Holanda do 23º para o 28º, Dinamarca do 30º para o 34º, República Tcheca do 31º para o 35º, Nova Zelândia do 31º para o 37º, Irlanda do 33º para o 37º, Noruega do 34º para o 39º e Finlândia do 35º para o 40º.
Fonte: Instituto CarboBrasil
Na edição de novembro da revista especializada em Aviação Agrícola, Ag Air Update, a empresa Banalves Aviação Agrícola, foi destaque em matéria sobre a pulverização aérea em plantação de bana
nas.
A matéria salienta a preocupação ambiental da empresa que possui o Sistema de Ozônio para tratamento de resíduos agrícolas – Degradatox.
A AgAir update é editada nos EUA e possui edições especiais para a América Latina em português e espanhol.
Essa é a ideia da SunJar Luminária Solar. Isso mesmo, esse pote da foto ao lado é uma luminária que é abastecida com energia solar. Um sistema de energia limpa e renovável.
O frasco possui um painel interno que capta a luz solar e a transforma em energia, que é armazenada em uma bateria e pode ser ligada a qualquer momento. Dentro do frasco há uma lâmpada de LED, azul ou amarela, que acende automaticamente quando o ambiente está escuro ou quando o painel solar localizado na tampa é coberto. Cada 3 horas de carga, garantem 5 horas de luminária acesa.
A SunJar possui o selo ROHS – Restriction of the Use of Certain Hazardous Substances (Restrição de Certas Substâncias Perigosas), que certifica a ausência de materiais tóxicos no produto, diminuindo os riscos ao meio ambiente ao ser descartado. Ela também pode ser usada também em ambientes externos pois é à prova d’água e fácil de limpar.
O produto custa cerca de R$ 80,00, e está à venda no site da Greenvana.





